Balcão de Empregos.com participa do Ação Global 2013

No último sábado, o Balcão de Empregos.com marcou presença no Ação Global realizado em São Paulo. Milhares de pessoas compareceram ao stand da empresa a fim de conhecer os serviço prestados e também cadastrar seu currículo.

O evento na capital paulista contou com a participação de mais de 150 mil pessoas.

Confira algumas fotos do Balcão de Empregos.com no Ação Global em São Paulo:

3 erros que você não percebe que está cometendo no trabalho

As falhas no trabalho são comuns, mas isso não deve virar rotina no ambiente de trabalho. Veja os erros mais comuns que você não percebe que está cometendo e como lidar com essas situações.

Quando se é novo no trabalho, o profissional faz tudo para ter o melhor comportamento e atitudes. Com o passar das semanas, alguns deslizes podem acabar acontecendo e isso será quase inconsciente. Logo você estará perdendo prazos, dando desculpas pela falta de produtividade e isso será péssimo para a sua imagem no trabalho. Se você está procurando uma maneira de voltar para a sua rotina produtiva de trabalho, confira alguns conselhos que podem ajudar.

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1. Pare de usar desculpas

Se você não conseguir terminar ou entregar o projeto assuma a responsabilidade. Você pode inventar mil desculpas, elas nunca serão plausíveis para o seu gestor. A ideia é parar de procrastinar e organizar um cronograma para que você consiga cumprir os seus prazos da maneira correta. Ao terminar um trabalho, sem desculpas ou lembretes constantes, você ganhará a confiança do seu chefe e, principalmente dos seus colegas de trabalho. Isso mostra que você tem responsabilidade e comprometimento.

2. Chegar atrasado

As grandes empresas costumam ter uma tolerância com atraso. Congestionamento ou chuva podem atrasar a sua rotina, mas isso não pode se transformar em um hábito. Se você tem seriedade no trabalho e deseja impressionar sua equipe e chefe a melhor coisa a fazer é não se atrasar com frequência.

3. E-mails sem resposta

Se uma pessoa entra em contato, o mínimo que ela espera é uma resposta. Não responder um e-mail é sinônimo de falta de interesse de descaso com o outro profissional. A ideia é tentar responder os e-mails com rapidez e clareza. Se você ainda não tiver uma resposta concreta, apenas diga que a proposta ainda está em análise. Isso mostra preocupação e comprometimento com a empresa.

Fonte: Universia Brasil

4 coisas que não deves colocar no currículo

Estás a fazer o teu currículo? Algumas coisas não só não são considerados essenciais para um currículo, como também podem atrapalhar quem está à procura de emprego

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Preencher a a secção relativa à educação no currículo pode ser uma tarefa difícil. Principalmente porque não existem regras definidas. Os currículos devem ser consistentes e objetivos, evitando passar informações que não estão relacionadas diretamente com a vaga à qual te estás a candidatar ou a um curso de outra área. Para evitar este tipo de erro, consulta a seguir algumas dicas para desenvolveres melhor esta parte do teu currículo:

1. Mentiras

Se não tens determinado conhecimento, nem penses em colocar essa informação no teu currículo. Independente do motivo, as mentiras num currículo podem ter consequências graves. Se achas que te está a faltar alguma coisa, a ideia é procurar desenvolver novas competências.

2. Graus avançados sem experiência

Se o teu inglês não é avançado, porque razão haverias de o colocar no teu currículo? Corres o risco de chegar à entrevista e o recrutador pode questionar-te sobre as competências que descreveste e tu podes não saber responder. Para evitar estas situações constrangedoras, a dica é escrever apenas as tuas verdadeiras competências.

3. Datas erradas

Colocar o ano de conclusão de curso é muito importante para um recrutador. A partir destas datas, ele pode colocar-te questões mais específicas, ou não. A dica é listar todos os cursos colocando as datas de início e conclusão de cada um.

4. Não listar os empregos mais antigos

Deves colocar todos os teus antigos empregos para mostrares que tens experiência e, acima de tudo deves adicionar cartas de recomendação dos teus últimos empregadores. A ideia é mostrar que estás preparado para assumir o cargo.

Fonte: Universia.

7 temas que podem fazer candidatos gaguejarem na entrevista

Confira quais são as perguntas mais espinhosas nas entrevistas de emprego e que podem fazer profissionais perderem a fala, segundo duas especialistas.

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As palavras faltam, as mãos ficam geladas e algumas gotas suor dão o ar da graça. Algumas perguntas de entrevista de emprego chegam a exercem este poder sobre alguns candidatos.

Pensando nisso, Exame.com procurou especialistas em recrutamento para tentar descobrir quais são, afinal, estas perguntas que fazem os candidatos gaguejarem. Confira os temas mais espinhosos que, invariavelmente, pintam durante a entrevista de emprego:

1 Movimentação intensa de cargo

“Na hora justificar a instabilidade – quando ela existe – eles gaguejam”, diz Emmanuele. Na opinião dela, os candidatos ficam nervosos na hora de explicar por que mudaram tanto de emprego.

“Na hora de falar sobre o que vem pela frente eles ficam mais confortáveis, mas na hora de explicar o que já existiu na carreira eles tremem, ficam constrangidos em falar que falharam na escolha da movimentação”, diz.

No entanto, ela faz uma ressalva. “Isso acontece quando as escolhas foram feitas apenas por aspiração financeira ou imaturidade”, explica.

Dica: Procure mostrar sempre que o que aprendeu a partir da movimentação de carreira. Deixar claro o aprendizado obtido conta pontos a favor do candidato.

2 Motivo da demissão

Este é outro tema que pode ser mais “cascudo” para alguns candidatos. Problemas de relacionamento, que lideram as causas de demissões, são omitidos e o resultado pode ser uma voz mais trêmula e palavras que faltam.

Vale um alerta. “O contratante quando quer descobrir o que aconteceu busca informações nos ex-empregadores e entra em contato com as equipes”, diz Elvira.

Dica: “Nossa recomendação é o candidato trate do assunto sob a melhor ótica possível, mas sem distorcer a realidade porque isso pode afetar a credibilidade dele perante a empresa”, diz Elvira. Mais uma vez, mostrar o aprendizado é a melhor alternativa.

O que você aprendeu ao ter o contrato encerrado? Pense nisso. “Fale sobre desligamentos com maturidade”, recomenda a diretora da People on Time.

3 Participação em um projeto

Dica: sinceridade no currículo e durante a entrevista é o melhor remédio para não gaguejar.

4 Situação em que falhou na negociação

Em toda carreira, há negociações mal sucedidas. No entanto, quando o recrutador pede exemplos, muita gente acha que a melhor opção é negar, dizer que não se lembra ou que não vivenciou fracassos. E este é momento que também pode ser bastante constrangedor.
“Um profissional com 10 ou 15 anos de experiência tem, certamente, inúmeras situações de insucesso, todo mundo tem”, diz Elvira.

Dica: Prepare-se para a entrevista, relembrando situações em que a negociação falhou. Ter exemplos em mente vai deixa-lo mais tranquilo.

5 Momentos em que não foi capaz de influenciar positivamente a equipe

Até o mais preparado dos chefes enfrenta situações em que não consegue exercer seu poder de influência sobre os funcionários. Mas para quem busca um cargo de chefia, revelar um fracasso em relação a isso pode ser bastante difícil.

Dica: Vale a dica anterior, resgate na memória situações difíceis relacionadas à gestão de pessoas. O ideal é que a situação venha acompanhada de análise. Hoje, o que você faria de diferente?

6 Relato de passagens decepcionantes

Mas na hora de contar com lidam com as passagens menos gloriosas, há profissionais que começam a gaguejar e dizer que não se lembram. “Eles falam que deu branco, mas o bom entrevistador espera ele se lembrar”, diz a especialista.

Dica: Decepções são parte da vida de qualquer profissional. “Ninguém é super homem”, lembra Elvira. “Ele pode dizer que na época não teve uma boa reação, mas que aprendeu com isso e que fará diferente caso a situação se repita”, diz ela.

7 Idioma

Emmanuele conta que quando um candidato coloca que é fluente em inglês ou em outra língua é comum o recrutador começar a conversar no idioma.

“Ao começar a falar na língua que ele disse que era fluente, já aconteceu de candidato começar a gaguejar pedir para voltar ao português”, lembra.

Esta situação é comum já que o idioma é o item campeão das mentiras no currículo. É o intermediário que é avançado e o avançado que é fluente.

Dica: Antes de colocar que é fluente em um idioma, pense na possibilidade de ter que demostrar seus conhecimentos ao recrutador. Se não for capaz de desenvolver uma conversa no idioma reconsidere o nível que você apresenta no currículo.

 

Fonte: Exame.

10 atitudes que mais irritam seus colegas de trabalho

Por mais que todos se esforcem para ter um comportamento profissional o tempo todo no trabalho, é fato que, vez ou outra, um traço pessoal sai do script corporativo. O problema está quando estes hábitos afetam o trabalho de terceiros.

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1 Atrasos

No topo da lista está o hábito de perder a noção do tempo e se atrasar para uma reunião. De acordo com o levantamento, 65% dos entrevistados se irritam demasiadamente com este tipo de atitude – que, no melhor dos cenários, pode atrasar todo o resto da agenda para aquele dia.

2 Mesa suja

Almoçar na própria mesa de trabalho e deixar pratos, talheres e tigelas sujos esparramados por lá, após o almoço, é o deslize mais chato, segundo 63% dos participantes.

3 Fofocas

A rádio peão rola solta em boa parte dos locais de trabalho. Mas apesar da rotina, fofocar sobre os colegas é uma das atitudes mais insuportáveis por lá segundo 60% dos entrevistados.

4 E-mails

A troca de e-mails facilitou e muito a comunicação corporativa nas últimas décadas. Mas tem gente que abusa do meio e irrita 56% dos entrevistados ao enviar uma mensagem via e-mail para alguém, pasmem, que está sentado na mesa da frente ou ao lado. O abuso é tanto que a SKF do Brasil sugeriu que seus funcionários limitassem o uso de e-mails às sextas-feiras durante o expediente.

5 Assuntos confidenciais

Não adianta. Alguns temas ou informações não podem ser tratados para além dos limites da empresa (ou até de algumas salas). Segredos corporativos existem, ponto. Burlar este conceito e falar abertamente sobre assuntos confidenciais, além de irritante para 54% dos entrevistados, pode colocar o sucesso do seu negócio e até o futuro da sua carreira em risco.

6 Celular

Por mais autêntica (empolgante ou outros adjetivos do tipo) que seja o toque do seu celular, esquecê-lo na mesa em alto e bom som irrita 42% dos entrevistados. Deixá-lo no silencioso tão logo chega ao escritório pode evitar maus pensamentos contra você.

7 Cigarro

Para quem fuma, uma parada para o cigarro pode ser a dose de energia necessária para seguir com o expediente. Mas 39% dos entrevistados não encaram com bons olhos o hábito de fazer muitas pausas para fumar durante o trabalho.

8 Doenças

Ir trabalhar quando se está doente pode ser visto, por muitos que agem assim, como um ato de comprometimento extremo com o trabalho. Mas, para 34% dos entrevistados, a percepção deste fato é outra.

9 Crianças

Uma criança pequena pode trazer para o meio do expediente a leveza necessária para manter a motivação em alta. Mas também pode trazer barulho e ser uma fonte de distração. Por isso, para 27% dos entrevistados, o hábito de trazer filhos pequenos ao trabalho não é recomendável.

10 Jargões

Faça um check-up: na última semana quantas vezes você já usou os termos “sair fora da caixa” ou “daqui para frente”. Pois é. Para 23% o uso excessivo de jargões corporativos como estes é irritante.

Fonte: Exame

3 erros que você não percebe que está cometendo no trabalho

As falhas no trabalho são comuns, mas isso não deve virar rotina no ambiente de trabalho. Veja os erros mais comuns que você não percebe que está cometendo e como lidar com essas situações

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Quando se é novo no trabalho, o profissional faz tudo para ter o melhor comportamento e atitudes. Com o passar das semanas, alguns deslizes podem acabar acontecendo e isso será quase inconsciente. Logo você estará perdendo prazos, dando desculpas pela falta de produtividade e isso será péssimo para a sua imagem no trabalho. Se você está procurando uma maneira de voltar para a sua rotina produtiva de trabalho, confira alguns conselhos que podem ajudar.

1. Pare de usar desculpas

Se você não conseguir terminar ou entregar o projeto assuma a responsabilidade. Você pode inventar mil desculpas, elas nunca serão plausíveis para o seu gestor. A ideia é parar de procrastinar e organizar um cronograma para que você consiga cumprir os seus prazos da maneira correta. Ao terminar um trabalho, sem desculpas ou lembretes constantes, você ganhará a confiança do seu chefe e, principalmente dos seus colegas de trabalho. Isso mostra que você tem responsabilidade e comprometimento.

2. Chegar atrasado

As grandes empresas costumam ter uma tolerância com atraso. Congestionamento ou chuva podem atrasar a sua rotina, mas isso não pode se transformar em um hábito. Se você tem seriedade no trabalho e deseja impressionar sua equipe e chefe a melhor coisa a fazer é não se atrasar com frequência.

3. E-mails sem resposta

Se uma pessoa entra em contato, o mínimo que ela espera é uma resposta. Não responder um e-mail é sinônimo de falta de interesse de descaso com o outro profissional. A ideia é tentar responder os e-mails com rapidez e clareza. Se você ainda não tiver uma resposta concreta, apenas diga que a proposta ainda está em análise. Isso mostra preocupação e comprometimento com a empresa.

Fonte: Universia

Falta de profissionais de TI se agravará no Brasil, diz IDC

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Os profissionais de TI do Brasil encontrarão um mercado em expansão e com poucos competidores qualificados para vagas em áreas como gestão de redes, telefonia IP e segurança online. A informação é da consultoria IDC, que prevê um agravamento na carência por profissionais de tecnologia no Brasil até 2015.

De acordo com o IDC, existe atualmente no Brasil uma carência de cerca de 39,9 mil profissionais de tecnologia. Até 2015, esse número deve crescer para 117 mil vagas abertas sem que os empregadores encontrem profissionais qualificados para atendê-las. Segundo a pesquisa, as principais razões para esse déficit de mão de obra qualificada são a rápida expansão das empresas de infraestrutura e tecnologia no país, a adoção acelerada de serviços de TI pelas iniciativas pública e privada e a ocorrência, no Brasil, da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro.

O IDC analisa ainda que essa carência ocorrerá não só no Brasil, mas em toda a América Latina. Em todo o continente, até 2015, a procura por profissionais deve superar a oferta de mão de obra em 27%.

No Brasil, diz o estudo, somente em áreas como rede essencial, segurança, telefonia IP e redes sem fio haverá uma lacuna de 23,6 mil profissionais. Percentualmente, segmentos como comunicações unificadas, vídeo, computação em nuvem, mobilidade e data center e virtualização serão as áreas com maior número de vagas abertas em comparação com o volume de profissionais qualificados disponíveis.

Para chegar a estas conclusões, a consultoria IDC realizou 767 entrevistas com órgãos como governos, empresas de educação, saúde, telecomunicações e serviços financeiros em companhias com mais de 100 empregados.

Fonte: Info Abril.