Como conduzir conversas corajosas na vida

Conversas corajosas são todas aquelas que precisamos ter com nós mesmos ou com os outros e que por uma série de “razões” sempre adiamos.

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“Só nos tornamos homem quando nos superamos” (Aristóteles)

A partir de nosso contínuo amadurecimento pessoal e experiência profissional, fica cada vez mais claro para nós que a importância em se ter conversas corajosas. Mas afinal, o que são estas conversas? São todas aquelas que precisamos ter com nós mesmos ou com os outros e que por uma série de “razões” sempre adiamos.

Atualmente a sociedade vive a síndrome do “silêncio perturbador”. Podemos encontrar em todo tipo de núcleo social situações veladas, relacionamentos disfuncionais e sofrimento. Encontramos um paradoxo bem contemporâneo: de um lado é possível perceber pessoas com muito barulho interior, levando-as à surdez social e do outro, curiosamente, uma liberdade de expressão que desvirtua as relações. Com o fenômeno das mídias sociais os “fantasmas” são exacerbados. Testemunhamos uma época na qual todos têm opinião sobre tudo, julgam instantaneamente, fazem ataques gratuitos sem freio e são senhores da “verdade”. E é neste momento que a temperança dá lugar à intolerância. Expressar-se sem filtro ou reflexão não tem nada a ver com conversas corajosas.

A evolução humana acontece em ciclos. E hoje, enxergamos que passamos por um ponto de ruptura, onde nossa capacidade de conviver é continuamente testada. O dia-a-dia profissional faz-nos observar um fértil laboratório social corporativo. Por isso, ao conduzir processos de coaching, mentoria e formação de líderes, vemos a urgência e a necessidade em apoiar as pessoas a conduzirem e participarem de conversas corajosas.

Uma conversa corajosa está intimamente ligada à nossa habilidade de nos comunicar. A comunicação é a primeira e mais importante competência para a interação humana. É quando delega-se, fornece-se feedback, faz-se gestão de conflitos, dá-se orientação estratégica e desenvolve-se talentos. A tomada de decisão e as ações correspondentes são bem-sucedidas quando o processo de se comunicar é pensado e desenvolvido considerando três pilares: coragem, realidade e diálogo.

Causa raiz

A causa raiz para falta de conversas corajosas é a má gestão de uma de nossas emoções básicas: o medo.

O medo é fomentado por algumas razões internas e externas: medo de nos machucarmos ao enxergarmos a verdade, medo de perdermos a autoimagem que demorou tanto tempo para ser construída, medo de perdermos a imagem que o outro tem de nós, medo da reação do outro à nossa conversa corajosa, medo da eventual retaliação em caso de poder hierárquico, medo de perdermos amigos, de perdermos relacionamentos e assim por diante. Conversas corajosas tornam-se cada vez mais necessárias para superar “esses fantasmas” que paralisam o processo decisório, atrasam projetos, desmotivam equipes e fazem com que empresas percam oportunidades preciosas ao perderem tempo com relacionamentos velados.

Precisamos ir ao encontro desta causa raiz e dominar as emoções que ela traz. A conversa deve ser movida pela intenção genuína de superar o desconforto que tira a paz de espírito, a franqueza do olhar e acima de tudo nossa capacidade de enxergar a situação com a clareza necessária. Ao não fazer isso, continuaremos a correr o risco de fugirmos de nós mesmos e do outro, entregando assim à própria sorte a missão que nos cabe. Não podemos delegar ao destino, ao tempo, ao outro ou a quem quer que seja, a incumbência de resolver o que está ao nosso alcance por covardia, incompetência emocional e inabilidade em dialogar. É essencial e urgente preparar toda uma geração para esses desafios.

Exemplos de conversas corajosas:

– Conversar com determinado colega de trabalho que apresenta comportamento agressivo ou faz comentários preconceituosos;

– Dar feedback ao chefe ou ao liderado sobre o comportamento deles;

– Desligar colaboradores;

– Comunicar que a área será desativada e as pessoas serão alocadas em outras unidades;

– Conversar sobre a descontinuidade de um projeto ou produto no mercado;

– Conversar com colegas que estão escondendo ou restringindo o acesso à informação;

– Reuniões de orçamentos e estabelecimento de metas;

– Conversas sobre porque os resultados não estão sendo alcançados;

– Dar um parecer desfavorável sobre um projeto, programa ou atividade de outra área;

– Reunião gerencial de cortes de orçamento;

– Conversas sobre mudanças estratégicas de alto impacto: fusão, aquisição, reestruturação, venda de unidades, demissões coletivas, acordos sindicais;

– Implementação de novas políticas e ferramentas;

– Desdobramento da estratégia.

A falta de conversas corajosas afeta as relações de negócios, infiltrando-se silenciosamente na cultura organizacional, formando líderes despreparados para a habilidade mais exigida: tomar decisões difíceis. Essas conversas são e serão cada vez mais necessárias para desinibir profissionais em suas vidas profissionais e pessoais, de forma que atuem com um pensamento claro, após reflexões e com foco.

Coragem

Temos que ser muito corajosos para expressar sentimentos e ao mesmo tempo habilidosos o suficiente para direcionar a conversa para um propósito. Uma mente consciente e um coração corajoso fertilizam o terreno da interação humana. Ser verdadeiro na expressão do sentir e amoroso ao ter conversas corajosas consigo e com o outro pode gerar a abertura necessária para encorajar as pessoas a dizerem o que precisa ser dito com afetividade. Equivocado quem lê afetividade como fraqueza. Fraqueza está mais ligada à negação dos sentimentos, substituindo os verdadeiros sentimentos pela “força”. Ser levado a atacar usando esta força traduz-se muitas vezes em covardia. Agressividade é um sério sinal de incompetência emocional.

É sabido que coragem não é ausência de medo. Segundo São Thomás de Aquino, a coragem é a força da alma. Um poder de ação física e moral. Uma causa agente que produz efeito. A coragem nos leva a viver a despeito de mil obstáculos e, paradoxalmente, às vezes a morrer, com a doação de nossa vida. Saímos do medo pela coragem. Não se pode ser valente sem antes sentir medo.

O assunto é amplo e inspirador, mas para os objetivos desta conversa concluímos dando enfoque à aplicação da coragem. Do ponto de vista psicológico ou sociológico, a coragem é verdadeiramente estimável quando se põe, pelo menos em parte, a serviço de outrem ou de uma causa maior. Não podemos valorizar a coragem de alguém egoísta, que usa esta virtude com o reduzido intento de preservar sua própria imagem, vida, cargo ou poder.

Realidade

Ser verdadeiro não significa ser o dono da verdade, mas estar bem consciente de que em determinada situação aquilo traduz uma realidade na qual eu vivo ou o outro vive. Ao querer afirmar a “minha” verdade perante o outro, inevitavelmente negarei a verdade do “outro” e isto por si só́ gerará conflito.

Autoconhecimento é a premissa para a busca da realidade. Um dos comportamentos chave da autodescoberta é a humildade. Segundo Ram Charan, quanto mais você puder conter seu ego, mais realista será sobre seus problemas, os problemas da área e do negócio. Mostra que pode aprender. Seu orgulho não o prejudica quando precisa obter informações para atingir melhores resultados. Cometer erros é inevitável, mas a humildade permite-nos reconhecer nossos erros. O processo decisório é aprimorado ao longo do tempo, pois a humildade possibilita que enxerguemos uma realidade mais ampliada, a partir do entendimento de outros pontos de vista.

Nas conversações corajosas quando ambos, eu e o outro, somos verdadeiros e amorosos, surge a possibilidade de uma escuta ativa e de juntos resolvermos a situação criando uma terceira “verdade” (possibilidade) comum.

O que é ser amoroso neste contexto? É ser empático, colocando-se no lugar de quem vai nos ouvir, sentindo os mesmos sentimentos que teríamos se estivéssemos naquela situação. Um exemplo, apenas para ilustrar: suponha que você̂ entrou junto com seu colega ao mesmo tempo na empresa. Ficaram amigos, as famílias se frequentam etc. Você é promovido a líder deste colega e precisa dar-lhe alguns feedbacks. Como começar esta conversação corajosa? De forma amorosa, por exemplo, dizendo-lhe que você̂ terá́ de falar com ele, mas isto gera em você sentimentos tais quais: “para mim é difícil falar-lhe isto, em função de nossa amizade, mas, embora não seja fácil, tenho de fazê-lo porque meu papel de liderança e minha coerência exigem que eu o faça”.

Mas há que se ter a coragem de “ter a conversação corajosa”. O famoso ditado “conhecei a verdade e ela vos libertará” faz todo o sentido ao desmancharmos crenças ilusórias que nos limitam ou limitam ao outro e que nos impedem de avançar, mudar ou crescer.

Em uma organização, entre pares e entre lideranças e liderados, há tantas coisas a serem ditas referentes aos “problemas” de trabalho, mas nosso medo de perder a amizade ou da reação defensiva do outro pode fazer com que fiquemos na inação. Vamos refletir um pouco: se ficarmos sem ter as conversações corajosas que estes momentos exigem, condenamo-nos a permanecer no estado de “coisas mal resolvidas”. A quem isto ajuda? A ninguém! Eu perco, meu colega perde e a organização perde, porque não há mudança de comportamentos, processos e/ou rotinas. Vive-se o “estado do faz de conta”. Neste estado ninguém cresce. Pior que isto, como eu escolhi não ter a conversação corajosa necessária, não posso também me fazer de vítima das circunstâncias.

Diálogo

Você sabe a diferença entre discussão, debate e diálogo?

Não basta ter coragem para uma conversa, é preciso habilidade. Muitas conversas corajosas, por falta de habilidade para dialogar, podem desembarcar em discussões ou debates sem fim.

Conforme Alkíndar de Oliveira, a característica básica da discussão é o fato de o emocional se sobrepor ao racional, criando desentendimentos e rancores. No Brasil, o termo discutir vai além do sentido etimológico, isto é, as pessoas que utilizam a expressão “vamos discutir este assunto” querem dizer “vamos debater esse assunto” ou “vamos dialogar sobre este assunto”. No entanto, é saudável lembrar que o convite para discutir determinado assunto faça-nos entender que “nós não vamos discutir, vamos dialogar”.

Inteligência Emocional, a capacidade de perceber e gerenciar as minhas emoções e as emoções do outro, é essencial para o sucesso de uma conversa corajosa. Controlar o outro é uma ilusão, nossa primeira responsabilidade é ter domínio próprio. Não podemos controlar qual será a reação do outro diante de uma conversa difícil, mas podemos escolher como vamos reagir diante de sua postura. A autoconsciência é o primeiro passo para dominarmos as nossas próprias emoções e a consciência do outro; é o caminho para gerenciar, não controlar, as emoções do outro.

A principal característica do debate é que ao final temos um vencedor e um perdedor. Oliveira explica que se ouve que é preciso debater à exaustão determinado tema conflitante para chegar a um consenso. Há um grande equívoco nessa afirmação, pois a pessoa que procurar vencer com suas ideias as opiniões dos outros dificilmente chegará a um consenso. Diferentemente do diálogo, no debate as pessoas comportam-se como rivais. No diálogo não tentamos vencer. O desafio é achar a maneira correta de fazer ou mesmo nada fazer, assim todos vencem. As características do debate não contribuem para uma conversa corajosa, pois o debate pelo debate em si distancia-se da necessidade do entendimento e busca por um objetivo comum essencial para o sucesso da liderança e da organização. Não negamos que no mundo corporativo possam existir pessoas com postura competitiva, mas isso pode levar a organização ao declínio quando funcionários da mesma empresa comportam-se como adversários, ou mesmo, no auge da disfunção relacional, inimigos.

Para que uma conversa corajosa seja produtiva o instrumento de interação deve ser o diálogo, pois ele inspira confiança entre as partes. No diálogo abrimos mão de ideias prontas e evitamos impor nosso ponto de vista. Testamos nossas ideias e acolhemos as dos outros para construirmos um reservatório de informações relevantes. Estimulamos o compartilhamento de visões. No debate a postura é pressupor que exista uma única resposta certa e que você a tem, enquanto no diálogo a orientação é buscar o máximo de respostas que se complementem. A premissa não é vencer, mas colaborar, chegar ao consenso. Dar significância ao outro, reconhecer e admitir seu ponto de vista sem encerrar a conversa. Admitir, mesmo que discordemos, que o pensamento do outro pode ampliar a nossa visão conduzirá a conversa para um desfecho mais produtivo. O diálogo não é em si método decisório, mas é o tipo de interação humana mais eficaz para construir relacionamentos mais saudáveis e um ambiente transparente e fértil para conversas corajosas produtivas.

O diálogo não pode ser visto somente como um instrumento utilitário a serviço da eficácia organizacional. Antes de tudo ele é um meio de conexão humana para o fluir dos sentimentos mais nobres, entre eles a compaixão. A compaixão nos iguala na condição humana. Não somos nem superiores e nem inferiores e, se a intenção de nosso coração é a de efetivamente nos ajudarmos ou ajudarmos ao outro, a inclusão e a conversação corajosa acontecerão.

Nesse momento, convidamos você a visitar “a pasta das situações mal resolvidas”. O que acha, está pronto para uma conversa corajosa?
* Ricardo Farah é consultor da Atitude Positiva, Mestre em Psicologia Social pela USP e tem 29 anos de experiência em consultoria educacional em Vendas, Negociação, Liderança e Desenvolvimento do Potencial Humano

* Gianini Ferreira é consultor da Atitude Positiva, Coach e Especialista em Liderança, Gestão Estratégica de Pessoas, Negociação e Habilidades Gerenciais. 

Fonte: Administradores.com

Roberto Shinyashiki aponta 3 erros que acabam com a carreira

Setenta por cento dos profissionais ficam “patinando” sem sair do lugar na carreira e algumas atitudes colaboram para isso

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São Paulo – Trabalhar bastante não dá mais acesso direto a um voo sem escalas para vitória profissional. Basta ver a quantidade de pessoas que se doa à profissão e, mesmo assim, não consegue se destacar da multidão.

“Com esse mundo cada vez mais tecnológico, só trabalhar duro não define o sucesso na carreira. O que antigamente precisava de muito esforço, hoje é mais prático e rápido”, diz Roberto Shinyashiki, médico psiquiatra e terapeuta, autor de livros e um dos palestrantes mais requisitados do Brasil.

De acordo com ele, escolher uma profissão que está em alta no mercado, ou que tradicionalmente paga bem, também não é sinônimo de êxito. “Eu sou médico e vejo que poucos colegas brilharam, enquanto outros ficaram bons. Mas a maioria não realizou o sonho da independência financeira”, conta. Ele diz estimar que 70% dos profissionais fiquem “patinando” sem sair do lugar na carreira, 20% fiquem bem na profissão e que só 10% acabam tendo muito sucesso.

“O que é mais importante são as competências que a pessoa precisa ter para ser um bom profissional e isso não se ensina na faculdade. A faculdade oferece conhecimento, não a atitude”, diz Shinyashiki.

Tendo em vista esse cenário mais complexo, ele aponta algumas correções de rota que todo profissional deve fazer para atingir os resultados desejados em qualquer área de trabalho. Três erros são especialmente prejudiciais ao sucesso, segundo Shinyashiki. Confira quais:

1. Não entender a dinâmica do negócio

Um exemplo de quem comete este erro está explicado no seu mais recente livro “A Nova Lógica do Sucesso” (Editora Gente) e recebe o nome de especialista solitário. O tipo é descrito como o profissional que coloca sua atenção em um computador e fica só nisso: o dia inteiro fazendo seus projetos, sem entender o objetivo daquilo.

“Para se valorizar na empresa você tem que ajudar o chefe e seus colegas a realizarem as metas. Quando você faz isso, começa a entender porque o projeto existe, começa a integrar os departamentos e aí se valoriza”, diz Shinyashiki. O reconhecimento no mundo corporativo vem para quem vai além da ação e passa a ser estratégico para a organização.

Shinyashiki faz uma distinção entre três tipos de profissional: os operacionais, aqueles que tocam projetos inteiros e os estratégicos, que têm visão do negócio. “Esse último é o tipo de profissional que vai cada vez mais ser valorizado. Infelizmente, tem gente que só faz um tipo de trabalho”, diz.

2. Não estudar

Conhecer bem o mercado, seu funcionamento e sua margem de lucro é fulcral para ascender. Antes de escolher uma profissão, área de atuação ou negócio para investir é preciso reunir o máximo de informação possível. “Pesquise, assista a palestras, vídeos, leia livros, converse com palestrantes e professores ligados à sua área de atuação”, indica Shinyashiki.

Empresas quebram e profissionais fracassam por falta de conhecimento ou método. “Estamos vendo agora o setor hoteleiro perdendo espaço para o Airbnb, as cooperativas de táxis perdendo espaço para a Uber porque ficaram presos a um mercado e não a uma necessidade do cliente fazer negócio. Eles não perceberam que o cliente estava insatisfeito e queria uma nova maneira de se relacionar”, diz.

Quem tem sucesso na carreira é o profissional que consegue resolver o problema do cliente, seja ele interno (gestores e colegas de trabalho) ou externo. Para isso há que se entender demandas e queixas que, eventualmente, podem afastá-lo da empresa ou dos seus serviços.

Como fazer diferente? Shinyashiki dá o exemplo que veio em uma palestra de que participou em que a palestrante falou de uma empresa de viagens que recebia muita reclamação sobre a entrega da bagagem. A primeira solução adotada foi a de contratar mais pessoas e o resultado foi a diminuição do tempo de entrega da bagagem de 14 minutos para 8 minutos.

No entanto, as reclamações não cessaram. “Eles resolveram fazer um estudo e descobriram que mesmo conseguindo entregar a bagagem em menos tempo havia a dificuldade de soltar o cliente mais rápido para pegar as malas”, diz.

A descoberta de que desembarque era o calcanhar de Aquiles da companhia só foi possível porque a empresa realmente se interessou em resolver o problema de seus clientes e foi a fundo na sua pesquisa.

3. Falta de intensidade

Só dedicação não basta, mas, sem ela, nada feito. “Se você quiser atingir uma meta especial, terá de estudar no horário em que os outros estão tomando chope com batatas fritas”, diz Shinyashiki.

Falar inglês, por exemplo, é a competência que falta para atingir um novo patamar na profissão? Não são duas horas por semana que vão resolver, segundo ele.

“Você só aprenderá verdadeiramente a língua quando se aprofundar, ler livros, ver filmes, fazer amizades com pessoas com as quais possa conversar em inglês”, explica Shinyashiki.

Não há escapatória: sucesso se constrói durante a noite. “Durante o dia você faz o que todos fazem. Se fizer igual a todo mundo, obterá os mesmos resultados”, diz.

Fonte: Exame.com

Pesquisa lista 13 atitudes ‘bizarras’ de profissionais para conseguir emprego

Candidatos buscam diferencias para se destacar e conquistar uma vaga.
Enviar sabão caseiro e usar gravata com nome da empresa estão na lista.

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Quando o profissional se inscreve para uma vaga de emprego, ele não quer apenas ser notado, e sim, se destacar como o melhor candidato que o gerente de contratação já viu.

Uma pesquisa do CareerBuilder, site norte-americano de carreiras, listou 13 coisas criativas e ‘bizarras’ que candidatos fizeram para se destacar durante um processo seletivo. Mas vestir uma fantasia de Dia das Bruxas, levar sabão de lavanda caseiro ou compartilhar um sorvete seriam as melhoras formas de ser notado durante a entrevista?

“Os candidatos estão percebendo que uma carta de apresentação extraordinária e um currículo com fortes referências não são suficientes. Quem realmente quer o emprego precisa se destacar da concorrência”, afirma Rosemary Haefner, diretora de recursos humanos do CareerBuilder. “Infelizmente, o que muitos não estão percebendo é que o essencial é fazer isso de uma forma respeitosa e profissional”, diz Rosemary.

Veja 13 atitudes ‘bizarras’ de candidatos para conseguir se destacar na seleção:

1) Candidato pediu para um padre entrar em contato com a empresa para pedir a sua contratação.

2) Candidato comprou um upgrade para viajar de primeira classe para se sentar ao lado do gerente de contratação durante um voo.

3) Durante o mês de outubro, o candidato foi vestido com uma fantasia para o Dia das Bruxas.

4) Esposa do candidato fez sabão de lavanda caseiro, em barra, para o gerente de contratação como um agradecimento pelo tempo utilizado para a entrevista.

5) Candidato pediu para o recrutador compartilhar um sorvete de casquinha com ele.

6) Candidato enviou um par de meias bordadas com uma nota dizendo que ele iria surpreender a empresa se fosse contratado.

7) Candidato apareceu na entrevista com seu traje de conselheiro de acampamento e ainda levou algumas crianças com quem trabalhou para mostrar sua capacidade de liderança.

8) Candidato enviou um sapato com uma flor como um agradecimento após a entrevista. A nota dizia: “Tentando colocar o meu pé na porta”.

9) Candidato enviou dinheiro em um envelope para o gerente de contratação.

10) Candidato chegou na entrevista em uma limousine branca, uma hora mais cedo e vestia um terno de três peças. A vaga aberta era para um salário intermediário e tinha um código de vestimenta que exigia calças cáqui, camisa da empresa e sapatos pretos.

11) Candidato beijou o gerente de contratação.

12) Candidato deu um livro para o gerente de contratação sobre um assunto que ele sabia que o recrutador gostava.

13) Candidato usou uma gravata com o nome da empresa em que ele estava fazendo a entrevista.

A pesquisa foi feita nos Estados Unidos, entre 11 de março e 7 de junho deste ano, com 2.300 profissionais de contratação e de recursos humanos em todos os setores e portes de empresas.

Fonte: G1

A felicidade não está nos impulsos, mas nos caminhos que escolhemos

Em tempos conturbados como os que estamos vivendo, onde nem as certezas sobre a tal estratégia é clara, como ter a mínima segurança de que as decisões estão alinhadas com os objetivos primordiais da empresa?

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Quem escreveu a frase – “A felicidade não está nos impulsos, mas nos caminhos que escolhemos” – não sei ao certo, mas tomei contato por meio de Domingos Oliveira, prestigiado cineasta brasileiro, no filme “Separações”. E eu, como Head Hunter gostaria de usar esta reflexão direcionada às nossas escolhas e decisões profissionais.

Cada vez mais, executivos se veem obrigados a tomar decisões importantíssimas para o futuro estratégico das organizações rapidamente, e este tempo vem encolhendo constantemente.

Em tempos conturbados como os que estamos vivendo, onde nem as certezas sobre a tal estratégia é clara, pois independem de nós; mas de um emaranhado de questões políticas, econômicas, sociais, negociais etc.; como ter a mínima segurança de que as decisões estão alinhadas com os objetivos primordiais da empresa?

Muitos empresários e empreendedores exigem de seus profissionais uma resposta/decisão cada vez mais rápida e assertiva. Afirmam que preferem rapidez, aceitando uma certa margem de erro, a períodos prolongados de análise. A pressa em realizar, tomando decisões importantes rapidamente, pode realmente fazer a diferença, tanto para a empresa quanto para a carreira do executivo, mas pode também levar à precipitação. As empresas querem “acertar na mosca” e não, esporadicamente, “errar na mosca”.

Infelizmente, temos presenciado em nosso escritório inúmeros casos de executivos em busca de recolocação profissional, que em tom de confissão, se mostram frustrados por estarem pagando um alto preço por terem tomado decisões guiadas por impulsos.

“Às vezes, seis segundos de satisfação podem gerar meses e até anos de dificuldades”. Um investimento mal planejado, uma mudança de emprego que não foi bem avaliada podem atender mais a uma ansiedade momentânea do que a uma escolha vantajosa.

Quantas vezes, na corrida contra o tempo ou na tentativa de corresponder às altas expectativas, as empresas e executivos se distanciam da intuição, do “faro” que sabe distinguir a hora exata de agir do momento de recuar. Na fauna, por exemplo, os animais quando confusos, recuam por segundos, e, imóveis, observam o “perigo no ar”, analisam a situação e só então partem para uma ação.

Assim como a rapidez pode ser um diferencial muito importante para o sucesso de um executivo, a precipitação pode ser mortal tanto para a carreira quanto para o negócio onde atua.Por isso, saber dizer não, colocar limites, reconhecer dúvidas, buscar auxílio e principalmente acreditar e persistir nos caminhos que escolhemos é fundamental para não “meter os pés pelas mãos”.

Trata-se de um ato de coragem se posicionar e tourear a ansiedade de um chefe ou cliente, sem perder a credibilidade ou oportunidade. Exige também capacidade de aguentar pressões pesadas por atingimento de metas, e faz com que tenhamos que desenvolver a capacidade de renegociar prazos com estratégia; mas, certamente, pode economizar muitas dores de cabeça e prejuízos pessoais e corporativos. Mas vale a pena.

Luiz Wever é sócio-presidente da Odgers Berndtson

Fonte: Administradores.com

Estes 4 comportamentos podem estar atrasando a sua carreira

Está estagnado no seu emprego? Não é só culpa da crise: alguns comportamentos seus podem estar atrasando (e muito) o seu desenvolvimento profissional

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São Paulo — O despertador toca de manhã e, antes mesmo de sair da cama, você sente que vai reviver um dia de trabalho igual a tantos outros? Talvez você esteja há tanto tempo no mesmo cargo que a sua motivação já se extinguiu quase por completo.

Se isso traz algum alento, você não está sozinho. Com a forte crise econômica enfrentada pelo Brasil, muitas empresas estão desacelerando a trajetória de ascensão em seus quadros: há funcionários “parados” em suas funções há muito tempo, sem previsão de movimentação.

Dito isso, é preciso ressaltar que a estagnação num mesmo cargo não se explica apenas por razões conjunturais — até porque nem sempre o crescimento é sinônimo de promoção. Muitas vezes, o que faz falta é o desenvolvimento e a aquisição de novas competências, que geralmente independem da situação financeira do empregador.

Na visão de Rubens Pimentel, sócio da Ynner Treinamentos, certos vícios comportamentais podem explicar por que tantos profissionais sentem que pararam no tempo em seus emrpegos.

Segundo ele, o maior deles é o perfeccionismo. Embora primar pela qualidade dos resultados seja fundamental, isso não pode comprometer a velocidade ou a pontualidade das suas entregas, nem eliminar todo o tempo extra para pensar em projetos paralelos.

Além disso, ocorre um paradoxo cruel: por desempenhar um trabalho impecável na sua função, o perfeccionista dificilmente será removido dela para alçar novas posições. “No dia em que a empresa tirá-lo daquele cargo, ele fará muita falta, então ela prefere deixá-lo exatamente onde está”, diz Pimentel. “É injusto, mas pode acontecer”.

A aversão às próprias falhas também compromete o aprendizado, opina João Cosenza, coach e fundador do Instituto Gestão Consciente. “O momento do erro é muito precioso e não deve ser sempre evitado, porque permite que você conheça melhor o seu funcionamento mental e descubra como pode aprimorá-lo”, explica.

Veja a seguir 4 posturas que podem estar travando o seu desenvolvimento e a sua mobilidade no organograma da empresa:

1. Você está muito ansioso por aplausos

Ambição é um ingrediente natural e desejável em qualquer fase da carreira. Mas a vontade de crescer e ser reconhecido pelas suas realizações não pode se transformar em afobação. Ironicamente, diz Cosenza, a pressa para “vencer” na carreira pode tornar todo o processo de ascensão muito mais lento.

Isso porque profissionais ansiosos demais queimam etapas importantes do próprio desenvolvimento e não completam ciclos de aprendizado. Em busca de um reconhecimento que nunca chega, pulam de emprego em emprego e constroem currículos cheios de lacunas inexplicáveis.

“Se você tiver um objetivo de carreira e fizer um planejamento estratégico para chegar lá, a sua hora vai chegar”, afirma o coach. “Tenha paciência e humildade ao longo desse processo”.

2. No fundo, você só trabalha para pagar as contas

Uma das razões mais frequentes para a estagnação de um profissional é a falta de convicção no sentido do próprio trabalho — o que faz com que ele se autoboicote inconscientemente. De acordo com Cosenza, esse tipo de mecanismo só pode ser revertido se você fizer uma revisão profunda dos seus valores e buscar um trabalho compatível com eles.

Pesquisadores na área de psicologia positiva já descobriram que a felicidade vem antes do sucesso, e não o contrário. É preciso se sentir alegre e bem-disposto para então atingir bons resultados e crescer profissionalmente.

Daí a importância de gostar do que você faz e enxergar algum propósito na sua atuação. “Se você trabalha de forma mecânica, sem convicção, dificilmente irá muito longe na empresa ou na sua carreira de forma geral”, diz Cosenza.

3. Você não é estratégico nos seus relacionamentos

Segundo Pimentel, poucos profissionais conseguem se desenvolver se não criam uma relação de parceria com seus chefes diretos. “Se você quer que a empresa invista no seu aprendizado e considere você para possíveis promoções, esteja sempre ao lado do seu gestor na rotina, trabalhando junto, sendo constante nas suas entregas”, afirma.

A preocupação com a confiança deve guiar todos seus relacionamentos. Daí a importância de evitar comportamentos como a fofoca, diz Pimentel. “É aceitável conversar sobre outras pessoas, desde que de forma positiva ou neutra, nunca com o sentido de ridicularizá-las ou diminuí-las”, explica.

Também é importante ter uma atitude gentil, solícita e simpática com todos, independentemente das diferenças hierárquicas. De acordo com o especialista, a seu crescimento na empresa depende muito da imagem percebida pela equipe como um todo.

4. Você tem uma atitude queixosa e pessimista

O cotidiano pode ser muito duro, mas a pior atitude que você pode ter perante as notícias ruins é o mau humor. Em tempos de crise, diz o professor espanhol José Ramón Pin, da IESE Business School, manter o controle emocional é um requisito obrigatório para sobreviver e ganhar relevância nas empresas.

O primeiro efeito do pessimismo tem a ver com o autodesenvolvimento: a negatividade consome uma grande quantidade de energia que poderia ser aplicada ao próprio aprendizado.

Além disso, os gestores costumam dar oportunidades de ascensão a quem tem uma atitude cordial, positiva e proativa no dia a dia. Os reclamões, diz Pimentel, são os últimos a serem lembrados.

Fonte: Exame.com

20 dicas para não falar bobagem ao conversar com o chefe sobre promoção

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Beatriz Vichessi

Colaboração para o UOL

Tão importante quanto escolher o momento adequado para conversar com o gestor sobre promoção na carreira é se preparar bem para dizer as coisas certas. Alinhar seu discurso às necessidades da empresa, revelando os ganhos que você promoveu, e saber destacar suas fortalezas e o que tem potencial para desenvolver são pontos fundamentais de um bom discurso.

Confira 20 dicas de especialistas para vender bem seu peixe e evitar falar bobagens.

1 – Antes de marcar a conversa para falar sobre promoção, reúna fatos que comprovem o que você tem feito de positivo pela empresa. Use gráficos, tabelas e relatórios, se achar válido, mas não se alongue demais na apresentação.

2 – Durante o encontro, apresente planos e melhorias que você pretende fazer quando mudar de cargo, sem deixar o gestor na posição de refém.

3 – Durante a apresentação de seu desempenho, jamais critique a equipe da qual você faz parte ou fale como se trabalhasse sozinho.

4 – Antes de pedir para falar com a chefia, pergunte a si mesmo se você tem realmente uma trilha de desenvolvimento ou se não está querendo progredir rápido demais. Atualmente, o que os consultores de carreira mais criticam é a pressa que os funcionários têm –principalmente os recém-formados na universidade.

5 – Jamais diga ser proativo e use isso como justificativa para crescer na carreira. Na atualidade, os gestores defendem que proatividade é uma característica inerente a qualquer cargo.

6 – Se estiver estudando para aperfeiçoar sua formação acadêmica, coloque esse item na pauta da conversa, mas compreenda que você está fazendo algo complementar para a carreira, não essencial. Caso esteja estudando por um pedido do gestor, lembre-se de que é algo combinado entre vocês, então, não pode ser usado como diferencial.

7 – Se no passado seu chefe tiver mencionado a possibilidade de uma promoção e você julgar que está na hora de voltar a falar a respeito, faça isso, pois cuidar da carreira é uma responsabilidade sua, não somente do gestor. No entanto, jamais assuma ares de cobrança. Não existe promoção garantida com antecedência.

8 – Não use o tempo que você tem na empresa, mesmo que seja muito, como justificativa para ser promovido nem pense em se comparar com quem tem menos tempo e já foi promovido. Isso só revela que você não confia no próprio desempenho.

9 – Não caia na tentação de “jogar na cara” do gestor que você faz mais do que compete ao seu cargo.

10 – Se tiver recebido propostas de outras empresas, você pode apresentar esse dado à chefia, desde que saiba que isso não deve ser usado como moeda de troca nem como argumento ameaçador. O gestor pode dizer para você ficar à vontade e aceitar a oferta externa, por exemplo. É mais interessante apresentar essa informação para comprovar que você está antenado com as tendências de mercado e que cuida da sua carreira.

11 – Não se compare aos demais membros da equipe da qual faz parte. Cada um está em um momento da carreira e também em uma fase de vida, o que implica em desempenhos diferentes. Se você entrega mais ou menos que um colega, isso é problema do gestor, não um argumento. Além disso, é desrespeitoso para com os demais.

12 – O momento de avaliação da carreira, geralmente organizado pelas empresas uma vez ao ano, pode ser bom para abordar a temática da promoção, ainda mais para os mais tímidos. A época da avaliação é quando a corporação inteira está no clima de abordar assuntos relacionados à carreira das pessoas. Porém compreenda que esse não é obrigatoriamente o momento que o gestor precisa definir quem vai ser promovido.

13 – Jamais use argumentos da vida pessoal (como o nascimento de um filho, a morte dos pais, o desemprego do cônjuge ou divórcio, o aumento da mensalidade na escola das crianças ou do condomínio) para pedir uma promoção.

14 – Ao listar suas competências e feitos, inclusive os realizados em outras empresas, tenha como comprová-los com credibilidade.

15 – Diante da recusa ao pedido de promoção porque o gestor diz que você ainda não está preparado para assumir mais responsabilidades, saiba usar o momento a seu favor. Pergunte se ele pode lhe ajudar a traçar um plano de ação para melhorar seu desempenho e lhe desafiar mais. Estabeleçam juntos um tempo para você colocar o plano em prática e finalizá-lo. Promoção, de acordo com os especialistas em recursos humanos e carreira, é algo que se conquista, não algo que se ganha. Retome o assunto quando de fato concluir o plano de maneira que considere bem-sucedida, mesmo que extrapole o prazo.

16 – Lembre-se de que qualquer conversa com o gestor sobre progressão na carreira requer que o funcionário tenha claro que nem todos –aptos ou não– vão chegar ao posto de chefia. Simplesmente porque não há espaço nas corporações para isso.

17 – Depois de falar sobre promoção, aguarde. Não exija uma resposta da chefia, ainda mais se, ao final da conversa, o gestor não tiver mencionado prazo para lhe dar uma resposta.

18 – Alguém ser demitido ou pedir demissão pode sinalizar uma boa oportunidade para você se apresentar ao cargo. Apresente-se como uma solução para os problemas da organização, mas não se compare ao colega que está de saída.

19 – Analise friamente se o que você está buscando é um aumento de salário e permanecer no mesmo cargo ou se quer mesmo ser promovido. São coisas diferentes, implicam em movimentos de carreira distintos e pedem abordagens diferentes para com a chefia.

20 – Ao pedir para ser promovido é fundamental deixar claro para o gestor quais são seus objetivos com a carreira. Eles precisam estar alinhados com os valores da corporação. Caso contrário, de que vale a pena ela investir em você?

Consultoria: Mariana Aguilar, gerente de recursos humanos da Audi; Alexandre Espinosa, diretor de recompensas e reconhecimentos da Natura; Sulivan França, presidente da Slac Coaching (Sociedade Latino Americana de Coaching), e Jorge Oliveira, coaching executivo, coordenador do Programa de Formação de Coaches do EcoSocial e ex-presidente da ICF Brasil (International Coaching Federation).

Fonte: Uol

9 dicas infalíveis para aumentar sua produtividade

Desconectar-se é uma delas

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Sua equipe anda pouco produtiva no trabalho e você acha que é por falta de motivação? Você não está sozinho. Segundo uma pesquisa do ano passado da Gallup com líderes e colaboradores, 90% dos profissionais se declararam “não tão engajados com o trabalho” ou “realmente desengajados”. A falta de engajamento está de braços dados com a queda na produtividade, infelizmente. Mas há algumas formas de virar o jogo – tanto para o gestor quanto para o time.

Antonio Carlos Soares, especialista em produtividade, CEO e co-fundador do Runrun.it, uma ferramenta de gestão do trabalho, dá algumas dicas que podem ser levadas a todas as hierarquias da empresa. Algumas são tão óbvias que não nos lembramos de segui-las todos os dias. Outras, nem tanto.

1. Desconecte-se
Está difícil trabalhar com tanta coisa interessante para ver na internet e no celular? Cheque seu e-mail e suas redes antes de trabalhar. Depois, coloque o celular na gaveta e feche as abas do navegador que não têm a ver com seu trabalho.

2. Fone de ouvido
Se a empresa permitir, escute música com fone de ouvido quando precisar se concentrar. A música ajuda a focar sua atenção apenas à tarefa que está sendo executada. Além disso, os fones evitam que outras pessoas te perturbem.

3. Ambiente nota 10
A produtividade, ou a falta dela, pode não ser totalmente culpa do profissional. O ambiente do escritório influencia muito a motivação dos funcionários. Locais bem iluminados, com temperaturas medianas (18° no mínimo), são os melhores lugares para se trabalhar. Plantas e paisagem natural aumentam a produtividade em até 15%, segundo uma pesquisa da Universidade de Queensland.

4. 15 minutinhos para respirar
Todos precisam disso, tenha certeza. Depois de finalizar uma tarefa complexa, de longa duração, tire 15 minutos para relaxar. Tome um café, estique as pernas, confira as notícias. Esse intervalo descansará sua mente para a próxima tarefa.

5. Use e abuse da nuvem
A tecnologia pode ajudar, e muito, sua produtividade. Usar ferramentas de gestão na nuvem (que não precisam ser instaladas no computador) para automatizar tarefas burocráticas, como reuniões, envio de e-mails e a produção de relatórios, pode aumentar de 20% a 30% a produtividade das equipes, segundo pesquisa da McKinsey. O Runrun.it, por exemplo, ajuda a organizar o fluxo de trabalho e a formalizar a comunicação.

6. Fuja de reuniões
Os fundadores da 37signals, empresa americana de tecnologia, escreveram no livro Getting Real que “reuniões são tóxicas”. Elas drenam não só a sua energia como a de todos presentes – principalmente porque normalmente são mal planejadas. Para tornar suas reuniões menos morosas, tente realizá-las em pé – o desconforto irá torná-las mais eficientes e rápidas. E só convide quem realmente for necessário.

7. Faça sentido
Se o pessoal anda desmotivado, provavelmente não está vendo sentido no que está fazendo. Inclua sua equipe nas decisões e mostre como cada tarefa impacta no resultado final desejado pela empresa.

8. Uma boa noite de sono
“Ah, mas isso é óbvio!”, o leitor pode dizer. Mas nem tão fácil de se praticar. Então segue uma informação importante: segundo uma pesquisa da Universidade de São Francisco, quase ninguém (apenas 0,2% da população) consegue ter bom desempenho no trabalho dormindo menos de seis horas por noite.

9. Realize feedbacks
Pode não parecer, mas oferecer feedbacks frequentes aumenta a motivação da equipe. Isso porque os profissionais precisam de avaliação para entender se estão ou não no caminho certo.

Este artigo traz dicas do Runrun.it.

Fonte: Administradores.com