Cursos online serão os principais modelos para a educação até 2023

Dentro de quatro anos, os alunos inscritos em EADs serão maioria no país, passando das 2,2 milhões de matrículas

A grande questão do mercado atual de trabalho é sempre estar atualizado com as novas habilidades que as empresas solicitam para seus funcionários. Estar sempre preparado e organizado para o que o mercado de trabalho exige é um dos caminhos mais acessíveis para crescer no ambiente profissional e, consequentemente, ter a visibilidade necessária para chegar aos mais altos cargos da carreira.

Porém, atualmente, ao matricular-se em um curso, não é mais obrigatório comparecer a uma sala de aula tradicional ao mesmo tempo em que precisa lidar com a carga de trabalho e tarefas de casa. Hoje, é possível se inscrever online e realizar seus estudos quando puder, de acordo com o tempo que se tem no dia. Isso está se transformando na tendência dos profissionais pelo mundo, inclusive o Brasil. Um estudo em conjunto da Associação Brasileira de Mantenedoras do Ensino Superior (ABMES) com a Educa Insights explica que, dentro de até quatro anos, o ensino a distância será mais utilizado que o presencial.

Além disso, o Ministério da Educação também já publicou e ressaltou o crescimento deste modelo: em 2016, as instituições privadas anotaram 818 mil novos alunos no EAD, ou seja, um percentual de 33% dos matriculados, em resposta aos 20% vistos no ano de 2010.

Em 2017, 57% de todos os estudantes em EAD estavam matriculados em cursos livres de capacitação profissional. Isto significa que, cada vez mais, os empregados buscam alternativas para se manter e poder crescer pessoal, profissional e financeiramente. Vale ressaltar, também, que apenas 11% tinham graduação em seus currículos, mostrando a necessidade e importância do ensino a distância.

Ainda assim, em muitos casos dos cursos, a aula por si só não é o suficiente, já que o professor também precisa se adaptar ao conteúdo e ao novo modelo. Ao ter novas ideias e novas tarefas para montar, o docente passa tomar muito mais cuidado e ter mais atenção com quem se dedica a passar horas em frente do computador a estudar. Por conta disso, os alunos passam a levar o assunto mais a sério, uma vez que se sente desafiado pelo educador, ao mesmo tempo que sabe que pode errar o exercício e depois tirar as dúvidas com o orientador.

Mas, e se o empregado não sabe o que estudar e em que área focar para melhorar seu currículo e poder impressionar seus chefes e sua empresa? Os cursos online oferecem uma vasta gama de opções que se adequam ao estilo e ao perfil de quem pesquisa. É possível encontrar um curso e um professor que seja compatível com os objetivos finais do usuário.

O objetivo de plataformas de EdTech, como a própria Udemy, não é substituir o ensino tradicional, mas sim completá-lo. É essencial que existam outras possibilidades além da tradicional, e os cursos online têm, na sua ideia original, o intuito não apenas criar um profissional bem formado, mas também uma pessoa com senso mais crítico e mais preparado para o mercado de trabalho. É fundamental que novos aprendizados e ideias cheguem ao maior número de pessoas.

Por fim, ainda que a educação tradicional seja considerada como a principal, o futuro mostra que o ensino online será não só um complemento, mas também uma saída para o desenvolvimento dos novos profissionais que tentam buscar soluções para crescer dentro do mercado de trabalho.

Fonte: administradores.com.br

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