O trabalho em casa não reduz a importância da pontualidade

Fábio Pajaro, economista e advogado

Com a nova rotina de isolamento as reuniões por telefone, vídeo conferência ou online se tornaram frequentes. Assim como os atrasos. Mas será que eles são realmente aceitáveis?

Em publicações recentes, estudiosos relacionam a falta de pontualidade a traços de personalidade. Uma pesquisa do Departamento de Sociologia da Universidade de San Diego, nos Estados Unidos, por exemplo, indicou que as pessoas que costumam se atrasar são mais otimistas do que as demais em relação ao tempo que dispõem para a realização de uma tarefa. Já o psicólogo e escritor britânico Oliver Burkman classificou as pessoas que costumam se atrasar como controladoras.

Outros pesquisadores classificam os atrasadinhos como “acelerados”, pelo fato de gostarem da adrenalina da pressa – o que costumeiramente os faz deixar tudo para a última hora. E há ainda quem denomine os não pontuais como “produtores”, por serem tão otimistas que creem ser capazes de fazer muito mais em menos tempo.

Mas, deixando de lado o debate psicológico, ninguém ignora que a falta de pontualidade é uma característica malvista, especialmente no ambiente profissional. Ninguém está livre de imprevistos, mas chegar atrasado com frequência compromete a credibilidade. Com menos tempo para a execução de tarefas, cai a produtividade ou, quando isso não acontece, a qualidade do trabalho acaba prejudicada, arranhando a reputação do profissional. E, junto com o descrédito, se esvaem as chances de ascensão na carreira.

Para a empresa, a conduta negativa de um colaborador que não cumpre prazos, chega atrasado ou sempre perde o começo da reunião acaba influenciando outros funcionários. No médio e longo prazo, os resultados deste comportamento são acúmulo de tarefas, queda de produtividade da equipe e, no fim das contas, prejuízos financeiros.

No ambiente dos negócios, a pontualidade é essencial para que haja confiança entre as partes. Atrasos geram desconfiança e incerteza sobre a capacidade do comprador pagar pelo que comprou ou do vendedor entregar os produtos negociados. Em resumo, ninguém quer comprar ou vender para pessoas e empresas que não cumprem prazos de entrega ou pagamento.

Olhando por outro prisma, ser pontual no ambiente profissional traz inúmeros reflexos positivos. Ao revelar comprometimento com o cumprimento de prazos e respeito por colegas, chefes e subordinados, esta postura passa a todos uma imagem de profissionalismo. Demonstra seriedade, disciplina e organização, expressa humildade e reforça os elos de confiança. Ou seja, com a pontualidade, todos – empresa e funcionários – ganham.

A mesma lógica se aplica ao mundo dos negócios. Se vendedor e comprador forem pontuais em reuniões, prazos de entrega e pagamento, sua relação tende a fortalecer-se, ampliando os elos de cooperação e entendimento e trazendo ganhos para ambas as partes no médio e longo prazo.

Por isso, fica a dica: sempre que possível, esteja pronto 15 minutos antes. No balanço final, você vai perceber que esses 15 minutos se converterão em uma boa dose de respeito e reconhecimento.

Nos negócios, organize-se para cumprir os prazos acordados. Pontualidade significa respeito ao tempo de quem está do outro lado do balcão. E, quando não for possível, considerando estes tempos de tantos imprevistos: avise e negocie antecipadamente. Tempo é o ativo mais valioso de todos e respeitá-lo só trará ganhos.

Fonte: https://administradores.com.br/

Empregos em tempos de pandemia: o que esperar do cenário pós coronavírus?

Entendemos que o mundo como um todo mudará drasticamente com o passar da crise.

Uma coisa é certa: a Covid-19 modificou todos os planos para 2020 e vem deixando sequelas nos mais diversos segmentos. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em pesquisa divulgada no mês de março, a taxa de desemprego no Brasil já atinge 11,6%, impactando cerca de 12,3 milhões de pessoas em todo território nacional. Especialistas, porém, se preparam para um futuro ainda mais alarmante, com expectativas de quadruplicação do número de brasileiros sem um emprego.

É natural que, em meio à tanta incerteza, grandes, médios e pequenos empreendedores, bem como os autônomos, olhem para o cenário econômico com preocupação. Afinal, o melhor método de prevenção do coronavírus é o isolamento e, por consequência, o fechamento temporário dos estabelecimentos. Esse cenário aflora a demissão em massa como uma das principais alternativas para tentar manter as contas no azul. Porém, entendemos que o mundo como um todo mudará drasticamente com o passar da crise.

Uma das aliadas dos empreendedores e colaboradores neste momento é a tecnologia. Graças à ela, serviços de delivery, por exemplo, crescem consideravelmente em todo o mundo, apontando novas tendências e maneiras de se olhar o mercado de trabalho a partir de agora. Tudo que era considerado urgente no primeiro bimestre do ano, deu espaço para uma nova visão de valor social e gestos interpessoais. Isso se aplica a todo o cenário, mas, principalmente, ao dos empregos informais e esporádicos, como é o caso das secretárias do lar, pintores, limpadores de piscina, entre outros.

Esse segmento estava, de certa forma, desassistido, fazendo com que menos pessoas tivessem acesso às oportunidades de renda extra e, até mesmo, trabalhos regulares. Criar um local que conecta essas duas pontas contribui para que a economia continue em movimento, possibilita que a falta de empregos formais para os 11,6% de brasileiros não seja tão drástica para a população.

O panorama do desemprego no Brasil não comporta mais o tamanho da população que precisa trabalhar, ou seja, a quantidade de empregos não condiz mais com o volume de trabalhadores. Isso fica ainda mais claro quando se analisa o aumento do trabalho informal e dos casos de empreendedorismo. Assim como acontece com os motoristas e entregadores de aplicativo, que atendem conforme a demanda de serviço e não pelo regime CLT, regularizar os demais cargos cria uma demanda positiva para o mercado de trabalho.

A expectativa do mercado após o Covid-19 é alarmante, espera-se que tenhamos mais de 40 milhões de desempregados em todo o território nacional (Fonte: XP Investimentos). Isso é 4 vezes mais do que temos hoje. Precisamos estar prontos para esse pós, ajudar o maior número de pessoas desempregadas organizando e diversificando as oportunidades para o trabalhador.

*Fábio Ghelfond é graduado em contabilidade pela PUC e pós-graduado em gestão financeira, controladoria e auditoria pela FGV. Possui mais de 10 anos de experiência trabalhando em finanças. Atualmente é co-fundador e CEO da TrampaSampa, plataforma de ofertas de trabalho esporádico.

Confiança no colaborador é primeiro passo para empresas que adotam modelo de home office

Empresas e colaboradores estão preparados para o trabalho remoto? Como garantir a continuidade dos negócios neste cenário de crise?

A crise relacionada ao novo coronavírus trouxe para a mesa de discussão das mais diversas empresas a urgente necessidade de adoção de modelos de home office e trabalho remoto para aqueles casos em que colaboradores podem desempenhar suas funções a partir de uma boa conexão com a Internet. Grande parte da imprensa noticiou como, de uma hora para outra, muitas companhias passaram a liberar seus funcionários para trabalharem a partir de suas casas como forma de seguir a recomendação das autoridades de saúde por isolamento e mínimo contato social.

Em meio à justificada comoção da sociedade quanto aos riscos da pandemia, mas também à preocupação em não desacelerarmos completamente a economia, fica no ar uma questão extremamente pertinente quando se pensa em home office: empresas e colaboradores estão realmente preparados para o trabalho remoto? Como garantir a continuidade dos negócios neste cenário de crise? E ainda: como manter profissionais motivados e produtivos?

Precisamos resgatar a confiança

O sucesso na adoção de políticas de home office e trabalho remoto nunca acontecerá se não nos dermos conta de que há um primeiro passo fundamental, sem o qual não se pode seguir em frente: a confiança no colaborador. É crucial resgatar a confiança entre as pessoas no mundo corporativo e abandonar a ideia de que o home office pode ser uma “desculpa” para o colaborador não trabalhar ou “fazer corpo mole”. Se é essa a sensação que um gestor tem a respeito de sua equipe, se não há uma relação estabelecida de confiança, então é porque o modelo de trabalho remoto (ainda) não serve para aquela organização. Líderes e empresas devem se questionar: há uma visão clara sobre os benefícios do trabalho remoto? Cultivar relações de confiança está entre os valores corporativos? Há uma cultura de comprometimento e colaboração na companhia? Se essas respostas forem positivas, então é possível ir adiante.

Como fazer uma boa gestão à distância? A resposta está na metodologia ágil

Passar a gerenciar colaboradores e projetos remotamente é, certamente, um desafio quando a empresa se vê numa situação crítica como a que estamos atravessando, em que muitas não esperavam ter que aderir ao home office de maneira brusca. A crise atual, por outro lado, leva organizações e líderes a refletirem sobre o futuro do trabalho, em que situações-limite podem ser constantes e nas quais, portanto, o home office tende a ser incorporado cada vez mais ao dia a dia de profissionais. Como se preparar melhor para cenários desse tipo?

Bem, aqui temos que abordar a importância de uma metodologia de gestão e acompanhamento de tarefas. Num cenário de transformação digital, a metodologia de trabalho que mais tem se mostrado efetiva é a metodologia ágil (ou Agile). Trata-se de uma forma de acelerar as entregas de atividades durante o desenvolvimento de um projeto, fracionando o todo em entregas parciais e fazendo uso da Inteligência Coletiva para atingir uma meta estabelecida a cada fase – chamada de Sprint – até a conclusão final da entrega total do projeto. A metodologia ágil não garante necessariamente que um projeto seja entregue mais rapidamente, mas sim que o gestor perceberá mais valor a cada etapa, em virtude das entregas serem parciais. Ou seja, é muito mais eficaz gerenciar atividades e colaboradores desta forma, acompanhando o andamento dos projetos passo a passo, corrigindo os desvios e melhorando indicadores de desempenho.

O papel da tecnologia x o custo da ineficiência

Tão importante quanto fornecer ao colaborador um bom equipamento (notebook) e conexão rápida à Internet no ambiente de home office, está a adoção de uma plataforma tecnológica unificada capaz de gerenciar as atividades à luz da metodologia. Grande parte das empresas investiu muito em sistemas de controle contábil e financeiro, mas a grande maioria ainda é muito carente por ferramentas para gerir os serviços que são executados pelos colaboradores, individualmente ou organizados em departamentos, que, em última instância, são os braços, o cérebro e o coração de todas as empresas.

A grande maioria dos serviços ainda é executada de maneira manual e baseada em tecnologias antigas de mensageria (e-mails), processadores de textos e planilhas eletrônicas, sendo difíceis de serem rastreados e impossibilitando a gestão e o compartilhamento de conhecimento. As poucas iniciativas que foram feitas para reverter este quadro caótico acabaram sendo adotadas de maneira gradual, originando silos de informações extremamente ineficientes para a tomada de decisões estratégicas, e com o agravante do alto custo de manutenção.

Em recente estudo conduzido pela Lawless Research junto a mais de 1.000 gerentes de empresas com mais de 500 colaboradores localizados nos Estados Unidos e no Reino Unido, identificou-se que:

  • Pelo menos 2 dias por semana são gastos pelos gerentes para realizarem tarefas administrativas relacionadas aos serviços prestados pelo seu departamento. Dois dias de trabalho de níveis gerenciais por semana correspondem a US$ 575 bilhões por ano, ou 3,3% do PIB dos EUA gasto somente com tarefas administrativas!
  • 08 em 10 empresas ainda utilizam processos manuais para executarem suas rotinas de trabalho;
  • 04 em 05 gerentes dizem que as suas rotinas manuais de trabalho são responsáveis pelos atrasos na entrega dos serviços dos seus departamentos. Ou seja, ineficiência na gestão, processos manuais e erros na execução de tarefas repetitivas custam muito caro.O futuro do trabalho remoto

    Felizmente, vimos na virada deste século com a popularização da nuvem, o surgimento de plataformas tecnológicas que podem permear de maneira padronizada todas as áreas e departamentos das empresas, organizando os diversos serviços prestados pelos colaboradores à luz das melhores práticas de gestão de serviços já existentes, automatizando as atividades repetitivas e suscetíveis a erros, e adotando a inteligência cognitiva como um meio de transformação de cada negócio.

    Com tecnologias capazes de orquestrar todos os serviços em uma única plataforma – que se integre e “converse” com os diversos sistemas corporativos – fica mais fácil e simples gerir as atividades mesmo à distância, assinalando e até executando tarefas de maneira automática, antecipando possíveis gargalos por meio de ferramentas preditivas e adicionando transparência a todos os agentes envolvidos no ecossistema.

    Em resumo, se o home office se impõe como o modelo de trabalho do futuro, seja por necessidade ou por visão empresarial, o primeiro passo é trabalhar a relação de confiança que a empresa tem com seus colaboradores. Adotar uma metodologia como a Agile para a gestão de tarefas de cada colaborador de forma eficaz é o passo seguinte, e, por fim, temos a questão do investimento em plataformas tecnológicas que atuem na racionalização e padronização de todos os processos, garantindo a execução simplificada e efetiva de planos de continuidade de negócios, mitigando riscos e atendendo a necessidades regulatórias e dos acionistas. Todo um ciclo de prosperidade e produtividade precisa ser mapeado e construído para que, aí sim, todos os benefícios do trabalho remoto possam se tangibilizar e se cristalizar em todos os níveis da corporação.

    *Por Leandro Torres, CEO e Fundador da Organize Cloud Labs, empresa de TI que traz o home office em seu DNA desde a fundação, em 2014

    Fonte:  balcaodeempregos.wordpress.com

A Crise me pegou!! Como se livrar desse fantasma

Entenda quais habilidades você precisa desenvolver para não deixar que a próxima crise(pois ela vai acontecer) te pegue novamente.

Com todo o transtorno que a crise do Covid-19 já sentimos uma freada econômica e empregos sendo dissolvidos e sonhos desmantelados. E, como consequência, um desafio a mais para profissionais ao redor do país (e eu diria em todo o globo). Entretanto, apesar de talvez você já ter perdido seu emprego ou do risco de mais demissões à espreita e todos os apertos possíveis para manter a saúde financeira, é possível aproveitar esse preíodo de mudança para crescer na carreira e não ser o escolhido da vez.

Há uma importante questão que devemos entender que é o fato de você ter um exímio conhecimento técnico não garantir sua vaga de emprego. O que vai realmente determinar a sua escalada profissional em qualquer tempo, seja de crise ou de estabilidade econômica são os seus comportamentos. A competência técnica você treina, a habilidade de se conseuir exeutar o trabalho através de um sistema se capacita as pessoas e tudo bem. Entretanto o grande diferencial que um profissional vai ter é desenvolver habilidades comportamentais que são inerentes a cada um. “Caráter você traz, habilidade técnica você treina”.

O que faz a capacidade técnica desenvolvida ser colocada em prática é a habilidade comportamental da atitude para fazer acontecer.

Confira 5 habilidades importantes para serem desenvolvidas e parimoradas para garantir vantagem competitiva e que podem garantir seu crescimento na carreira, mesmo numa crise.

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1 – Networking e Trabalho em Equipe

Em tempos onde inovação está quase virando commodity, em tempos de crise é fundamental para a manutenção de empregos e empresas. E considerando que duas cabeças pensam sempre melhor que uma, é em grupo que surgem as melhores práticas, as melhores idéias e as melhores soluções. Saber se posicionar em discussões em grupo, validar suas idéias, saber trabalhar e compartilhar em equipe é uma habilidade primordial para profissionais que querem se destacar na carreira.

Além de concatenar idéias e se relacionar bem com as pessoas a sua capacidade de fazer networking e de criar boas alianças profissionais também pode fazer toda a diferença. São os compartilhamentos dentro do seu grupo de influência que vão fazer muitos planos saírem do papel e executar idéias que podem valer milhões.

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2 – Pensar Como Dono

O perfil empreendedor e o sentimento de dono do negócio é outra importante habilidade vista como vantagem pelos gestores. Além do senso de responsabilidade que esta visão traz, profissionais com um perfil empreendedor são mais abertas a mudanças e para novas possibilidades e ideias. Em tempos onde a incerteza paira no ar, sabemos que a certeza que temos é que vamos ter de rever processos, produtos e soluções para atender a novas demandas que surgirão com o passar do Covid-19.

com este perfil as pessoas recebem autonomia para abraçar os desafios e agem de forma proativa. As empresas não precisam de pessoas teóricas sem prática, precisam de pessoas que façam acontecer e tragam soluções e novas formas de pensar o negócio para gerar novas formas de diferenciação e estar cada vez mais competitivas no concorrido mercado que possuímos hoje.

3 – Poder de negociação

Já não estamos no tempo de convencer as pessoas por força ou imposição, é necessário saber expor os argumentos de forma convincente, defendendo seu ponto de vista e lutando com dados e fatos pelas suas ideias e projetos. Para o crescimento de qualquer empresa as pessoas devem ter convicção do que fazem , das idéias que defendem e saber negociar com clientes, fornecedores, stakeholders e demais interessados a colocar suas idéias em ação com apoio para levantar recursos e trazer resultados.

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4 – Inteligência Emocional

Serenidade. Em ambientes competitivos que devemos vender nosso peixe a todo momento e que trabalhamos com cenários muitas vezes incerto, desenvolver resiliência emocional para lidar com diversos perfis de profissionais, situações de stress e pressão contínuos, a inteligência emocional vai ser uma aliada para mostrar a tranquilidade em meio ao caos e se sair melhor em tempos de crise.

Qual a razão para isso? No momento que somos impulsivos e tomamos decisões em meio a incertezas estamos melhor amparados de acertar na medida que sabemos nosso limite e definimos até onde podemos ir, e caso seja necessário, tenha seu momento de desafogo para equilibrar seus níveis de cortisol e voltar a olhar as tarefas e problemas sob outro ângulo.

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5 – AutoConhecimento

Crise? Vai acontecer de tempos em tempos. Negócios fechando? Infelizmente vai ser realidade sempre. Independente do que acontece no cenário externo ou interno da empresa, o profissional deveria sempre buscar se aprimorar e nunca parar de se desenvolver. Uma pergunta: Quantos cursos você fez no último ano? Simplesmente não dá para começar e terminar um ano do mesmo jeito. Tudo está em constante evolução e você também. Para crescer como ser humano e contribuir de forma profissional, se atualizar e se conhecer é fundamental.

Constumo perguntar para meus clientes de consultoria e coaching se eles podem me descrever quais seriam as suas 5 principais fortalezas, seus pontos fortes. Quais aspectos profissionais você ainda precisa se desenvolver? Qual habilidade te trava e você necessita trabalhar para se sentir mais confiante? A grande maioria não consegue responder. Porque? Simplesmente pelo fato de achar que devemos olhar pra fora e se comparar com aqueles que são os premiados.

A grande transformação vai acontecer no momento que cada um começar a viver sabendo o que te levanta da cama todos os dias e faz seus olhos brilharem. Aí seu mundo vai começar a mudar, porque o trabalho vai passar a ser uma extensão do que você é e não uma forma de pagar os boletos do mês. Se conheça e nunca mais passe apertado na crise.

Fonte: administradores.com.br

6 maneiras de manter a saúde mental durante a quarentena

Isolamento social pode desencadear estado de ansiedade permanente, afirma especialista. Saiba como se prevenir.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou o Brasil como líder em volume de pessoas ansiosas do mundo, com 18,6 milhões de brasileiros. Isso representa cerca de 10% da população convivendo com o transtorno. O período de quarentena por pandemia de coronavírus pode contribuir para agravar ainda mais o cenário, desencadeando um estado de estresse e ansiedade permanentes que podem fragilizar o sistema imunológico e debilitar o equilíbrio mental.

De acordo com Karina Stryjer, psicóloga e gerente de promoção de saúde da It’sSeg, terceira maior corretora de seguros do país especializada em gestão de benefícios, o isolamento pode ser angustiante por diversos motivos, que vão desde o medo de contrair a doença até as perdas financeiras. “As pessoas são especialmente impactadas por fatores que fogem ao seu controle, como é o caso da pandemia gerada por um vírus invisível, desconhecido e incontrolável até o momento. Então, a situação que estamos enfrentando demanda cuidados não só com a saúde física, mas também com a psicológica”.

Confira abaixo seis conselhos da especialista para manter o equilíbrio durante o período de isolamento:

1. Mantenha a calma

De acordo com Karina, o isolamento tende a exercer maior impacto emocional quando já existe predisposição para quadros depressivos ou para ansiedade. A imunidade também corre risco, caso um estado de estresse venha a ocorrer com frequência. Quando acontece, uma série de hormônios de defesa, como adrenalina, cortisol e noradrenalina, entram em ação e prejudicam o sistema imunológico, abrindo brechas para o contágio de novas doenças.

Para manter a calma, procure entender o assunto à fundo por meio de canais seguros e evite ficar pensando sobre o tema durante o dia. Mantenha uma rotina ativa e saudável e lembre-se de que a situação, além de passageira, vai contribuir para o progresso científico, médico e intelectual.

2. Lembre-se de que seu esforço contribui para o bem coletivo

Em primeiro lugar, é importante ter em mente que seu esforço pessoal impede que um número ainda maior de pessoas se contagie com o vírus. O isolamento é importante para quem apresenta ou não sintomas da doença, afinal, o quadro pode ser assintomático ou pode demorar para que se manifeste. A quarentena pode interromper a propagação da pandemia e salvar vidas.

3. Apoie-se na tecnologia

A tecnologia é uma grande aliada para o equilíbrio da saúde mental durante a quarentena. Aproveite as redes sociais para manter contato com familiares, amigos e colegas de trabalho. Por mais que o contato pessoal não seja possível, ligações e videochamadas podem facilitar as relações e amenizar os impactos da distância. Além disso, é possível encontrar filmes, séries, livros e jogos gratuitos voltados para diversas faixas etárias.

Com o grande número de pessoas em isolamento social, as empresas também passaram a oferecer maiores recursos à população: operadoras como Vivo e Claro disponibilizaram o acesso a uma série de canais por assinatura; Amazon, Sky, Netflix e Globoplay liberaram o conteúdo para não assinantes por tempo limitado; Plataformas de ensino à distância, como Stoodi e Udemi, e grandes universidades e centros educacionais, como Senai, FGV e Harvard, disponibilizaram cursos para diversas áreas com certificado gratuitamente.

4. Mantenha-se ativo

Apesar da tecnologia ser uma aliada, evite desenvolver uma rotina sedentária. Procure formas de fazer atividades físicas dentro de casa. Planeje um cronograma com alguns exercícios que podem ser feitos até mesmo com sacos de alimentos, por exemplo. Atividades manuais estimulantes, como artesanato e gastronomia, também são boas alternativas.

Segundo a especialista, estamos muito acostumados a pôr a intelectualidade em prática. “Quando começamos a usar mais o corpo e outras fontes de percepção, automaticamente podemos relaxar a parte cognitiva, algo importante para manter a calma. Dentro de casa, temos oportunidade de cozinhar, de fazer jardinagem, organizar o espaço de trabalho e desempenhar outras atividades que auxiliem para o relaxamento, estado natural do ser humano. Só assim conseguimos criar, inovar, acolher e ajudar o outro”.

5. Tenha empatia

Em meio às dificuldades físicas e psicológicas que o período pode apresentar, preze pela empatia. A criação de uma rede de apoio entre todos torna tudo mais suportável. Mesmo que à distância, procure manter contato com conhecidos e preste atenção caso demonstrem instabilidades emocionais. Segundo Karina Stryjer, uma solução para o momento é investir em terapias on-line, que são tão eficazes quanto as presenciais e não vão pôr em risco a saúde do profissional e do paciente. “Com a resolução do Conselho Federal de Psicologia, que liberou o atendimento virtual para evitar o alastramento da pandemia da Covid-19, as pessoas poderão receber acolhimento de profissionais habilitados e receber as primeiras recomendações. Os canais de escuta são terapêuticos e certamente irão beneficiar a população”.

6. Estabeleça horários e se mantenha informado por canais confiáveis

O excesso de informações pode causar picos de ansiedade constantes. Evite ficar com televisões e rádios ligados o dia todo consumindo notícias sobre o coronavírus. No entanto, é de extrema importância que todos estejam bem informados e que acompanhem as novidades e resoluções acerca do tema. Uma dica é escolher períodos do dia para acompanhar os noticiários e utilizar o resto do tempo livre para praticar atividades físicas e manter a rotina de trabalho e da família.

De acordo com Karina, é importante que em um momento como esse, todos tenham acesso à informação correta proveniente de canais oficiais, como o do Ministério da Saúde, para evitar o pânico. Acompanhar informações de outros países também pode agravar a situação de maneira equivocada, já que estamos falando sobre um vírus novo, que pode se adaptar de formas distintas ao redor do mundo”.

Fonte: https://administradores.com.br/

Não reclame, faça a sua parte!

Aceitar o que não podemos mudar, e lutar por nossos objetivos sem reclamar de nada, apenas aceitando e buscando faz toda a diferença na vida pessoal e profissional.

É normal estarmos rodeados de pessoas que só reclamam, e normalmente fazem isso sentado, reclamar de tudo ajuda em alguma coisa? Vamos mais a fundo, você conhece alguma pessoa que reclama de tudo na vida e mesmo assim é feliz? O que você tem feito para melhorar?

Com estes questionamentos abrimos nossa conversa, estar próximo de pessoas que só reclamam acaba por nos infectar também por essa mania de ver o mundo negativamente, se você parar para fazer uma analise, perceberá o quanto estas pessoas te fazem mal, acabam com o teu dia, as vezes logo de manha, te desanimam em projetos futuros, te desencorajam, e mas te deixam infelizes por coisas que elas estão infelizes, ou seja, essas pessoas tem a capacidade de acabar com você com poucas palavras, a pergunta agora é por que você ainda esta perto destas pessoas? O ideal é que você se afaste dela, se for possível é claro.

As pessoas que reclamam de tudo dificilmente mudarão sua maneira de agir, elas cresceram assim e infelizmente não conseguem perceber o mal que fazem a si mesmas e aos outros ao seu redor. Uma característica normalmente encontrada nestas pessoas é que elas além de reclamarem de tudo, também carregam o negativismo consigo, ou seja, essas pessoas são amargas, são infelizes, e nem querem buscar a felicidade, para elas tudo está ruim, nada vai dar certo, e com essa força negativa acabam por nos colocar pra baixo também.

Tem algo que é muito importante para melhorar sua vida pessoal e profissional, é a “atitude” ela é capaz de transformar completamente uma pessoa, esse comportamento de fazer acontecer é a principal característica das pessoas que construíram uma carreira de sucesso e que são felizes, são ações simples que fazem toda a diferença, vou dar exemplos, se ver algo desarrumado, ao invés de reclamar pegue e arrume, se esta fora do lugar não tente achar o culpado, coloque no lugar, se tem algo sendo feito errado, não culpe as pessoas, coloque ideias para melhorar, não espalhe noticias ruins, traga notícias boas positivas, não critique as pessoas, elogie elas, não podemos criticas as coisas se não sabemos como melhorar, se abra ao pensamento de contribuir com as mudanças, tenha atitude para melhorar, quando isso acontecer você será parte da melhoria, e irá perceber que aos poucos o seu circulo de relações terá pessoas assim igual a você, esse é a grande mudança.

Quer se certificar que a positividade funciona, e que ela pode mudar a nossa vida, faça o seguinte: por duas semanas, não reclame de nada, não fale de coisas ruins, agradeça todos os dias pelo que você tem e o que você é, seja o portador da boa notícia, elogie as pessoas, se coloque a disposição para ajudar quando necessário, e não se incomode com coisas insignificantes, faça este teste por duas semanas, e é claro tente se afastar das pessoas que só reclamam e são negativas, depois disso você vai perceber o tamanho da mudança na sua vida pessoal e profissional.

Se você gostar da sua nova vida continue fazendo isso, tenho certeza que você nunca mais será o mesmo!

Gosto desta frase: “O que não podemos mudar não pode nos fazer sofrer”, isto é mais que uma simples frase, é um direcionamento para vida, se vivermos assim buscando nossos objetivos com foco e determinação e aceitando os fatos que não podemos mudar, seremos felizes com o que temos e sem reclamar das situações, este é o segredo do sucesso!

Experimente você vai gostar.

Envie este artigo para as pessoas que você acredita que possam aproveitar este texto.

João Paulo Kruger Ribeiro.

Fonte: https://administradores.com.br/

5 hábitos comuns que prejudicam a sua produtividade

Produzir é gerar valor na vida. A ausência de algumas práticas simples e inteligentes permitem uma vida com poucas realizações, muito estresse e baixos resultados

A natureza oferece as semanas com 168 horas renováveis para você viver e fazer escolhas. Ainda apresenta os anos com 8760 horas para você tomar decisões sobre o que quer, gosta e deve fazer. Com esses ciclos naturais, você tem tempo suficiente para cumprir a sua missão, realizar os seus sonhos, viver experiências memoráveis e passar bons momentos com as pessoas importantes da sua vida. A ausência de algumas práticas simples e inteligentes permitem uma vida com poucas realizações, muito estresse e baixos resultados.

Talvez você tenha negligenciado algumas atitudes que aumentam a sua produtividade, ou não sabia que essas práticas poderiam elevar os seus resultados pessoais e profissionais. Nas duas hipóteses, você tem a oportunidade de perceber algumas necessidades de mudanças com os itens a seguir:

1. Não saber usar uma agenda. A mente humana não foi feita para guardar compromissos e tarefas. Para isso, existe uma tecnologia simples e acessível para todos: a agenda. A mente foi feita para ser livre, criar e viver boas experiências. Quando ela está cheia, aprende pouco e tem muita dificuldade para criar. Por isso, planeje a sua semana agendando os compromissos importantes e posicionando as principais tarefas nos dias certos, sem esquecer de reservar períodos de tempo para a pessoa mais importante da sua vida: você. Praticar um hobbie, estudo, atividade física ou artística vai elevar a sua qualidade de vida e para uma delas acontecer, você precisa agendar. Pode ser uma agenda de papel, um aplicativo ou software de gestão do tempo, experimente e aprenda mais sobre a ferramenta que mais combinar com você.

2. Ter metas mal definidas. Na virada de ano é comum as pessoas definirem muitas metas e durante os meses não conseguirem realizar a maior parte delas. Às vezes elas não são devidamente mensuráveis, são pouco específicas ou menos relevantes do que se imaginava. Se você não tem muita experiência com essa prática, recomendo começar definindo uma meta pessoal e outra profissional, ou seja, até duas metas por vez. Ambas precisam ser de curto prazo, de três até seis meses. Prazos mais longos, normalmente, não são factíveis, sem contar que você muda, o mercado muda e muita coisa muda ao seu redor. Metas de longo prazo perdem o valor ou o significado ao longo do tempo, ficando engavetadas. Metas são definidas para serem cumpridas, gerando crescimento na vida do ser humano. Por exemplo: “Emagrecer 6 quilos praticando corrida 4 vezes por semana e cumprindo a dieta nutricional, entre fevereiro e junho de 2017” na vida pessoal. Na esfera profissional, pode ser: “Ligar para 6 leads por dia, agendar 3 reuniões e fechar um negócio por semana, de acordo com a estratégia de vendas da empresa, entre março e julho de 2017”. Perceba que as metas são específicas, mensuráveis, relevantes, de curto prazo e com período de tempo bem definidos. Corrija ou redefina as suas metas em qualquer período do ano, basta ajustar os períodos de tempo.

3. Dificuldade para dizer não. Quem tem dificuldade para dizer não sofre com a falta de tempo para si mesmo, deixando de fazer o que é realmente importante na vida. Em muitas ocasiões, você também precisa saber negociar o tempo. Podem lhe pedir um favor com alguma importância, ou o seu chefe pode lhe exigir alguma tarefa, mas você não precisa dizer sim imediatamente e parar o que estava fazendo. Você pode pedir um prazo para entregar a atividade ou dizer o melhor momento para fazer aquilo. O chefe nem sempre vai lembrar que você está fazendo um processo muito importante para empresa quando lhe pedir outro projeto, então você pode dizer: “estou concluindo aquele processo importante que o senhor me pediu, você quer que eu o interrompa e assuma outro projeto? Está ciente do risco que isso pode gerar? ”. Por isso, é importante negociar os prazos adequados antes de assumir qualquer responsabilidade. Quem diz sim para tudo acaba não tendo tempo para produzir o que é realmente importante na empresa e na vida.

4. Evitar delegar as responsabilidades. Centralizar todos os compromissos e tarefas é uma maneira comum de perder a produtividade. A mãe e o pai que não deixam os filhos lavarem a louça, limpar e ajudar nas contas, criam filhos fracos e dependentes, que não querem sair do conforto da casa dos pais. O chefe que não ensina e não delega gera equipes improdutivas e sobrecarrega a si mesmo, limitando a produtividade da empresa. Permitir o erro do outro é fundamental para existir evolução contínua. A maneira de evitar muitos erros e diminuir o risco é treinar mais as pessoas e ensinar melhor, gerando a confiança necessária entre o líder e o liderado, além de harmonia nas relações humanas.

5. Não reconhecer o próprio propósito ou missão. Tempo é vida. Qual o propósito da sua vida? Meta é como o alvo de um mapa, você vai daqui até ali e alcança. O propósito (ou missão) é como a direção de bússola, não tem fim, apenas o caminho. Qual a sua missão? Você deve lutar por qual ideal? Muitos pais lutam pelo bem-estar de suas famílias e dos filhos. E se os seus filhos crescerem e não precisarem mais de você, a sua vida perderá o sentido? E se eles não existirem, a sua vida não terá um significado próprio? Quando você reconhecer a sua missão encontrará um sentido para viver e o tempo será muito mais precioso e produtivo. Ele vai nortear as suas metas e as atividades mais importantes. Você poderá construir um legado, deixar bons exemplos e, talvez, alguns motivos para outras pessoas continuarem a sua missão quando você partir desse mundo.

O recurso mais precioso que você tem é o tempo. É finito e dá a oportunidade de fazer a sua existência valer a pena. Não existe uma gestão mais importante que a gestão da própria vida. Concentre no que é realmente importante para você, não tente viver o que é importante para as outras pessoas, isso pode lhe gerar arrependimentos e até mágoas. Para ganhar dinheiro num negócio ou investimento, você deve investir dinheiro, certo? E deve investir com sabedoria. E para ganhar tempo? Você deve investir tempo em autoconhecimento. É o que vai lhe gerar sabedoria para fazer boas escolhas. Ganhar tempo é ganhar vida, ou seja, fazer a vida ter um real valor.

Fonte: https://administradores.com.br/