Confira os cargos mais demandados para posições de temporários e terceiros no mercado de trabalho

Empresas ampliam contratação de terceiros e temporários

Dois anos após a reforma trabalhista, as empresas passaram a contratar um volume maior de funcionários terceiros e temporários. É o que aponta levantamento realizado pela Page Interim, unidade de negócio do PageGroup especializada em recrutamento, seleção e administração de profissionais terceirizados e temporários. De acordo com a consultoria, a procura por profissionais com regime de contratação mais flexível registrou aumento de até 215%, como o de recrutador de TI. Os indicadores foram apurados a partir da base de dados dos consultores da Page Interim, que buscaram entender a demanda de alguns cargos nos 24 meses anteriores e posteriores à nova lei.

“Passados dois anos da reforma trabalhista, podemos dizer que as empresas estão mais seguras em relação a algumas possibilidades propostas pela nova regulamentação. Uma dessas vertentes é a possibilidade da contratação de terceiros e temporários, assimilada por boa parte das companhias e expressa na alta demanda que estamos recebendo. É um tipo de movimentação que já era esperada há alguns anos por aqui, especialmente pelo que notamos em outros mercados onde atuamos, onde terceiros e temporários são contratados para muitos projetos. Esse profissional tem as mesmas qualificações que aquele contratado pela CLT, com o diferencial de poder ser avaliado para uma necessidade específica”, analisa Maira Campos, diretora da Page Interim.

De acordo com José Carlos Wahle, sócio da área Trabalhista do Veirano Advogados, a reforma enfrenta mais desafios do que conquistas. “A grande maioria das inovações tem segurança jurídica, em que pesem alguns poucos itens que ainda são questionados perante o Supremo Tribunal Federal. Porém, o efeito prático ainda está abaixo da expectativa. Nem me refiro à expectativa da geração de emprego, porque esta era mesmo um engano. O que gera emprego é o aquecimento das atividades industriais, de serviços e de comércio. A reforma até pode ajudar um cenário aquecido ao permitir que os mesmos direitos sejam ajustados às necessidades do setor ou da região”, analisa.

Ainda de acordo com o advogado, a reforma ainda precisa superar alguns desafios. “Para a maioria dos trabalhadores, esses ajustes dependem de acordos coletivos, mas eles são muito menos numerosos das possibilidades e expectativas porque os sindicatos enfrentam uma severa míngua financeira. A extinção da contribuição obrigatória certamente acabou com os sindicatos-fantasma e puniu os inoperantes, mas por tabela também prejudicou os atuantes, porque não há uma cultura de contribuição voluntária entre os trabalhadores e isso não se cria de um dia para o outro. Parece-me que precisamos de uma nova regra intermediária que preveja pagamento de uma contribuição retributiva pela negociação e consecução de acordos coletivos e até mesmo uma revisão do atual sistema sindical”, completa.

Confira abaixo os cargos mais demandados para posições de temporários e terceiros:

 

Cargo: recrutador de TI

O que faz: Realiza o recrutamento técnico e especializado para a área de T.I.

Perfil da vaga: É esperado um profissional já com bagagem de aquisição de talentos e, ao mesmo tempo, que possua bons conhecimentos de triagem, busca e técnicas de entrevista para a área de T.I.

Salário: R$ 3 mil a R$ 10 mil

Motivo para alta: O “boom” no mercado de tecnologia aliado à competitividade crescente relativa à aquisição, pluralização e utilização de novas tecnologias criou a demanda para um recrutamento especializado e ágil voltado aos profissionais de T.I.

Percentual de aumento: +215%

Cargo: consultor & coordenador comercial

O que faz: Atua como desenvolvedor de negócios, expandindo a base de clientes para oferta dos produtos à venda. Compõe a força de vendas junto ao time de vendas internas, algumas vezes realizando também o processo inicial de qualificação do funil e também gestão de equipe em posições de coordenação ou superior.

Perfil da vaga: Dependendo do tipo de venda (mais ou menos técnica), exige-se algum histórico em vendas especializadas; perfil altamente motivado a resultados, foco e com boa sinergia de equipe.

Salário: a partir de R$ 3 mil + variáveis

Motivo para alta: Com o otimismo de mercado inicial em 2019, ocorreu um aumento em investimento na expansão das equipes comerciais, tanto em segmentos específicos (Bens de Consumo, Digital & Startups) quanto de forma generalizada.

Percentual de aumento:  +157%

Cargo: vendas internas

O que faz: São aceleradores do processo comercial: fazem desde o mapeamento dos tomadores de decisão para qual ocorrerá a venda, prospectando novos parceiros de forma qualificada, como também entrando em contato ou agendando reunião com a equipe comercial, ou operando diretamente na venda e negociação.

Perfil da vaga: Sem preferências de formação acadêmica, são procurados perfis comportamentais altamente motivados, ágeis, voltados para a conversão de resultados e trabalho em equipe.

Salário: R$ 2,5 mil a R$ 4 mil

Motivo para alta: Empresas de nichos específicos – ex: Digital & Startups – estão buscando expansão e escala de forma rápida e assertiva. A construção de um time de vendas internas opera diretamente na procura da redução de custos, aumento da produtividade e diminuição do tempo de processo de vendas.

Percentual de aumento: +144% 

 

Cargo: analista de Customer Service / Experience

O que faz: Atua desde a pré-qualificação nos canais de atendimento, mapeando problemas recorrentes e gargalos de atendimento, como também no entendimento de necessidades e expectativas dos clientes quanto aos produtos e serviços ofertados durante os atendimentos. A capacidade de trazer insights e criar soluções é um ponto altamente diferencial.

Perfil da vaga:  Espera-se uma pessoa extremamente comprometida com qualidade, escuta ativa e inteligente sobre as dores do cliente, assim como capaz de articular solução com os sistemas e equipes presentes na empresa. Perfil multitarefas é valorizado, dado o atendimento de diferentes perfis e canais, assim como senso de urgência e habilidade em prioridades.

Salário: R$ 2 mil a R$ 5 mil

Motivo para alta: Com o crescimento da mentalidade Customer-Centric (organização centrada no cliente) para maior engajamento, retenção e recorrência na base de clientes, esse profissional se torna mais e mais valorizado em tornar a experiência do cliente nos fluxos de atendimento mais prazerosa, ágil e interessante.

Percentual de aumento: +123%

 

Cargo: analista de Departamento Pessoal

O que faz: Supervisiona e realiza as atividades do departamento pessoal:  fluxos de admissões e rescisões, controle de ponto eletrônico, preparação da folha de pagamento, organização de documentações etc.

Perfil da vaga: É esperado um perfil comportamental organizado, pró-ativo, mãos à obra e com foco. Experiência na área varia conforme a senioridade requerida, inglês consta como um diferencial em alguns casos.

Salário: R$ 2 mil a R$ 8 mil

Motivo para alta: Cargo necessário para organização das funções básicas de RH, tanto em empresas crescendo estrutura quanto para motivadores e sazonalidades específicas que requerem certa expertise (ex: E-social).

Percentual de aumento: +75% 

Cargo: analista de qualidade

O que faz: É aquele profissional responsável pela realização de auditorias internas e externas dos produtos que seguem ao mercado, elaborando normas e procedimentos, além de identificar não-conformidades.

Perfil da vaga: Perfil extremamente técnico, do qual é esperado um bom histórico de desempenho e conhecimentos específicos na área.

Salário:  R$ 3 mil a R$ 6 mil

Motivo para alta: Enfoque em qualificação e melhoria de processos nos setores Farmacêutico e Energia devido novas fiscalizações e regras de Anvisa/do mercado, além de implementações em abertura de novas áreas/fábricas.

Percentual de aumento: +75%

 

Cargo: analista contábil

O que faz: Realiza a conciliação contábil, trabalhando com elaboração de demonstrações financeiras e atendimento à auditoria.

Perfil da vaga: Perfil técnico de formação na área com habilidades básicas esperadas (Excel) e diferencial no idioma (inglês), relatório internacional (IFRS, GAP, SOX) e conhecimento em sistemas de gestão empresarial.

Salário: R$ 3 mil a R$ 8 mil

Motivo para alta: Cargo core para vagas interinas pois exige consolidado perfil técnico e se encaixa para diferentes motivadores empresariais na regularização de demandas e picos na área financeira: expansão, fusão, aquisição, (re)estruturação, IPO.

Percentual de aumento: +60%

Cargo: analista fiscal

O que faz: É responsável por toda a cadeia de rotina fiscal, seja em apoio ou execução: cálculo e apuração de impostos diretos e indiretos, geração de guias de recolhimento, conferência de cálculos, entrega de obrigações (Sped Fiscal e Dime) e validação documental.

Perfil da vaga: Perfil técnico de formação na área com habilidades básicas esperadas (Excel) e diferencial no idioma (inglês), e conhecimento em sistemas de gestão empresarial.

Salário: R$ 3 mil a R$ 7 mil

Motivo para alta: Demandas variadas tais como reconciliação fiscal, aumento de volume de notas e cadastro de fornecedores, suporte com apuração de impostos indiretos e sazonalidades de auditorias.

Percentual de aumento: +43% 

Fonte: mundorh.com.br

E de repente, meu emprego sumiu!

A revolução digital está mudando radicalmente o mercado de trabalho a ponto de extinguir milhões de empregos.

A tecnologia é uma das minhas paixões. Em todas as áreas que já atuei desde programação a executivo de vendas, sempre gostei de ler, estudar e entender o impacto de cada nova tecnologia na sociedade e no ser humano.

Aos 40 anos, fiz uma viagem para Israel onde ouvi uma frase que me marcou muito:

“Deixar um legado é mais importante do que deixar uma herança. Afinal, herança é o que deixamos para as pessoas e legado é o que deixamos nas pessoas”.

Fiquei pensando em como eu poderia deixar meu legado e não encontrei uma forma melhor do que falar da minha própria experiência; do que vivi e aprendi nestes mais de 20 anos trabalhando no mercado de tecnologia.

E por que falar disso agora? Porque eu acredito que de fato estamos vivendo em um momento de transformação radical na forma como trabalhamos e nos relacionamos através do uso de novas tecnologias.

A revolução digital está mudando radicalmente o mercado de trabalho a ponto de extinguir milhões de empregos, bem como criar uma infinidade de novas oportunidades nos próximos anos.

Um estudo recente dos economistas Michael Osborne e Carl Frey, da Universidade de Oxford, chamou a atenção do mundo ao apontar que cerca de 45% dos empregos poderão ser eliminados até 2030.

A McKinsey também se aprofundou neste assunto declarando que pelo menos um terço das atividades de 60% da funções que existem no mercado de trabalho mundial poderão ser automatizadas.

Isso significa que entre 400 e 800 milhões de trabalhadores podem ser substituídos pela automação nos próximos 10 anos.

Por fim, o Fórum Econômico Mundial, em Davos, no ano de 2018 reuniu líderes de todo o mundo para debater o que fazer diante da emergente automação industrial e uso crescente da inteligência artificial substituindo milhões de empregos em todo o mundo. Nesse sentido, o impacto na economia mundial poderá ser brutal.

Este artigo não tem como objetivo alardear o fim do emprego, mas sim refletir como a tecnologia tem mudado a forma como trabalhamos e quais oportunidades e novos aprendizados surgirão.

Sim, mesmo empregado e trabalhando em uma das maiores companhias de tecnologia eu já me peguei pensando e refletindo sobre minha função e sua real necessidade, o que eu fazia há 10 anos atrás já não existe mais, e de repente meu emprego sumiu e foi necessário eu me reinventar, ou melhor aprender que para sobreviver neste mercado meu emprego pode sumir todo dia (life long learning)!

E você? Acha que seu emprego vai continuar existindo no futuro ou simplesmente não vê sentido no que faz hoje?

Acredito que estamos vivendo uma grande revolução que irá mudar a forma como trabalhamos. Não entender e não estar aberto a estas mudanças pode gerar uma insatisfação enorme e trazer a perda do sentido de sua vocação profissional.

Nos próximos anos o mercado de trabalho vai mudar e o seu emprego pode desaparecer.

Você está preparado? Se este tema também te interessa te convido a ler meu livro!

Fonte: https://administradores.com.br/

Os ensinamentos de Alice

Um pouco do que Alice pode nos ensinar

Não qualquer Alice, mas a singular Alice do livro de Lewis Carroll, mais conhecida no Brasil como Alice no País das Maravilhas, que nos brinda com frases memoráveis e muito claras quando aplicadas a gestão, pessoas e quiçá tecnologia.

Este texto é uma homenagem a querida Daiana Wendler da Flint Consultoria, que faz uma apresentação singular da Alice e sua transformação no universo corporativo (veja aqui).

“Aonde fica a saída?”, Perguntou Alice ao gato que ria.

”Depende”, respondeu o gato.

”De quê?”, replicou Alice;

”Depende de para onde você quer ir…”

Como esta afirmação deveria povoar nossa essência diariamente: Aonde queremos ir? O que estamos fazendo para chegar lá? Como estruturar o caminho para chegar até lá?

Sem uma definição clara de propósito, estamos fadados apenas a circular pela vida, conforme os propósitos dos outros.

Quando acordei hoje de manhã, eu sabia quem eu era, mas acho que já mudei muitas vezes desde então.

Outra verdade da vida ignorada pela grande maioria: Não somos seres prontos e acabados, somos seres em eterna evolução, crescimento e evolução.

Fugir desta regra é fugir da existência por si mesma.

“Entenda os seus medos, mas jamais deixe que eles sufoquem os seus sonhos.”

Lute, lute e lute. Se tudo está confuso, pare, escute a si mesmo e eleve templos as virtudes da sua essência e masmorras aos vícios que outrora possam ter povoado a tua existência.

Você não deve viver a vida como outras pessoas esperam que você viva; tem que ser sua escolha, pois quando estiver lutando, você estará sozinho…

Somos sempre nós mesmos e o resto é o resto. Daí o porque de buscar a si mesmo é a busca mais importante da nossa vida.

E não pense que isto é algo pessoal, trata-se da verdade profissional mais basilar: Você é um profissional naquilo que já construiu e evoluiu pessoalmente.

Alice: Quanto tempo dura o eterno?

Coelho: As vezes apenas um segundo.

Aprendamos, portanto, a encontrar a nossa evolução e construção todos os dias, todos os instantes, pois o eterno é o agora e não o amanhã ou o que já passou.

“Dizem que o tempo resolve tudo. A questão é: Quanto tempo?.”

E por esta razão, todo tempo é importante, e medir e principalmente compreender o valor do tempo, não apenas monetário, mas com foco naquilo que realmente importa na sua vida: O que você tem feito com o tempo que tem?

Eles dizem que para sobreviver, você precisa ser louco como um chapeleiro. O que por sorte: eu sou.

E no mundo atual, devemos ser como os loucos chapeleiros, pensar de forma disruptiva, ainda que confusa no início, pois depois tudo começa a fazer sentido:

Se eu tivesse um mundo só meu, tudo seria bobagem. Nada seria o que é, porque tudo seria o que não é. E, ao contrário, o que é, não seria. E o que não seria, seria. Entende?

Lei acima algumas vezes. No início confuso, depois tem nexo e sentido.

Assim como é o mundo disruptivo que estamos passando. Sem muito nexo, causalidade e função. Porém, quanto mais nos aprofundamos em compreendeer, ler este universo, mais ele é conexo, simples e direto.

E diante de todas estas verdades do livro e filme, qual será a sua reação e realidade?

Dúvidas e pensar como Alice?

Vida e simplicidade como chapeleiro?

Quiçá sabedoria e observação como gato?

Todas opções são válidas, desde que a premissa singular seja observada:

Então acha que está mudada, não é? — falou a Lagarta.

Receio que sim. — respondeu Alice.

Pois, mudar é regra que deve sempre basilar nossa existência neste universo em constante evolução e inconstância divina.

Alice: Chapeleiro, você me acha louca?

Chapeleiro: Louca, louquinha ! Mas vou te contar um segredo: as melhores pessoas são .

E não tenha medo da mudança, de parecer diferente, diverso daquilo que hoje ainda é posto como certo/reto/ordeiro.

Justamente aos “louquinhos” que devemos a evolução da humanidade!

#SejaDisruptivo #Mude #RepenseosPadrões

​#FraternoAbraço

Fonte: administradores.com.br

Competências Profissionais

“Uma boa comunicação no ambiente de trabalho evita que informações sejam divulgadas de forma inadequada. ”

A comunicação é essencial para o bom funcionamento de uma empresa e melhoria na produtividade dos colaboradores, o seu papel envolve querer, planejar e criar objetivos para alcançar o êxito desejado.

Também compreende uma série de ferramentas que visam manter todos os colaboradores a par do que está acontecendo na empresa, sua missão, visão e valores, planos estratégicos, ações táticas e procedimentos operacionais. Suas quatro funções mais básicas são: controle, motivação, expressão e informação passada.

“O processo de comunicação ocorre no momento em que o emissor emite uma mensagem ao receptor, por intermédio de um meio, através de um canal. O receptor decodificará a mensagem que pode chegar até ele com algum ruído (bloqueio, filtragem) e, então, a partir daí, produzirá o feedback, a resposta àquilo que lhe chegou. (Pinho, 2006).

O que muitos empreendedores ainda não perceberam é que muitas empresas ainda não realizam, de fato, o processo de comunicação adequadamente. Ao analisar o assunto, a justificativa para esses problemas está em pequenos erros de administração na implantação da comunicação como: excesso de informação; falta de envolvimento e participação das pessoas, falhas na comunicação, desmotivação dos funcionários, pouco trabalho em equipe, dificuldade de personalizar mensagens para os diferentes níveis de funcionários e entre outros.

Independentemente do seu cargo ou profissão, aprender a se comunicar adequadamente é fundamental para alcançar sucesso em sua carreira. Se quiser ocupar um cargo de liderança, então, desenvolver essa habilidade vira praticamente uma obrigação. O gestor deve saber como dar um feedback aos seus colaboradores evitando erros de interpretação que provoquem desmotivação, desentendimentos e outros problemas semelhantes.

De maneira geral, melhorar a comunicação no ambiente de trabalho contribui para propor soluções, vender ideias, explicar estratégias, fazer acordos, entre outros, de maneira clara e objetiva. Quem se dedica a isso, aprende a dialogar com as mais diferentes pessoas, seja qual for a sua posição na empresa, e a se sair bem nas mais variadas situações profissionais. Para se expressar corretamente, além de falar ou escrever bem, também é necessário saber ouvir, de modo a compreender efetivamente a opinião do outro.

Percebemos então que a comunicação é uma competência profissional de extrema relevância e é fundamental que a empresa reconheça e incentive, de modo a desenvolve-la de maneira clara e objetiva alcançando a todos os níveis hierárquicos, pois assim, garantirá uma melhor otimização de processos, mais segurança, agilidade no trabalho e credibilidade da imagem da empresa.

Fonte: https://administradores.com.br

A discriminação dos candidatos por meio de testes de seleção

 

Por: Scott Gregory, CEO da Hogan Assessments

Nos últimos tempos, nunca foi tão alto volume do som das acusações e críticas contra os vários tipos de discriminação: racismo, homofobia e outros, no mercado de trabalho e em outros cenários, tornando politicamente incorretos quaisquer demonstrações daquela natureza.

No entanto, no mercado de trabalho, infelizmente, o mais comum é a aplicação de testes de avaliação de personalidade que, carecendo de evidências científicas de validade, reproduzem as discriminações que tanto se critica fora desse cenário.

Neste artigo, o CEO da Hogan Assessments, Scott Gregory, aborda os impactos negativos que avaliações de personalidade com essas deficiências técnicas podem causar nos processos seletivos por serem usadas de maneira inadequadas.

Nos Anos 60, foi criada nos Estados Unidos a famosa EEOC (Comissão de Oportunidades Iguais de Emprego) para criar leis e meios de evitar a discriminação de gênero, raça ou idade. Dois acordos recentes dessa comissão com duas grandes empresas norte-americanas geraram uma preocupação entre recrutadores e especialistas em Recursos Humanos sobre os impactos do uso de avaliações de personalidade na contratação de profissionais.

Assim como todo automóvel, eletrodoméstico ou medicamento pode impactar negativamente a vida das pessoas, se mal fabricado ou usado de maneira inadequada, os testes de seleção podem ser mal desenvolvidos, aplicados sem critério ou propositadamente mal utilizados para impactar negativamente e injustamente a vida e o emprego das pessoas.

Práticas justas

Na Hogan, concordamos com a investigação e intervenção da EEOC em favor dos reclamantes quando qualquer procedimento de seleção resulta em práticas de contratação injustas e discriminatórias, porque nossa pesquisa mostra que avaliações bem desenvolvidas preveem o desempenho no trabalho, e que medidas de personalidade bem desenvolvidas ajudam as empresas a tomarem decisões justas de contratação.

Há duas questões-chave a considerar ao usar qualquer avaliação ou teste de pré-contratação e, na Hogan, incentivamos os usuários de avaliação a atendê-los plenamente. O primeiro é validade. A validade de um teste ou avaliação diz respeito às previsões que podem ser feitas a partir dele. A questão-chave na avaliação de pré-contratação é se há evidência científica de que a avaliação preveja o desempenho no trabalho, a rotatividade, os comportamentos de segurança ou outros resultados de negócios relevantes para um emprego ou família de cargos.

Empregadores devem exigir evidências de validade antes de implementarem estes testes, e essas evidências devem ser produzidas de uma maneira que reflitam os requisitos legislativos de cada país em que atuam. Infelizmente, a indústria de testes não é regulamentada e muitas avaliações desenvolvidas de forma inadequada são vendidas e usadas sem demonstrar que elas preveem algo de valor.

O impacto positivo das avaliações válidas

Esta não é apenas uma questão legal; é prática. Os empregadores usam esses testes porque querem fazer melhores contratações. Fazer melhores contratações requer uma previsão precisa. Previsão precisa fornece valor para a empresa. O valor de uma avaliação é demonstrado por meio de evidências científicas de validade.

No entanto, uma avaliação pode produzir impacto discrimatório ou ser considerada injusta, mesmo quando os estudos de validação são conduzidos profissionalmente. A Hogan acredita que o impacto adverso e a imparcialidade são considerações igualmente críticas para qualquer usuário de avaliação, e há uma ampla pesquisa demonstrando que a avaliação da personalidade, quando desenvolvida e usada adequadamente, raramente resulta em impacto discriminatório. Provedores de avaliação ética fornecerão evidências de validade e uma avaliação estatística do potencial de impacto adverso. Qualquer editor de testes que evite ou se recuse a fornecer tais evidências deve ser visto com suspeita.

Na Hogan, acreditamos que cada candidato deve ser avaliado com testes válidos e justos. Nos últimos 30 anos, temos trabalhado arduamente para democratizar o acesso ao emprego, fornecendo pesquisas de validação que atendam aos mais altos padrões e avaliações profissionais que proporcionam oportunidades iguais com base em qualificações ocupacionais.

E você, já procurou conhecer as evidências cientificas da validade dos testes que tem utilizado em seus processos seletivos, ou prefere ignorar este assunto e assumir que pode estar discriminando candidatos injustamente?

Fonte: http://www.revistadorh.com.br

Controle emocional no ambiente de trabalho

A importância do controle emocional para o desenvolvimento profissional

O ambiente corporativo é naturalmente estressante. Exige muita responsabilidade, cobrança por resultados, assertividade, prazos, orçamentos, metas, aumento da qualidade, redução dos custos, produtividade e excelência nas ações. Além da pressão interna, há também fatores externos que nos afetam igualmente, como mercado, concorrentes, nível de exigência dos clientes.

Por mais que uma empresa invista em um clima organizacional confortável, maduro para tratar os problemas e erros, os pontos destacados no paragrafo acima não deixam de existir, eles continuam a ser inerentes a qualquer empresa que deseja crescer no seu segmento.

Alto nível de cobrança, partes interessadas exigentes e pessoas de todos os lados. Uma variável certa nesta equação são os conflitos interpessoais, afinal, quem nunca perdeu, ou quase perdeu a cabeça com algum colega de trabalho, líder, liderado em meio a toda esta pressão e cobrança? Quem nunca se pegou sendo guiados pelas emoções e externando as negativamente mediante os conflitos no trabalho?

É fácil perceber o quanto é ruim trabalhar com alguém desequilibrado emocionalmente, que não sabe discernir entre o problema e as pessoas, traz o problema de casa para o trabalho, assim como leva o trabalho para casa, destempera o ambiente e produz conflitos todas as vezes que tenta resolver algo.

Definitivamente, este tipo de pessoa (desequilibrado emocionalmente) terá cada vez menos espaço no mercado de trabalho, pois o perfil do profissional do futuro é de um profissional agregador de valor, habilidoso ao negociar com o outro e consigo mesmo, que tenha inteligência emocional.

Dentro do campo da Inteligência Emocional, se faz necessário explorarmos a inteligência intrapessoal, o auto conhecimento e o domínio sobre suas emoções, para que diante do estresse, cobrança e conflitos você se mantenha integro e não seja guiado de forma irracional pelas suas emoções. Isso é possível através do controle emocional.

O que é Controle Emocional?

Controle emocional é a capacidade de discernir seus sentimentos e emoções, desde sua origem e, a partir deste estado de consciência, conseguir agir de forma racional, calculada e razoável, sem deixar se levar pelos impulsos e pensamentos negativos.

Desenvolver esse tipo de controle requer muita prática e está longe de ser uma tarefa fácil. Porém, é importante investir em exercícios e técnicas que melhorem sua saúde emocional, uma vez que ela é capaz de trazer uma série de benefícios, não só para a vida profissional de uma pessoa, mas também para seus relacionamentos em outras esferas.

Como desenvolver o Controle Emocional?

Como dito, Controle Emocional é uma habilidade e pode ser desenvolvida. Não é um dom ou aptidão que alguns possuem, nem mesmo é restrita a alguns perfis comportamentais. Quando não se tem, é pelo desconhecimento e falta de prática. Sendo assim, você pode começar hoje a potencializar esta habilidade através dos exercícios abaixo:

1. Discernindo as emoções

A diferença entre emoção e sentimento é a consciência. Quando você toma consciência de uma emoção, isso se torna em sentimento. Sentimentos ruins, só produzem coisas ruins. Por isso, a ação de discernir qual é a emoção vivenciada em determinado instante é tão importante, pois te permitirá racionalizar para agir, impedido de agir por um impulso das suas emoções. Lembre se sempre, você não é um escravo das suas emoções, você é o Senhor delas.

2. Dê um tempo e respire

A antiga orientação ainda é valida, conte ate 10. Acredite pois funciona mesmo. Pessoas ignorantes, com baixa inteligência emocional e sem controle que respondem prontamente assim que são confrontadas. Quando você esta em uma situação de estresse, em que ocorrer um impacto emocional, seja por qual razão for, pode ocorrer o sequestro da amígdala. O sequestro da amígdala é um termo usado pelo psicólogo Daniel Goleman para explicar este tipo de reação emocional incontrolável. Goleman, como especialista em inteligência emocional, explica que o segredo de nos tornarmos irracionais tem a ver com a falta momentânea e imediata de controle emocional, porque a amígdala assume o comando do cérebro. Nesta situação, a pessoa é completamente guiada pela área do cérebro que controlam as emoções.

Na situação de estresse emocional, se você contar ate 10, vencerá espaço de tempo suficiente para que o seu cérebro racional retome as ações e assim você não agirá como um descontrolado.

3. Aja racionalmente

Nosso cérebro é dividido em sistema límbico e neocórtex. Emoção e razão. Toda decisão e escolha deve ser feita racionalmente, analisando os ganhos e perdas que a escolha traz consigo. Decidir com base em nossas emoções e desejos não é sábio e no futuro nos fará sofrer. É necessário compreender que toda decisão é também uma renuncia e não é possível ter tudo ou menos ainda, agradar a todos. Portanto, use de momentos estratégicos para decidir sobre tudo na sua vida, tanto no ambiente de trabalho como na sua vida pessoal.

4. Seja empático

Muito se fala sobre empatia, mas há uma observação essencial no exercício de se colocar no lugar do outro. De nada vale a empatia sem também considerar a realidade do outro e sua capacidade de compreender o mundo. A empatia começa deste ponto, de se colocar no lugar do outro a partir da compreensão do outro, e não da minha, para compreender como ele percebe as situações e assim discernir o por que ele pensa e age de determinada forma. Isso te fará aceitar mais as pessoas e seus defeitos, ser mais tolerante a aceitação aos erros dos outros.

5. Você não precisa decidir agora

Responder ou reagir a qualquer demanda com a emoção a flor da pele não é inteligente. Você precisa ter como premissa para a vida o direito de decidir em momentos propícios. Decidir influenciado pelas suas emoções te levará a escolher errado, fazer o que não deve e ferir as pessoas, como já dito aqui.

Por último, fique atento a uma coisa, controle emocional é como um tanque de combustível, quanto mais você usa, menos você tem. Seja inteligente a ponto de discernir também o seu limite emocional, e ao chegar neste ponto pare tudo, não faça mais reuniões, não tome decisões, não resolva conflitos. Pare tudo e descanse, ate seu tanque encher.

Uma boa dica é deixar sempre grandes conflitos, reuniões difíceis e grandes negociações para serem feitas sempre no inicio do dia, quando seu tanque de controle emocional for maior e nunca o contrato.

Desenvolva essa habilidade e seja uma pessoa e um profissional melhor.

Fonte: administradores.com.br

As 30 perguntas mais curiosas de entrevistas de emprego

A insegurança durante uma entrevista de emprego é comum para muita gente. Não saber quais perguntas serão feitas pelo recrutador pode trazer muita ansiedade. Indagações como ‘fale sobre você’, ‘qual é o seu ponto fraco?’ e ‘qual a sua qualidade?’ são comuns — e a maioria das pessoas se preparam para isso. Mas e quando as perguntas são fora do convencional? Quais são elas? Um levantamento feito pelo site de recrutamento e carreira Glassdoor listou os questionamentos mais curiosos feitos para candidatos em entrevistas de emprego. As perguntas foram postadas na plataforma por candidatos no Brasil entre os dias 1 de julho de 2017 e 1 de julho de 2019.

Confira.

2. Qual seria o seu posicionamento se o seu chefe mandasse você fazer uma atividade que não seria a mais correta?

3. Você prefere lutar com um pato do tamanho de um urso ou com cem ursos do tamanho de um pato?

4. Quantas bolas de tênis caberiam dentro de um Fusca?

5. Qual a população de mulheres esperada para o Brasil em 2020?

6. Faça uma bula de remédio.

7. Que desculpa você deu para faltar ao trabalho e vir para a entrevista?

8. Como você daria um feedback negativo da entrevista para você mesmo?

9. Quem na dinâmica você não contrataria e por quê?

10. Como o Google ganha dinheiro?

11. O que você acha que outro candidato diria para você agora?

12. Em que você contribuiu para a sociedade até hoje?

13. Quantas bolas de basquete cabem num estádio de futebol?

14. Qual é o seu meme favorito?

15. Como você faria para organizar um jantar para 40 pessoas para daqui a dois dias?

16. Como você faz do Brasil um país melhor?

17. Como você lidará com seu maior defeito durante as atividades da empresa?

18. Considerando que você possui uma caixa de entrada com mais de 1.000 e-mails não lidos e só pode responder a 10 e-mails, como você faria para escolher os e-mails a serem respondidos?

19. Como você faria um plano de negócios sem dados nenhum, apenas com suposições?

20. Qual dos dois você prefere: piano ou guitarra?

21. Se você fosse um objeto, qual seria?

22. Se você fosse uma comida, qual seria?

23. Se você fosse um remédio, como seria (composição, indicação, contraindicação, reações)?

24. Se você fosse um filme, qual seria?

25. Se você fosse um super-herói, qual seria?

26. Que tipo de animal você seria e por quê?

27. Que personagem histórico você seria?

28. Se você fosse uma fruta, qual seria?

29. Se você fosse um biscoito, qual biscoito seria ?

30. Qual produto da empresa você seria?

Dica

De acordo com Luciana Caletti, vice-presidente do Glassdoor na América Latina, essas perguntas são utilizadas para traçar a personalidade do candidato. Não existe resposta certa. “A maioria dessas perguntas envolve a resolução de problemas incomuns, o que pode ser muito útil para avaliar a capacidade de raciocínio e a criatividade do candidato. Geralmente não existem respostas certas ou erradas ― o que importa é como a pessoa chegou até elas”, diz Luciana Caletti, vice-presidente do Glassdoor na América Latina.

No entanto, diz Luciana, os recrutadores precisam usar esse tipo de pergunta com cuidado: “Questões curiosas podem ser uma ótima ferramenta para obter mais informações sobre um candidato. Mas, se o entrevistador não tiver um objetivo claro, lançar uma pergunta dessas pode ser inútil e, em alguns casos, até embaraçoso”, afirma.

Fonte: https://newtrade.com.br