Passou dos 40? Você pode mais!

Ao passar dos 40 anos muitos profissionais se questionam. A idade pode ser um fator determinante? Guiar a carreira para o sucesso é um desafio contínuo

O profissional atinge a faixa dos 40 anos e trabalhou até aqui, tanto na iniciativa privada quanto na atividade de empreendedor, certamente já desenvolveu boas habilidades profissionais, adquiriu “pele grossa”, como se diz, no sentido de desenvolver resistências diante das intempéries do cotidiano das empresas.

Um novo elemento, o peso dos anos por exemplo, pode, em certos casos, provocar algum temor, certa insegurança pessoal nos profissionais. Daí vem – ou poderão vir – alguns questionamentos. Estou velho, ou velha, para assumir novas posições na carreira? Posso ir mais longe do ponto em que hoje me situo na profissão?

O dia a dia das organizações exige dos profissionais um bom equilíbrio emocional para manter o intenso ritmo de trabalho, enfrentar os desafios frequentes e mais ainda, manter a inteligência emocional para “administrar” psicologicamente situações como esta da percepção da idade avançada.

Nesse sentido, a atividade de Mentoria, a orientação de carreira, é a ferramenta que ajuda na administração das tensões da vida profissional cotidiana. Influência a autoestima, a motivação e autoconfiança.

Crescer é o ato de se expandir, de se desdobrar em direção às grandezas de ambientes seguros e ilimitados. Para isso, é necessário criar um ambiente adequado, por meio da construção de caminhos emocionais capazes de tornar a sua jornada profissional o mais livre possível de fronteiras.

Independentemente do seu estado civil, sua idade ou potencial intelectual, você pode transformar as suas perspectivas de crescimento.

A mudança, como se diz, é uma porta que se abre pelo lado de dentro.

Fonte: https://administradores.com.br

Sem estresse: 3 dicas de como manter a calma no trabalho

Dicas para manter a calma no trabalho

Como lidar com o estresse no trabalho? Tenho certeza que esta é uma das perguntas que mais passam pela cabeça dos diversos tipos de profissionais ao redor do mundo. Isso porque são tantas as situações que capazes de nos tirar a calma no dia a dia de nossa carreira, que precisamos encontrar mecanismos eficientes para eliminar ao máximo o estresse e assim conseguirmos manter o equilíbrio emocional, tanto no ambiente profissional, quanto em nossas vidas pessoais.

Digo isso, pois por se tratar de algo de extrema importância em nossa existência, precisamos encontrar maneiras de preservar o nosso trabalho e carreira, para que assim possamos nos tornar seres mais plenos e realizados em nossa jornada evolutiva.

Pensando nisso, hoje resolvi compartilhar com você 3 dicas mega eficientes para que você mantenha a calma em seu ambiente de trabalho e conduza os acontecimentos de sua vida de maneira mais leve e positiva.

Dicas de como manter a calma no trabalho

 

1- Evite levar para o lado pessoal

No ambiente de trabalho é preciso entender que o que ali acontece, ali deve permanecer e ser resolvido. Se você não conseguiu alcançar aquela meta desejada, se acabou se desentendendo com algum colega, se a sua produtividade está abaixo da média, se não está sendo remunerado como gostaria, se sente-se sobrecarregado e desmotivado, ou qualquer outra situação esteja lhe tirando a calma e deixando-o estressado, procure resolver o que lhe incomoda ali mesmo, no trabalho, para que estes problemas não extrapolam para a sua vida pessoal e acabem afetando o seu bem-estar fora da empresa em que trabalha.

2 – Vale a pena se estressar?

Tenha esta pergunta como um mantra em sua vida todas as vezes que surgirem situações que tenham o potencial de lhe tirar a calma, não só no trabalho, mas também em sua vida pessoal. Quando você pondera, consegue analisar as questões que lhe incomodam com a clareza que a raiva e o estresse lhe roubam.

Assim, todas as vezes que se pergunta se vale a pena se estressar por alguma coisa que por ventura você não consegue resolver naquele momento, você passar a respirar fundo e entender que está fazendo tudo o que pode para solucionar e se ajudar. Além disso, você determina a importância do assunto em questão e, se ele não tiver a relevância que você estava dando enquanto estava com raiva, passa a compreender que não compensa perder a sua paz por algo pequeno.

3- Mantenha a positividade

Por mais que a situação seja estressante, procure se manter otimista e positivo. Acredite que as coisas tomarão rumos melhores. Se for o caso, pare uns instantes e busque lembranças felizes, momentos agradáveis que você tenha vivido durante a semana. Isso te deixará relaxado e com melhores expectativas com relação a situação a ser enfrentada.

Uma dica de ouro: Respire!

Por mais que no título diga que são três dicas, resolvi compartilhar mais uma, que acredito também ser essencial para que você consiga eliminar ainda mais os momentos de estresse no trabalho. A minha dica é que todas as vezes que surgir algo que você perceba que vai lhe tirar do sério, você pare por alguns instantes, de preferência fique em algum lugar sozinho e respire fundo.

A respiração, como muitas vezes já falei, não só em meus artigos e livros, como também em meus treinamentos, é um exercício poderoso, capaz de lhe proporcionar momentos de calma, principalmente quando você estiver se sentindo, não só estressado ou com raiva, mas também triste, ansioso e desanimado.

Ela faz com que você mantenha o seu cérebro oxigenado, o que vai fazendo com a calma volte aos poucos e você comece a enxergar tudo ao seu redor com mais clareza e menos preocupação. Experimente inserir esta prática em seu dia a dia e observe as transformações que ela pode lhe proporcionar!

A vida pessoal também pode afetar

Por mais que passemos a vida toda tentando evitar a mistura da vida profissional com a vida pessoal fica quase impossível separar uma da outra, principalmente quando uma das duas não vai bem e enfrenta problemas com frequência.

Dessa maneira, existem situações que estão fora do ambiente de trabalho, mas que podem afetá-lo como se fizessem parte dele. Uma briga com familiares ou amigos, endividamento, algum ente querido passando por problemas de saúde, entre outras questões, podem afetar a nossa saúde e fazer com que acabemos nos estressando e perdendo a calma no lugar onde passamos grande parte de nossas vidas: o trabalho.

Para lidar com isso é preciso bastante calma e resiliência, principalmente para entender que, independentemente do problema ou situação, eles passam e em algum momento tudo se resolve. Sendo assim, nada de se desesperar e levar para o trabalho algo que está acontecendo fora dele, pois isso só vai prejudicar a sua carreira profissional e deixá-lo ainda mais estressado.

E você já passou por situações parecidas? Quais foram as medidas adotadas que trouxeram bons resultados? Use o espaço abaixo para nos contar a sua opinião e a sua experiência sobre o assunto. E se este conteúdo te ajudou de forma positiva e você acredita que ajudará outras pessoas, curta e compartilhe em suas redes sociais.

Fonte: ibccoaching.com.br

Sanguessugas e parasitas: eles não sumiram do ambiente profissional

Em pleno século 21, sanguessugas e parasitas continuam mais vivos do que nunca

Assim como eu, até há pouco tempo, muitas pessoas imaginavam que parasitas e sanguessugas humanos haviam sido extintos da face da Terra. Em pleno século 21, eles continuam mais vivos do que nunca. Acredite nisso. A competitividade no mercado de trabalho conseguiu reduzi-los, mas não eliminá-los por completo.

Parasitas ou parasitos, segundo o Aurélio, são organismos que, pelo menos em uma fase do seu desenvolvimento, encontram-se ligados à superfície ou ao interior de outro organismo, do qual obtêm a totalidade ou parte dos seus nutrientes. Refere-se também ao indivíduo que não trabalha, habituado a viver à custa alheia.

Sanguessugas, por sua vez, são vermes que habitam as águas doces e tem ventosas com as quais se liga aos animais com o propósito de sugar-lhes o sangue. Refere-se também aos indivíduos que exploram outras pessoas pedindo constantemente bens ou dinheiro, sem nada lhes oferecer em troca.

Diferente dos seres humanos, parasitas e sanguessugas expressam sua natureza de maneira espontânea. Eles são o que são, portanto, fazem o que fazem de maneira inconsciente há milhões de anos. Se fosse possível dizer a eles que isso é antiético, deselegante ou imoral, nada mudaria.

Diferente dos parasitas e sanguessugas, os seres humanos expressam sua natureza de maneira espontânea e consciente. Obviamente, alguns são mais caras-de-pau e o fazem com certa naturalidade, a ponto de simpatizarmos com eles. Outros vão descobrindo aos poucos que riqueza e fraqueza, quando associadas, são fontes inesgotáveis de recursos, portanto, um excelente hospedeiro.

Ninguém está livre de parasitas e sanguessugas. Em geral, são pessoas simpáticas, sempre dispostas a ajudar, prontas para qualquer tipo de serviço ainda que isso possa lhes custar a reputação, mas nunca a do seu fiel hospedeiro, afinal, não se pode esvair a fonte de onde extraem seus recursos.

Por um lado, eles se valem da força, do dinheiro, da posição ou do status do seu hospedeiro na sociedade para influenciar, obter vantagens, expropriar alguém, negociar favores ou até mesmo para esconder as bobagens e fragilidades de si mesmo e de quem lhe provém o sustento, quando necessário.

Por outro, eles também se valem da fraqueza, da inconstância, da incapacidade de reação e da triste dependência da opinião alheia para conduzir o hospedeiro aonde quiserem. É lamentável, porém, um prato cheio para eles, afinal, são incapazes de sobreviver por conta própria e risco.

Parasitas e sanguessugas naturais destroem seus hospedeiros em pouco tempo com a mesma facilidade com que se instalam neles. Parasitas e sanguessugas humanos destroem fortunas, amizades, carreiras, famílias inteiras, sem se dar conta de que bens e dinheiro são finitos. Isso pouco importa, pois, quando acontece, é possível que consigam migrar com facilidade para hospedeiros mais frágeis, disponíveis aos milhares na face da Terra.

É difícil livrar-se deles, principalmente, quando se tem bens e dinheiro, mas não opinião própria. Posses mascaram a fragilidade do espírito, pelo menos enquanto existirem a ponto de não colocarem o a sobrevivência do hospedeiro em risco.

Por essas e outras razões, parasitas e sanguessugas sobrevivem por anos a fio na mesma condição, em todos os lugares da nossa sociedade: sindicatos, empresas de natureza pública e privada, ONGs e instituições políticas de qualquer natureza.

Eles são incorrigíveis, capazes de levantar uma bandeira e ostentar uma posição da qual não são merecedores apenas para não perder a condição de sobrevivência que jamais conseguiriam sustentar se tivessem de fazê-lo por conta própria.

Por fim, lembre-se, é bem mais fácil e mais seguro mantê-los à distância do que livrar-se deles quando estiverem instalados confortavelmente na sua vida. Estou certo de você tem amor próprio, orgulho e força suficiente para seguir andando com suas próprias pernas.

Pense nisso e seja feliz!

Fonte: https://administradores.com.br

4 sinais que podem indicar uma demissão

Para evitar uma demissão surpresa, especialista afirma que é preciso estar bastante atento ao entorno e aos feedbacks

Um “clima” diferente na empresa e uma chamada para uma reunião inesperada. Para muitos trabalhadores, esses são os únicos acontecimentos que precedem uma demissão surpresa. Mas será que as empresas e chefes não dão outros sinais de que uma demissão está no horizonte?

“É claro que muitas demissões são motivadas por cortes de gastos com pessoal, mas nem sempre. Às vezes, o profissional simplesmente não está performando como o esperado ou apresenta algum problema comportamental e o gestor decide substituí-lo”, explica Marcelle Neves Oliveira, Gerente de Desenvolvimento Organizacional da Luandre.

Para se prevenir de uma situação como essa é preciso estar bastante atento ao entorno e aos feedbacks. Para Marcelle, também é importante não confundir uma percepção baseada em fatos com paranoia. “Ir trabalhar com insegurança de ser dispensado a qualquer momento só vai atrapalhar, mas em alguns casos não é somente receio, fatos podem realmente estar antecipando uma demissão”, afirma.

Para entender quando é apenas medo ou quando há algo estranho, a especialista em RH elenca alguns indícios de quando a demissão está no horizonte:

Mudança de tratamento por parte do chefe direto

Respostas enviesadas, chamadas de atenção e até mesmo uma postura de menos atenção, como um “não-convite” para um call ou reunião são indicações claras de que algo não vai bem. “Neste caso, pode ser que o gestor ainda não tenha uma decisão tomada, mas esteja inclinado a avaliar outra contratação, por este motivo uma conversa franca e educada sobre o que está acontecendo e o que pode ser melhorado pode salvar o emprego”, explica Marcelle Neves.

Rádio-peão

Um colega pode estar ciente da demissão por conta de alguma conexão com outros gestores e acabar contando “a novidade” na tentativa de alertar e fazê-lo ir atrás de outra oportunidade. Isso, porém, só vai gerar mais ansiedade no colaborador, que vai começar a trabalhar com angústia e ressentimento. “Não é demissão até que seja anunciada, por isso, uma conversa assertiva, porém calma e sem rispidez, pode reverter uma situação ruim sim”, diz a especialista em RH.

Treinamento de outro profissional

Não é o comum, mas algumas empresas começam a entrevistar ou testar outros profissionais antes de demitir o que não está mais agradando, então, vale ficar atento a vagas que são publicadas pela empresa em redes sociais com as mesmas atribuições do cargo e até mesmo ao que parece ser o treinamento de alguém para as mesmas funções, quando é sabido que não há mais vagas na empresa com as mesmas características.

Segundo Marcelle quando isso acontece a conversa pode ser feita, mas infelizmente a decisão já praticamente certa e o melhor é ir pesquisando novas vagas.

Autoanálise

Além destas situações externas, a especialista da Luandre destaca que o profissional deve também fazer uma autoanálise para entender se seu rendimento baixou, se seu comportamento na empresa com os colegas e com os gestores, mudou, e quais seriam as causas para tanto, uma promoção que não veio, a falta de motivação pelo excesso de trabalho ou pela falta de novos desafios, ou qualquer coisa que não esteja satisfatória. “Muitas vezes nos sabotamos por insatisfação. Mais que a análise do ambiente, o entendimento de si próprio e do que é preciso mudar ou melhorar é fundamental”, conclui Marcelle.

Fonte: https://administradores.com.br

Que líder você quer ser: contagiante ou contagioso?

Descubra porquê não saber motivar a sua equipe é um dos principais causadores de toxinas hoje no ambiente de trabalho.

Durante toda uma vida você trabalha duro e busca fazer o seu melhor para chegar à excelência, certo?

O engraçado é que quanto mais qualidade tem a execução do seu trabalho, mais invisível você fica aos olhos dos seus líderes. Já parou para pensar nisso? E com os seus liderados, não funciona diferente. O efeito acontece em cadeia. Como assim?

Parece que ser excelente há muito que se tornou obrigação, e as pessoas só percebem que ali estamos, quando saímos, por algum motivo, da linha da excelência.

Quando falamos de excelência, existe um paradoxo que poderia ser longamente discutido. Investimos nosso principal orçamento de treinamento em quem? Nos funcionários meia-boca. Para que eles se tornem um pouco melhores. Mas, e os muito bons? Quando é que vamos investir para que eles se tornem excelentes? E não estou falando só de recursos financeiros, estou falando de tempo também, viu?

O maior inimigo do excelente é e sempre será o muito bom. E este é um dos principais motivos de frustração dos nossos melhores talentos. Isso pode ser muito mais tóxico do que você imagina. Eles vão embora porque não os enxergamos. E sabe por que fazemos isso? Porque eles estão desempenhando muito bem as suas tarefas. E geralmente reclamam que só existem para você quando acontece algum problema. Seria esta uma verdade?

Uma nova motivação

É o momento de reinventarmos a motivação, porque não saber motivar a sua equipe é um dos principais causadores de toxinas hoje no ambiente de trabalho. Pessoas desmotivadas deixam de produzir bem, sentem-se desvalorizadas e acabam indo buscar atenção em outro lugar.

Com Fernanda, uma das mais talentosas gerentes de projetos de uma multinacional de Campinas, não foi muito diferente. Cansada de ouvir a sua líder dizer que tudo o que entregava para ela “andava sozinho”, ela se sentia completamente abandonada e sem feedback, apesar de saber que o fato de receber os melhores projetos da empresa já era um feedback positivo.

Ela se sentia sufocada com tanto trabalho, sem tempo para nada, sozinha, sem ter com quem dividir as coisas reclamava que a chefe nunca tinha tempo para ela, porque estava sempre ensinando os outros a fazerem as coisas que ela já sabia. Então, acabava trabalhando por cinco e não achava justo isso. Quem não sabia fazer, tinha um terço do seu trabalho e ela acabava pagando a conta de todo mundo.

A angústia de Fernanda não é rara de acontecer. O fato é que fazemos gestão de expectativas o tempo todo. Ela esperava, ao conversar com a sua líder e expor seus sentimentos, um pouco de compreensão. Porém, a reação foi contrária. “Você deveria ficar feliz por eu confiar cegamente em você. Vejo esta conversa como falta de gratidão da sua parte”. Ou seja, de um lado, a expectativa era de reconhecimento, e do outro, gratidão.

Em pouco tempo, Fernanda foi embora, e até hoje aquela líder não se conforma como ela pôde ter deixado escapar tamanha oportunidade.

Emoções Tóxicas

As emoções são parte da condição humana e inerentes em qualquer meio empresarial. O impacto delas muitas vezes é ignorado em função da busca implacável por resultados.

Toxinas não surgem necessariamente de coisas más, como assédio moral, verbal, virtual ou sexual, ainda que esses sejam os mais comuns. Superproteção, férias forçadas, promessas não cumpridas, excesso de amor, ou todo e qualquer sentimento que, intencionalmente ou não, sufoque, cause qualquer tipo de angústia ou dor, podem se transformar em toxinas.

Marcus Buckingham, uma das autoridades mundiais em produtividade, gerenciamento e liderança, afirma que se quisermos que as pessoas cresçam devemos apostar e investir nos seus pontos fortes. É por isso que existem bons líderes e líderes medianos no mercado. E qual a ligação entre funcionários engajados, produtividade, lucro, satisfação do cliente e taxa de turnover? Buckingham dá a dica: boas equipes têm sempre um grande gerente. E a duração da permanência de um profissional em uma empresa depende muito da qualidade de sua liderança.

Ele explica que a diferença entre grandes gerentes e outros medianos é que os grandes focam nas fortalezas, enquanto os pequenos trabalham nas fraquezas, identificando os pontos fracos dos funcionários e buscando falhas para serem remediadas. Além de acabar com a autoestima individual, este líder mediano mantém o foco justamente no fracasso, o que acontece na maioria das empresas do mundo.

Em sua pesquisa iniciada com uma sondagem de 80 mil gerentes conduzida pela Gallup Organization, seguida de estudos minuciosos com entrevistas junto aos líderes de maior desempenho do mundo, constatou que apesar de haver tantos estilos de gestão quanto o número de gerentes, há uma qualidade que diferencia os realmente grandes: descobrir o que é peculiar a cada pessoa e tirar proveito disso. Ele compara a um jogo de xadrez, afirmando que um gerente típico joga damas, enquanto o grande gerente joga xadrez.

Que tal? Que tipo de jogo você quer jogar? Que tipo de líder você quer ser: contagiante ou contagioso? A decisão está em suas mãos!

Fonte: administradores.com.br

Voltei de férias e, cadê o emprego que estava aqui?

Conheça 5 atitudes para mudar esse quadro

Retorno das férias, sol, mar, várias recordações e aquele bronzeado de dar inveja, agora é o momento de retomar a rotina, encarar os desafios com todo o gás, voltar ao trabalho … ops, mas eis que você foi surpreendido e: Cadê o emprego que estava aqui? Você viveu ou conhece alguém que passou por situação semelhante? Algumas pessoas até me procuraram antes das férias se questionando: “- Ai meu Deus, será que na volta ainda terei o meu emprego?”, fiquei pensando em como um momento que era para ser somente de alegria e satisfação acaba virando um motivo de angústia e preocupação. Por que isso acontece?

Tenha consciência de que as coisas no trabalho quase nunca mudam da noite para o dia, isso significa que a sua demissão pode ser resultante de uma sucessão de fatores, como: comportamento negligente, postura inadequada, falta de atitude, excesso de problemas deixados para os outros resolverem no seu lugar, que, acumulados, contribuíram substancialmente para o seu desligamento.

Assim, para que você possa aproveitar melhor ainda as suas próximas férias, reduzindo sensivelmente a possibilidade de surpresas desagradáveis durante a sua volta, sugiro desenvolver um padrão comportamental que faça a diferença a seu favor no trabalho e na sua carreira:

1- Atenção aos feedbacks: Concordo que nem todos são bem-vindos, alguns podem ser até injustos, mas ouvir e avaliá-los, nunca é demais, eu, particularmente, parto do pressuposto de que a pessoa que tem coragem de me dar um feedback é muito generosa, porque poderia ver algo e deixar quieto, sem se importar, mas ocupou o seu tempo me chamando a atenção para o fato, pode ser que se importe genuinamente comigo, se for o meu chefe, mais ainda, tenho que me preocupar é se ele me “deixar em paz” e parar de me chamar. Lembre-se: Humildade nunca é demais!

2- Procure aprender e reaprender sempre: Você não precisa ser o último biscoito do pacote, nem o sabe-tudo, menos ainda o faz-tudo, entenda que todos somos passíveis de falhas, portanto, procure aprender o que você não sabe e reaprender (de forma melhorada) aquilo que já sabe e faz bem. Saiba que a sua acomodação é o princípio do fim.

3- Pontualidade: O horário faz parte das regras do jogo? Então não dê motivos para depois chamar de “azar” o que foi negligenciado. A sua pontualidade está sob o seu controle, nada tem a ver com falta de sorte, é uma questão de postura profissional respeitar os horários acertados e previamente definidos, afinal, todos estão atentos (inclusive os seus colegas de trabalho). Conclusão: Um gesto, uma atitude, dizem mais a seu respeito do que imagina. Cuide-se!

4- Coloque sentimento em seu trabalho: Parece clichê, mas pare para pensar: Você, o tempo inteiro está sendo observado e a pior coisa em um profissional é um trabalho “insosso” e apático, realizado sem o menor prazer, feito só por fazer, confesso que sinto náuseas só de narrá-los, porque tenho funcionário e algumas vezes me pego com um trabalho desses, feito sem o menor tesão. Acredito que não há nada mais triste do que, dia após dia, fazer mais do mesmo.

5- Entusiasmo: é o oposto da falta de tesão, nesse caso, melhor citar um exemplo prático: Essa semana, em meio a problemas com a internet, chamei um profissional da área de informática para avaliar o nosso parque tecnológico, poderia ser só mais um job, um freela, ou simplesmente resolver o problema de velocidade, mas não para o Paulinho (Schummi), que, antes de colocar a mão na massa, avaliou criteriosamente toda a situação, me pediu licença e que eu não me preocupasse, minutos depois, me surpreendi, pois o cara estava com uma vassoura nas mãos, limpando o ambiente atrás dos móveis, os cabos todos organizados, as portas do switch todas sinalizadas, a chave do hack devidamente presa ao equipamento para evitar o risco de perde-la e a internet, lógico, mais rápida. No dia seguinte, entrou em contato para saber se estava tudo bem e se eu estaria precisando de algo mais. Ao final, com a vaidade de um grande artista, orgulhando-se da sua obra, entrega um relatório completo e afirma: Esse é o meu padrão, não aceito fazer menos que o melhor!

Fonte: administradores.com.br

 

 

Pesquisa mostra os setores com funcionários mais satisfeitos

Mais de 600 mil avaliações de funcionários foram consideradas na análise

O setor de serviços financeiros é o que reúne os funcionários mais satisfeitos com o trabalho de acordo com levantamento feito pelo Love Mondays, plataforma em que profissionais avaliam as empresas onde trabalham. A análise considerou mais de 670 mil avaliações publicadas na plataforma entre março de 2018 e fevereiro de 2019 e chegou à lista dos setores com os funcionários mais felizes em cada quesito avaliado na plataforma (Satisfação geral, Remuneração e benefícios, Oportunidade de carreira, Cultura da empresa e Qualidade de vida). As notas variam 1 a 5, sendo 1 muito insatisfeito e 5 muito satisfeito.

“Queríamos entender se diferentes setores apresentavam notas muito diferentes de satisfação dos funcionários, bem como comparar as notas em diferentes quesitos para um mesmo setor. Assim, conseguiríamos um retrato de como o brasileiro tem se sentido em relação ao seu trabalho, respeitando as particularidades de cada área”, explica Luciana Caletti, co-fundadora e CEO do Love Mondays.

Considerando as médias gerais de todos os setores, o critério “Oportunidade de carreira”, que indica a percepção sobre as perspectivas de crescimento dentro da empresa, foi o que teve a nota mais baixa. De todos os 16 setores avaliados, somente o de serviços financeiros teve pontuação maior que 3 nesse quesito. “Esse é sempre um fator crítico nas avaliações das empresas. Os profissionais anseiam crescer na carreira, superar desafios e se desenvolver. De acordo com uma pesquisa que fizemos em março com mais de 17 mil usuários, isso é o que mais de 40% deles mais valorizam na vida profissional”, afirma Caletti.

“Gostaríamos de ressaltar que esses dados apresentam números mais gerais, e que para saber como é trabalhar em determinada empresa o ideal é pesquisar sobre aquele ambiente de trabalho específico, na área em que o profissional pretende atuar. Nossa plataforma apresenta esses dados gratuitamente, bem como comentários de prós e contras de cada companhia”, completa.

Confira abaixo o ranking completo:

Fonte: administradores.com.br