Inovação transformando o ambiente universitário

A Faculdade iPet (Instituto Phorte de Educação e Tecnologia) traz um conceito que desperta o estudante para novos conhecimentos. Utiliza metodologias ativas e, deste modo, apresenta atividades interativas

Os jovens que estão prestes a fazer uma graduação já nasceram na Era Digital. O uso de smartphones, tablets, computadores, e a familiaridade com games, por exemplo, faz parte do cotidiano. É por este motivo que a tecnologia torna-se essencial nas salas de aula, com o objetivo de integrar os jovens ao ambiente acadêmico, por meio de recursos e técnicas cada vez mais modernas.
Aulas com quizzes, simulados, vídeos, podcasts e jogos atuam junto à teoria e aos conhecimentos interdisciplinares, fazendo parte da rotina em sala e aproximando alunos e professores.

A partir dessa ideia, a Faculdade iPet (Instituto Phorte de Educação e Tecnologia) traz um conceito que desperta o estudante para novos conhecimentos. Utiliza metodologias ativas e, deste modo, apresenta atividades interativas. O intuito? Promover o aprimoramento das habilidades e formar profissionais mais confiantes e automotivados.

A implantação de tecnologia e inovação já é visível nos cursos de Administração e de Processos Gerenciais da Faculdade iPet, e tem como propósito promover a interdisciplinaridade e a contextualização dos diferentes conteúdos dos módulos do curso, com um projeto de atividade teórico-prática. Assim, os alunos analisam e produzem conceitos. Apenas deste modo ocorrerá a elaboração de projetos. Logo, haverá a vivência de situações práticas, nas quais o indivíduo pode aplicar os conhecimentos adquiridos, preparando-se por completo para os desafios da profissão.

Metodologia GOOGLE de Ensino – Google for Education

Para fornecer soluções que desenvolvam as habilidades e as capacidades dos alunos, a Faculdade iPet implanta o modelo Google for Education, em parceria com o Google. Esse programa traz um pacote completo de ferramentas úteis que auxiliam alunos e professores com um maior dinamismo durante as aulas e até nas atividades extracurriculares.

Os professores podem aproveitar o Google Sala de Aula e criar tarefas digitalmente, gerenciar trabalhos e provas, bem como produzir apresentações multimídia, utilizando a tecnologia a seu favor, e fazendo com que o estudante se interesse pela tecnologia voltada à aula. Ferramentas Google para instituições de ensino são disponibilizadas na nuvem para que, nos cursos de graduação, as tarefas das disciplinas sejam executadas em grupo, de qualquer lugar e a qualquer hora.

Fonte: administradores.com.br
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7 coisas que você jamais pode dizer para o seu chefe

As coisas que você diz têm impacto direto na sua carreira. Saiba como escolher mais cuidadosamente as palavras

Todo mundo já disse algo errado em algum momento. Mas, especialmente no trabalho, é preciso ser mais cauteloso com as palavras. Independentemente se você tem uma relação boa ou ruim com o seu chefe, a forma como você diz algo tem impacto direto na sua carreira. Por causa de um tom de voz diferente ou uma maneira de falar considerada mais agressiva, você pode afastar uma promoção ou até mesmo estragar por completo a relação com seus superiores.Para evitar esse tipo de situação, confira 7 frases que você não deve usar no ambiente de trabalho.

1. “Eu não fui contratada para fazer isso”
É fato que a carga de trabalho varia de acordo com a experiência do funcionário, mas todos possuem tarefas que precisam ser realizadas mediante prazos. Então, se lhe passarem um trabalho que você não vai conseguir dar conta ou não é a sua função, não seja agressivo. Em vez disso, seja educado e diga que é a primeira vez que você assume tal função. A dica é da revista americana Fast Company.

Se você for mais além e pretende recusar aquela tarefa, diga: “Se eu assumir essa responsabilidade, isso vai me ocupar e eu não vou conseguir me dedicar às minhas tarefas. Tenho medo de perder os prazos”. Isso soa muito melhor do que dizer que você é muito bom para realizar uma atividade daquelas.

2. “Não foi isso que você disse”
É claro que algumas vezes acontecem falhas de comunicação e uma tarefa pode não ter sido passada a você corretamente. Se isso acontecer e seu chefe chamar a sua atenção, não retruque tentando provar que você está certo e ele errado. A não ser que você tenha documentado as instruções que lhe foram passadas, em um e-mail por exemplo.

E mesmo que você tenha essa evidência de que você está correto na situação, tente ser educado para dizer isso. É o que diz a Fast Company. Você pode mostrar o e-mail e dizer algo como “eu achei que estivesse seguindo essas instruções. Por favor, me mostre o que eu errei e vamos ver como podemos resolver isso”. Assim, você mostra que não teve culpa e seu chefe consegue visualizar o erro dele.

3. “Eu não suporto trabalhar com tal pessoa”
“Essa é uma reclamação muito comum no ambiente de trabalho”, contou Tim Cole, CEO na empresa de coaching de carreira The Compass Alliance. Mas falar mal de um colega pode causar uma má impressão e, além do mais, os chefes não costumam gostar de lidar com problemas de relacionamento entre seus funcionários. Se você tem um problema com algum de seus colegas, tente resolver diretamente com a pessoa. Se isso não for possível e estiver afetando o seu trabalho, você poderá levar o problema para o seu chefe, mas sempre com cautela. Explique o motivo pelo qual o comportamento do seu colega está te atrapalhando nas tarefas diárias e, se possível, apresente uma solução.

4. “Não é minha culpa”
Essa é uma dica ressaltada tanto pela revista de tecnologia e inovação Fast Company quanto pelo CEO da The Compass Alliance, Tim Cole. Não existe uma pessoa que não vá cometer nunca algum erro no trabalho. Todos estamos sujeitos a isso, afinal somos seres humanos. Mas se você for chamado a atenção por causa de alguma falha no trabalho, a melhor maneira de resolver a situação é assumir a culpa. Caso o erro não tenha sido cometido por você, é importante ter cuidado na hora de relatar o acontecido para não soar arrogante. O ideal nesse caso, é assumir uma parte da culpa, porque você era o responsável por gerenciar tal tarefa.

5. “A gente não fazia as coisas desse jeito”
As mudanças fazem parte da vida e isso inclui o trabalho. “O mercado, hoje, exige um profissional flexível e que consiga se adaptar às diversas circunstâncias que lhes são impostas”, afirma a especialista em coach de carreira, Chrissy Scivicque. Por isso, quando o seu chefe lhe pedir algo diferente, não tome uma atitude defensiva. Ao invés disso, seja receptivo à ideia e sugira algo que possa incrementar o trabalho.

6. “Não dá para fazer isso”
Todos precisamos lidar com prazos no trabalho e, por vezes, ele pode ser curto demais. Segundo a Fast Company, se te passarem uma tarefa que precisa ser realizada em um período menor do que geralmente ela levaria, não diga “não dá para fazer isso” sem ao menos tentar fazer uma parte. Você pode dizer que consegue fazer metade do trabalho, por exemplo, no tempo estipulado, mas que termina tudo até o final do dia.

7. “Isso não é justo”
A revista ainda ressalta uma situação bem comum no ambiente de trabalho: sermos colocados em situações que não são consideradas “justas”. Um exemplo seria exigirem que você fique depois do seu horário na empresa ou que trabalhe em um final de semana, enquanto seus colegas não são obrigados a isso. Mas, mesmo nessas situações, não diga que “isso não é justo”. Você não sabe a carga de trabalho de seus colegas ou se eles já passaram por esse tipo de situação antes, ou ainda melhor: você não sabe se será recompensado futuramente por isso. Por isso, antes de reclamar, reflita sobre a situação e veja se essa é a melhor maneira de agir.

Fonte: epocanegocios.globo.com

9 dicas para se destacar em uma entrevista de emprego

Primeira dica: seja um stalker da empresa

Recebeu a tão esperada ligação para uma entrevista de emprego? Confira as dicas de Raphael Rezende, recrutador da startup de tecnologia para educação Quero Educação, para se destacar nessa próxima etapa do processo seletivo.

1. Seja um stalker da empresa

Antes de ir à entrevista dê uma stalkeada na empresa. Use e abuse do LinkedIn, pois lá você descobre todas as ações da organização e fica por dentro do clima, missão, valores, mercado que ela atua e os setores ou produtos em que ela mais se destaca. Isso vai lhe proporcionar facilidade em perguntas do tipo: “Por que eu devo te contratar?” Pense nisso!

2. Cuidado com a linguagem não-verbal

O corpo expressa muita coisa, sem dúvida. Às vezes, durante uma entrevista de emprego, você se sente inquieto e nervoso, porém, procure manter-se numa posição estável. Deixe sua coluna reta, não mexa as pernas, dedos, caneta, e o que tiver de mania, pois isso revela ansiedade e, dependendo do recrutador, pode achar que é um ponto negativo. Tem curiosidade no tema? Uma dica é ler o livro “Desvendando os segredos da linguagem corporal”, de Allan e Bárbara Pease.

3. Menos é mais

Ao serem feitas as perguntas, seja sucinto, sem rodeios e nunca invente dados ou conhecimentos, pois isso pode voltar-se contra você, porque o entrevistador pode querer testar sua expertise, o que acontece na maioria das vezes.

4. Não existe roupa certa

Deixamos essa dica para depois propositalmente, sabe por quê? Muitos dizem: Evite roupas curtas ou decotadas, prefira calça jeans e uma blusa social, dependendo do padrão da empresa opte por calça e blusa social, bem isso, não é? Mas se você colocou em prática a dica anterior de forma correta e completa, vai ver que depende muito da empresa. Pense bem, e se você fizer uma entrevista numa Startup descolada e fora da curva como, por exemplo, a Quero Educação ou até mesmo o Google? Pois a política é: NO DRESS CODE! Ou seja, não há uma regra, logo, você pode ir com a roupa que se sentir à vontade. Com isso, você estará falando a mesma língua da empresa e já ganha um ponto. Lembre-se do “crush”, você já sabe de tudo o que ele gosta.

5. Conte suas experiências

Vai chegar esse momento, se não for pelo entrevistador, vai ser por você mesmo, então fale do que você trouxe como benefícios para uma outra empresa, ou alguma situação difícil em que você proporcionou uma ideia que ajudou a empresa. Ah, outra coisa, nunca fale mal da antiga organização e, tampouco de antigos chefes. Lembre-se, você está numa entrevista de emprego. Quem vai querer um funcionário que fala mal da empresa anterior?

6. Mostre ânimo

Mostre ânimo no falar. Parece bobeira, mas aqui os entrevistadores desqualificam muitos candidatos. Não seja afobado, demonstre alegria, empolgação e satisfação em poder participar do processo seletivo.

7. Por que você?

O recrutador pode te indagar por que você, entre tantos talentos, é o candidato ideal para ocupar a vaga. Aqui, você precisa ser muito verdadeiro. Veja em suas qualidades o que de melhor você tem a oferecer. É legal você linkar suas qualidades com o propósito da empresa (você já stalkeou), pois isso conta muito, até porque, qualidades muitos têm, até mesmo iguais as suas. Seja o diferente!

8. Tenha atitude

Demonstre iniciativa e comunicação, principalmente em dinâmicas de grupo. Interaja com os demais participantes, crie ideias estratégicas, não fique em cima do muro, pois o entrevistador pode te colocar contra a parede. Às vezes não queremos nos comprometer com os demais candidatos, mas lembre-se, você está lutando pela vaga, tenha personalidade e tome decisões rápidas.

9. Vença a timidez

Sofre disso? É tímido? Treine bastante para não ficar de escanteio na hora da avaliação. Treine com seus pais, amigos, ursinhos etc. Vale até uma live no Facebook. Formule perguntas e responda como se, de fato, estivesse numa entrevista de emprego. Com isso, a tendência é que você arrase!

Fonte: administradores.com.br

Afinal, as redes sociais devem ser profissionais?

O fato é que, quando dentro de uma empresa, o colaborador faz parte dela seja durante o expediente ou não, inclusive em suas próprias redes sociais

Em pleno século XXI, vivemos dentro do mundo globalizado em que notícias são compartilhadas diária e quase instantaneamente. O mesmo podemos dizer sobre as redes sociais, principalmente quando falamos do usuário brasileiro. Segundo o IBGE, 94,2% dos brasileiros usam a internet para interagir entre si dentro do ambiente digital.

No entanto, vemos que são poucas as pessoas que se atentam ao uso das redes sociais – e dessa vez, não falo de uso exagerado tampouco algo do gênero, o que quero abordar neste artigo é a forma que elas são usadas e os impactos que geram dentro do ambiente de trabalho.

Para demonstrar, podemos citar o vídeo com o caso que causou indignação em níveis mundiais nas últimas semanas, sobre ofensas de cunho sexual proferidas à uma repórter russa por parte dos brasileiros. Tal evento culminou em demissões e repercussão negativa as pessoas que faziam parte daquele grupo.

O fato é que, quando dentro de uma empresa, o colaborador faz parte dela seja durante o expediente ou não, inclusive em suas próprias redes sociais, mesmo quando a opinião pessoal é expressada dentro dela, ele precisa ter a percepção de que não existe algo inteiramente pessoal, uma vez que todas as nossas redes fazem parte da construção de uma imagem pessoal e profissional positiva ou negativa, impactando diretamente sobre como os colegas de trabalho, líderes ou liderados, parceiros e fornecedores passam a ver o colega.

A sensibilidade e a empatia precisam urgentemente permear ambientes como o futebol – que aguça o sentido de pertencimento de uma nação unificada, sem que o indivíduo possa lembrar de muitas outras questões cognitivas, principalmente o bom senso de avaliar a forma como uma atitude individual afeta o entorno coletivamente.

*Allessandra Canuto é especialista em gestão estratégica de conflitos e negociação, facilitação e treinamento para potencializar negócios através do desenvolvimento de pessoas. É sócia e palestrante da AlleaoLado, empresa focada em palestras, treinamentos e consultoria.

Fonte: administradores.com.br

4 lições práticas para se tornar um profissional influente no ambiente corporativo

4 lições práticas para se tornar um profissional influente no ambiente corporativo

Melhor aceitação de ideias, menos barreiras diante de tarefas árduas e visibilidade para os bons resultados. Estes são alguns benefícios que o poder da influência rende à carreira. Mas onde começa a construção dessas qualidades?

“Ter boas ideias que contribuam com a empresa é um passo muito importante para o sucesso profissional. Porém, há ideias que, por melhores que sejam, podem passar por uma certa resistência por parte dos colegas. Compreender e utilizar-se do poder da influência é essencial para conseguir realizar seus objetivos, metas e conquistar mais espaço em seu ambiente de trabalho, ficando cada vez mais próximo da realização profissional. Essa qualidade começa com autoconhecimento, para elencar pontos fortes que podem e devem ser colocados à disposição da companhia e das pessoas de um modo geral”, afirma Lucas Oggiam, gerente sênior da Page Personnel, consultoria global especializada em cargos de nível técnico e suporte à carreira.

Abaixo, confira as dicas do especialista em recrutamento sobre como construir o poder de influência e gerar uma rede favorável ao desenvolvimento pessoal e aos resultados da companhia.

1 – Relacionamento à base de escuta generosa e foco no outro

Ter um bom relacionamento com as pessoas com as quais você precisará se envolver e, possivelmente, convencer de alguma forma é muito importante. Conectar-se a elas deixará todo o processo de convencimento muito mais fácil e natural. O primeiro passo é levantar questões relevantes sobre suas vidas, famílias e interesses. Pessoas que se sintam mais conectadas a você e que te conheçam melhor são, normalmente, muito mais favoráveis às ideias que você possa vir a propor. E lembre-se: você precisa ouvir para ser ouvido, por isto, preste atenção à sua volta e ouça essas pessoas. O mundo moderno não privilegia a escuta. Estamos muito condicionados a falar, mas o respeito, admiração e boa parte da confiança numa relação interpessoal começa pela capacidade de ouvir generosamente o próximo.

2 – O potencial das ideias deve ser macro (é preciso atingir o todo)

Pense como a sua ideia pode beneficiar a empresa, o negócio – desde colegas até gestores e diretores. Esse ponto é importante pois, quando conseguimos atrelar uma ideia com os interesses não apenas nossos, mas também daqueles que possuem voto de decisão, estamos a um passo mais perto de conseguirmos que ele seja aprovado. Pessoas que tem seus interesses contemplados em alguma mudança estão muito mais dispostas a ajudar a torná-la realidade. Quando o todo está envolvido, é muito mais interessante para as pessoas e a para a organização. A ideia de influência jamais pode esbarrar em interesses particulares. Todos precisam se sentir parte de algo saudável ou minimamente interessante.

3 – Apresente dados/cases e exemplos coerentes com o mundo real

Pode ser difícil provar que sua ideia dará certo e que ela é válida, no entanto, tente procurar exemplos de outros lugares que adotaram ideias parecidas e obtiveram sucesso. Muitas vezes apenas a argumentação pura e simples não é suficiente para ter a aprovação de todos. Por conta disto, provas analíticas, contábeis, como uma análise de custo e benefício, um estudo de risco, não necessariamente feitos por outras empresas, mas que possam ser feitos por você, são as provas necessárias para uma mudança de um não para um sim.

4 – Cultive a ética: o valor que sustenta o poder de influência

A questão da influência traz consigo um outro lado: o da ética. É essencial que o poder de influência seja utilizado de forma respeitosa e consciente, sem configurar manipulação ou extorsão dos colegas. Seja positivo e genuíno em sua persuasão e você provavelmente ganhará muito mais facilmente o respeito e suporte das outras pessoas. Ser influente no ambiente de trabalho é um ponto primordial para o sucesso em sua jornada profissional. Dessa forma, tenha sempre em mente essas orientações para que na próxima vez que precisar de aprovação para alguma ideia, ela tenha mais chances de ser aceita.

Fonte: administradores.com.br

Número de funcionários públicos estaduais diminuiu 5% em três anos

O maior percentual de funcionários públicos está no Acre, com 6,8% das pessoas ocupadas trabalhando no setor público

De 2014 para 2017, o número de pessoas ocupadas nas administrações diretas e indiretas dos estados e do Distrito Federal diminuiu 5%, passando de 3,173 milhões para 3,016 milhões no período. O número corresponde a 2% da população com 18 anos ou mais. O maior percentual de funcionários públicos está no Acre, com 6,8% das pessoas ocupadas trabalhando no setor público, seguido de Roraima, com 6,2%, e Amapá, com 6%, além do DF, que tem 6,1%. Na outra ponta, Maranhão e Ceará têm 1,2% das pessoas ocupadas no setor público.

Os dados estão no Perfil dos Estados Brasileiros 2017 (Estadic), que apresenta os dados da Pesquisa de Informações Básicas Estaduais, respondida pelos governos dos estados e do Distrito Federal, divulgada nesta quinta-feira (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Este ano teve enfoque nos temas recursos humanos, habitação, transporte, agropecuária e meio ambiente.

Se for levado em conta apenas a administração direta dos estados e do DF, o número de pessoas ocupadas passou de 2,779 milhões em 2014 para 2,602 milhões em 2017, uma queda de 6,3%. Na administração indireta houve aumento de 4,9%, passando de 393 mil para 413 mil. Quando ao vínculo, 84,5% dos recursos humanos na administração direta eram estatutários no ano passado e 10,3% sem vínculo permanente, além de 3,4% de comissionados, 0,9% de celetistas e 1% de estagiários.

Enquanto Minas Gerais tinha 0,8% do pessoal da administração direta comissionados e o Paraná tinha 1%, a proporção chegava a 14,9% em Roraima e em 36,9% no Tocantins. Já os trabalhadores sem vínculo permanente eram 32,1% no Espírito Santo, 33,8% em Santa Catarina e 34,1% no Mato Grosso, enquanto em Tocantins e em Pernambuco eram 0,2% e no Rio Grande do Sul apenas 0,1%.

Segundo o IBGE, esta quinta edição do trabalho consolida um “sistema avançado de informações sobre governos, descentralização, federalismo, gestão e políticas públicas no Brasil”.

Fonte: administradores.com.br

Por que a crise é importante para as empresas e profissionais?

Por que a crise é importante para as empresas e profissionais?

O que as empresas e profissionais devem fazer na crise! Temos visto e vivido no Brasil um constante cenário de lamentações, reclamações, busca de culpados, busca de responsáveis e bodes expiatórios para a dita crise. Tem crise? Tem! Toda crise é uma rara oportunidade de mudar! Toda mudança é altamente positiva, desde que se esteja preparado para tal.

Quando eu pergunto quem quer mudar? Basicamente todo mundo levanta a mão, porém sempre tem um porém nesta afirmação “mudança sim, desde que seja com o outro”. Mas vejo que temos 3 situações para esta crise:

Situação 01 para aquelas empresas e profissionais que já estão se preparando de longa dada, fazendo todo tipo de análise de mercado e cenário, seja pessimista, provável ou otimista e se preparando para cada uma das mesmas. E estas empresas e profissionais estão sim preparados para passar mais esta crise. Pois adequaram suas empresas e profissionais para estes momentos de apertos e certa retração.

Situação 02 que pode ser para as empresas e profissionais que vão usar a crise para reverem seus negócios (custos, desperdícios, gestão, marketing, comercial, gestão da informação, gestão da qualidade e assim por diante), ou seja vão aproveitar a crise para fazer a limpeza em casa, buscando as melhorias que precisam para aguentar e resistirem a crise e depois que ela acabar, saírem mais preparados e fortificados e conscientes que estar preparado agora e sempre é um diferencial competitivo.

Situação 03 são aqueles que vão continuar a reclamar, lamentar, buscar culpados, fazer baderna, acomodados, demitir funcionários sem critério nenhum, cortar verba de marketing e comunicação, vão voltar para suas tocas, ou seja vão continuar a ficar acomodados, qual vai ser a resultados para eles, o mais obvio, vão cada vez mais entrar no vermelho e vão quebrar. Sim mas o que se pode fazer na crise?

Algumas dicas para aguentar a crise e sair de forma mais fortificada:

Dica 01– Elaborar um planejamento estratégico, traçando o rumo para daqui a alguns anos (definir claramente o ano), fazer um diagnóstico do ambiente externo (oportunidades do mercado externo para a empresa e o profissional, para aproveitar, ameaça do mercado externo para se defender – pontos fortes da empresa e do profissional para potencializar no mercado interno e externo, pontos fracos corrigir imediatamente as mesmas num período muito curto de prazo de tempo), depois identificada uma estratégia (diferenciação – oceano azul – liderança em custos – novos mercados – novos produtos e serviços – vender mais para os clientes atuais e diversificação). Tudo isto colocando nu plano de ação a curto, médio e longo prazo, para buscar estes resultados nos objetivos e metas traçadas.

Dica 02 – Buscar uma redução de custos ou mais propriamente dito a busca pelo desperdício zero que é um canal para jogar diariamente, mensalmente e anualmente muito dinheiro na latrina no lixo, as empresas conseguem isto através de ferramentas de gestão da qualidade, melhoria dos processos, melhoria contínua. Ou seja fechar de uma vez por toda as torneiras do desperdício. Melhoria de processos.

Dica 03 – Investir na melhoria das informações de gestão da empresa e dos profissionais através de sistemas de gestão gerencial (não adianta só melhorar o parque de hardware de uma empresa precisa mudar a gestão da informação, ou seja TI tecnologia da informação). Informação online e em tempo real para tomada de decisões.

Dica 04 – Formar e capacitar os gestores e as equipes, hoje através da internet, EAD, cursos online, DVDs e muitas outras ferramentas tecnológicas (e a custo muito baixo), as empresas e os profissionais podem se preparar em relação ao conhecimento, criatividade, inovação, melhoria contínua, marketing, liderança e assim por diante.

Dica 05 – No marketing rever o plano de marketing e comunicação para identificar claramente quem é o cliente interno e externo, onde ele esta, como ele é (aqui uma pesquisa de mercado vai muito bem para identificar claramente este cliente, e ou novos mercados). Pois hoje se diz que a propaganda certa é a alma do negócio! Em vez de dar tiro de canhão na comunicação e não acertar ninguém é melhor dar um tiro de laser com mira nas redes sociais e estas hoje se bem planejadas e executadas os valores são bem menores que a comunicação do canhão (da massa). Afinal como já dizia o Chacrinha: quem não se comunica se trumbica.

Dica 06 – Na área comercial vender mais para os clientes atuais, pois com toda certeza nem todos os clientes conhecem todos os seus produtos e serviços. Buscar novos mercados, buscar novos canais de distribuição por exemplo com um site de e-commerce hoje é primordial estar na WEB. Quem esta fora esta morto.

Dica 07 – Desenvolver novos produtos e serviços vender eles para os clientes atuais e novos clientes/mercado. E assim podemos ir longe, o que não podemos fazer e se acomodar!!!

Dica 08 – Crise é igual a Oportunidade.

Alexander Baer — Professor de Estatégia de Empresas da IBE Conveniada FGV

Fonte: administradores.com.br