Como se preparar para uma entrevista online

Tenha sempre um plano B, quando se tratar de conexão com a internet. Se for fazer uso da rede Wi-Fi, deixe os dados móveis como uma segunda saída, nunca se sabe o que pode ocorrer

Quando se trata de entrevista todo cuidado é pouco, é preciso fazer o dever de casa e se preparar para seleção online como se fosse presencial.

Toda organização tem sua cultura, sua razão de existir e, principalmente, as metas organizacionais. Você enquanto candidato, precisa conhecer essas e outras particularidades para não ser surpreendido pelo selecionador. O site da empresa é o lugar ideal para iniciar essa busca, lá você vai encontrar a missão, visão e valores. Se possível vai além, converse com alguém que trabalhe ou já tenha trabalhado nessa empresa, pois, há empresas que não cumpre o que expõe em seu site, e somente quem vive ou viveu o dia a dia nela, vai saber relatar com propriedade, sem contar que você vai poder verificar se seus ideais e objetivos, estão alinhados com a cultura da empresa.

Cuide de sua imagem pessoal, lembre-se que é uma seleção e você precisa estar apresentável. Procure identificar como os colaboradores da empresa em questão, se vestem para que possa escolher a roupa adequada. Não esqueça de deixar todos em sua casa ciente de que no dia x, no horário y você vai participar de uma seletiva de trabalho, assim já minimiza possibilidades de ser interrompido no meio da entrevista.

Outro ponto não menos importante, é o cômodo de sua casa a qual vai servir de palco para este momento. Seja cauteloso na escolha, esteja num local confortável, que lhe possibilite uma boa postura frente a câmara e transmita seu profissionalismo.

Tenha sempre um plano B, quando se tratar de conexão com a internet. Se for fazer uso da rede Wi-Fi, deixe os dados móveis como uma segunda saída, nunca se sabe o que pode ocorrer. Somando-se a isso, lembre-se de testar o aplicativo ou plataforma que será utilizada para entrevista, ligue para amigos ou algum membro da família para ir se familiarizando com as funcionalidades deste canal.

Por fim, mantenha a calma sempre, lembre-se você estar em seu terreno, isso lhe dará um conforto maior e não esqueça de desabilitar mensagens de aplicativos, como o WhatsApp para não lhe distrair neste momento.

Fonte: https://administradores.com.br/

Como se manter competitivo no mercado?

Se manter no mercado competitivo é um grande desafio para as empresas em tempos de crise. Porém, é possível e muitas delas conseguem ainda se destacar mediante a escassez da demanda no seu segmento

Na verdade, não existe uma fórmula mágica para isso. Mas podemos dizer que há estratégias que permitem a sobrevivência no mundo dos negócios. Abaixo, confira algumas dicas para que você possa dar uma reviravolta na situação e manter o seu negócio competitivo!

 

Estude o mercado

Você não pode desviar as atenções das tendências do mercado e também da concorrência. Fique atento a tudo o que está sendo feito e busque um direcionamento para a sua empresa.

Em um mundo tão tecnológico as coisas mudam a todo momento, portanto, se você ainda quer fazer parte desse cenário, precisa analisar mudanças de rumo para sua empresa.

Não seja mais aquele profissional generalista, foque uma visão mais centrada no seu negócio para melhorar a receptividade do mercado.

Busque a diferenciação

Olhe ao seu redor e perceba que muitas empresas se mantêm competitivas no mercado usando a criatividade.

Para que seu negócio se destaque, é preciso se diferenciar da concorrência. Você pode começar agregando valor para o seu serviço ou produto que vende, com isso, já pode ir pontuando o que tem de melhor com relação aos outros.

Entenda que você pode vender bananas, mas mesmo assim, pode ser diferente da concorrência. Existem diversas formas de fazer isso, por exemplo:

  • Apostando em uma ou nas diversas variedades de bananas
  • Educar o público com o teor nutricional delas
  • Realizar entregas
  • Investir em uma embalagem diferente

Ou seja, são detalhes que podem fazer a diferença no seu negócio, seja ele qual for.

Tenha uma política voltada para o cliente

Quando uma empresa ouve o mercado através do seu cliente e cria estratégias para ver a sua satisfação, certamente ela conseguirá vencer e se destacar da concorrência.

É fundamental mudar a ideia de que o objetivo da empresa é ” só vender ou prestar um serviço”, mas sim, ter em mente que ele precisa ” entregar o que cliente está buscando”.

Com a satisfação do cliente, é certo que ele voltará, com isso, é possível construir um negócio lucrativo.

Em linhas gerais, é preciso vender mais do que um produto ou serviço, mas sim, proporcionar experiências positivas para quem fechar um negócio com sua empresa.

Foque suas energias no negócio

Você precisa analisar todos os procedimentos internos da sua empresa com o objetivo de detectar o que pode ser melhorado.

Não perca de vista e principalmente, busque entender o que os clientes querem, afinal, são eles que ditam as regras.

Invista tempo na compreensão do mercado, esses esforços certamente farão toda a diferença na hora de criar estratégias para conquistar clientes.

Viabilize novos métodos de gerenciamento para conseguir acompanhar relatórios com informações reais e que realmente te ajudem na tomada de decisão.

Invista em Marketing

Depois de todo o trabalho para gerenciar a sua empresa de melhor forma, é preciso divulgar isso. Seja presente em redes sociais, envie email e forneça informações relevantes sobre seus produtos e serviços para os potenciais clientes.

Jamais deixe a marca da sua empresa ser esquecida, você precisa marcar território e seu cliente deve ter em mente que seu negócio está lá quando ele precisar.

É preciso lembrar que para ser competitivo no mercado é necessário ter em uma gestão empresarial eficiente. Desse modo, cada passo dado será baseado em fundamentos que visam levar a empresa frente ao seu objetivo.

Fonte: https://administradores.com.br/artigos/como-saber-se-manter-competitivo-no-mercado

Autoconhecimento e planejamento estratégico de carreira

Quando estamos diante de uma reflexão sobre Autoconhecimento e Planejamento Estratégico de Carreira, estamos diante de uma possibilidade única de refletirmos sobre nossas escolhas, nossos sonhos, nosso projeto de vida, sobre nossa vocação

Quando estamos diante de uma reflexão sobre Autoconhecimento e Planejamento Estratégico de Carreira, estamos diante de uma possibilidade única de refletirmos sobre nossas escolhas, nossos sonhos, nosso projeto de vida, sobre nossa vocação e nosso propósito nesta vida.

A escolha profissional deve envolver análise interna e análise externa. Quanto à análise interna, refiro-me à importância de nos autoconhecer, saber o que realmente nos motiva, nos move, o que realmente faz “a nossa cabeça”. A análise externa refere-se a verificação do mercado de trabalho, afinal, não basta iniciar a construção de uma carreira que o mercado não absorve mais, ou que está obsoleta.

Você já parou para pensar quantas carreiras existiam antes e hoje nem se ouve falar? E quantas ainda existirão e nem imaginamos? Pois é, isso se dá pelo próprio processo evolutivo da nossa sociedade e do mundo.

Se eu pudesse lhe dizer o que é ideal, eu diria que é sincronizar nossa vocação com o que o mundo precisa. Sincronizar o que você gosta de fazer e sabe fazer bem com a carreira que o mercado precisa. Essa interseção seria perfeita para ter sucesso profissional.

Ainda nesta introdução, quero lembrar que escolha envolve riscos. Toda escolha é assim. Por isso, todo tomador de decisões precisa usar o principal insumo para a tomada de decisões, que é informação. E esta precisa ser atualizada e de fonte segura, confiável.

CONCEITO DE AUTOCONHECIMENTO

Autoconhecimento diz respeito à Informação, consciência e transformação. Muito se fala da importância em se autoconhecer, eu particularmente concordo que é o pontapé inicial para quem quer construir uma identidade pessoal e profissional forte e diferenciada.

É preciso descobrir nossas paixões, o que nos move, qual nosso real propósito e como sentimos e percebemos a vida e o que dá sentido à ela.

Autoconhecimento é um mergulho em nós mesmos para descobrirmos nossa verdadeira essência. A interação com outras pessoas serve para favorecer o autoconhecimento, uma vez que o outro revela quem somos. Dizer que as pessoas se afiliam, se aproximam porque possuem valores próximos é diretamente proporcional a dizer que essas mesmas se distanciam quando percebem valores divergentes no outro. Da mesma forma, se incomodar com algumas características no outro, pode ter como explicação, o fato de que não queremos reconhecer em nós o que nos incomoda no outro.

Antes de seguir refletindo sobre autoconhecimento, quero convidar você a responder essas poderosas perguntas de Coaching:

Exercício vantagem competitiva– Quais são as três coisas que mais ama em você?

– Quais são suas outras qualidades? (Não pare até que tenha sete ou mais.)

– O que seus melhores amigos e clientes dizem que gostam ou admiram em você?

– Por que o empregador de seus sonhos será feliz ao contratá-lo? (Dê, no mínimo, cinco

razões.)

– O que um parceiro romântico mais valoriza em você? (Relacione, no mínimo, cinco

coisas.)

– Quais são seus quatro maiores êxitos profissionais? Que qualidades te ajudaram a

conquistá-los?

– Quais são seus quatro maiores êxitos pessoais? Que qualidades te ajudaram a

conquistá-los?

Então, autoconhecimento é permitir se enxergar por inteiro, mesmo sabendo que essa noção sobre nós mesmos, tem um tempo para fazer sentido, pois de tempos em tempos somos convidados ou convocados a evoluir, a mudar, a nos transformar.

No próximo texto vou dar ALGUMAS DICAS E EXERCÍCIOS QUE FAVORECEM O AUTOCONHECIMENTO.

Até lá!

Bom vou terminando por aqui.

Espero que tenha gostado dessas dicas.

Fonte: administradores.com.br

Mentiras no currículo: entenda como a falta de transparência prejudica sua carreira

“Mentir no currículo é a pior escolha que um profissional pode fazer em sua carreira. Não há nada pior do que esse tipo de atitude”, afirma especialista em recrutamento

Se você é um desses profissionais que acredita que uma simples mentirinha no currículo não causa mal a ninguém, fique sabendo que o maior prejudicado pode ser você mesmo. Mentiras detectadas em CVs por recrutadores e empregadores podem abalar a reputação e imagem de um candidato, comprometer a participação em futuros processos seletivos e ter de conviver com o fantasma da credibilidade duvidosa.

“Mentir no currículo é a pior escolha que um profissional pode fazer em sua carreira. Não há nada pior do que esse tipo de atitude. Ao escolher esse caminho, o executivo tem de estar ciente de que esse risco pode arruinar sua carreira e muitas vezes pode ser um caminho sem volta. Todo o trabalho que ele fez, as batalhas que teve de enfrentar e obstáculos que teve de superar, podem ir por terra ao ser desmascarado em um simples processo de análise curricular. Executivos levam anos para construir uma carreira sólida e ter uma reputação respeitada, mas podem perder tudo isso em questões de minutos ao fraudar seu currículo”, explica Lucas Oggiam, diretor da Page Personnel, empresa global de recrutamento especializado em profissionais de nível técnico e suporte à gestão, unidade de negócios do PageGroup.

De acordo com o consultor, esse tipo de atitude traz reflexos imediatos e futuros na carreia de um profissional. “Quando um executivo participa de um processo seletivo e é descoberta uma mentira em seu currículo, esse candidato é eliminado automaticamente da seleção. E não é apenas desse processo que ele é eliminado. Ele acaba ficando com seu “nome sujo”, incluído em uma espécie de lista negra. Isso é muito ruim para um profissional porque compromete sua participação em novos processos de seleção”, revela. “A reputação desse profissional fica seriamente abalada e colocada em dúvida pelos recrutadores. Como indicaremos um executivo para uma empresa que tem um caráter duvidoso?”, questiona o consultor.

Perder o emprego é outra consequência provocada pela falta de honestidade nas informações declaradas no currículo. “Um executivo pode até ser admitido por uma empresa utilizando desse artifício, mas pode se dar muito mal se o empregador descobrir que os dados são fantasiosos. É comum um empregador exigir de um funcionário as qualificações declaradas no currículo e reforçadas durante a entrevista. Agora se esse funcionário não foi sincero e notadamente não terá condições de desenvolver as atividades a que se propôs, certamente será demitido. Além de passar pelo constrangimento da situação, seu nome será deletado do banco de dados da companhia”, diz Oggiam.

Veja abaixo as três principais mentiras encontradas nos currículos analisados pela Page Personnel:

1. Nível de idioma

Forjar a fluência de um determinado idioma tem se tornado uma prática muito comum e detectada frequentemente pelos recrutadores. “Os candidatos costumam inflar a fluência e domínio de uma língua. Isso é muito ruim porque conseguimos descobrir durante a entrevista. Não adianta dizer que é fluente num idioma porque as empresas precisam de profissionais capacitados e qualificados para essa tarefa. Quem não tiver essa aptidão, não passará no processo seletivo”, orienta.

2. Formação não concluída

Outra artimanha que alguns candidatos costumam praticar é incluir a informação de cursos não concluídos. “Tem muito executivo que faz isso porque acha que é uma forma de dar um upgrade na sua formação. O que ele não sabe é que fazemos uma varredura em todas as informações declaradas no currículo e isso inclui a conclusão de cursos, sejam eles de graduação, extensão ou de qualificação”, conta o diretor.

3. Datas de admissão e desligamento

Adulterar históricos de entradas e saídas de uma empresa também faz parte das atitudes condenáveis pelos recrutadores e listada como uma das mais comuns. “Tem muito candidato que mente nesse campo porque teme que sua passagem por uma empresa tenha sido muito rápida e essa informação pode comprometer sua candidatura. Outra atitude comum é manipular o tempo de permanência entre uma empresa e outra, abreviando ao máximo esse intervalo. Candidatos fazem isso normalmente para mostrar que não estão muito tempo afastados do mercado de trabalho e, na verdade, o que acontece é justamente o contrário. Não faça isto. O melhor é explicar durante a entrevista os reais motivos desse intervalo. A sinceridade é a competência mais valorizada que um candidato pode ter”, conclui Oggiam.

Fonte: https://administradores.com.br/

Transição de Carreira: protagonismo e autonomia

“O encerramento de um ciclo significa simplesmente que o profissional pode canalizar parte do seu foco e da sua concentração em outras buscas significativas”

“O atleta morre duas vezes. A primeira quando para de jogar”. A famosa frase foi declarada por um dos grandes jogadores do futebol brasileiro – Paulo Roberto Falcão e, para a história de milhares de atletas brasileiros, corresponde à realidade.

O fato é que alguns elementos contribuem para que a “morte prematura e iminente” ao fim da carreira de um atleta efetivamente ocorra. Um dos ingredientes mais relevantes e recorrentes que contribuem para essa triste realidade é o que chamo de alienação.

Etimologicamente, a palavra alienação tem origem no latim alienare (alienus) e significa “que pertence a outrem (a um outro)”. Por essa concepção, uma pessoa alienada é alguém que vive à margem da realidade. Para Karl Marx, um dos grandes pensadores do século XIX, que estudou acerca do significado, causas e consequências da palavra e da condição de alienação, no que se refere à alienação social, integrantes de uma sociedade tornam-se alienados quando agem conforme padrões do senso comum, perdendo a capacidade de questionar e fazer uso do senso crítico. Em outras palavras, o sujeito alienado considera as ideias como verdades absolutas, reproduzindo padrões e renunciando ao pensamento reflexivo.

Sob uma perspectiva filosófica, retomando o contexto que este texto propõe, o atleta alienado, ao fim de sua jornada esportiva, tende a padecer sem autonomia e protagonismo. Entre os motivos pelos quais os atletas passam pela condição de alienação, considero os seguintes como sendo os mais relevantes:

– O próprio contexto de alta performance esportiva contribui para que o atleta considere sua trajetória esportiva como “a única coisa que importa”. Competições, provas, rotina de treinamentos, alimentação, descanso, recuperação e a busca incessante por resultados, conquistas e medalhas, são fatores de caráter compulsório no ambiente de alto rendimento.

– A maioria das entidades esportivas não possuem um programa de educação específica para atletas em atividade ou em transição de carreira, e muitas nem sequer desejam que seus atletas tenham outras “preocupações” além da performance esportiva.

– E, por fim, os próprios atletas escolhem (por força da zona de conforto) tornarem-se incapazes de um pensamento crítico e reflexivo que proporcione a condição de vislumbrar outras possibilidades além da prática esportiva, tornando-se, assim, alienados e desprovidos de qualquer outra habilidade ou competência para explorar outros mercados.

O fato é que o encerramento da carreira esportiva de um atleta não necessariamente significa o fim da vida do atleta, mas, sim, simplesmente uma das tantas transições que todo ser humano passa ao longo de sua caminhada por este mundo. A preparação, os treinos, jogos, provas e competições tornam-se o principal foco na vida dos atletas, sobretudo nos anos de maior amor e paixão pelo esporte e pela evolução pessoal. Porém, é fundamental sabermos diferenciar entre “a única coisa que importa” e “a coisa mais importante”. Terry Orlick, especialista em psicologia aplicada ao esporte, diz que “ambas nos ajudam a buscar a excelência, mas somente uma delas nos permite fazer isso sem abandonar o restante da nossa vida”. (Orlick, 2009, p. 271)¹.

O esporte pode ser observado como um período de muito aprendizado na vida daqueles que o praticam, e o fato de que, em algum momento, pelos mais variados motivos, um atleta renuncia à sua carreira esportiva, não significa que tem o seu valor como pessoa reduzido. O encerramento de um ciclo significa simplesmente que o profissional pode canalizar parte do seu foco e da sua concentração em outras buscas significativas. É imperativo que os atletas, assim como profissionais de outras áreas de atuação, busquem, ao longo de suas jornadas, outras possibilidades, habilidades e competências que lhes completem e realizem em outros aspectos da vida. O equilíbrio entre as áreas da vida é componente fundamental para que alcancemos a excelência efetivamente.

André Heller é formado em Gestão Aplicada ao Esporte FIA/USP e Neurocoaching – Neuroleadership Institute Brasil. Campeão Olímpico em Atenas 2004 pela Seleção Brasileira de Vôlei. Foi atleta profissional por 24 anos sendo 12 dedicados à Seleção. Campeão Mundial em 2006 e 7 vezes Campeão da Liga Mundial. Atua como palestrante há mais de 10 anos.
Fonte: administradores.com.br

 

Recolocação na quarentena: como se preparar para entrevistas em inglês

Idioma é uma das principais exigências do mercado de trabalho

Muitas pessoas estão em busca de recolocação profissional durante o período de quarentena. Apesar da crise econômica consequência da pandemia do novo coronavírus, existem empresas com vagas abertas e o domínio do inglês é um dos principais diferenciais para contratação. Dados de uma pesquisa da Page Personnel, empresa de recrutamento mundial, revela que 60% das vagas hoje exigem o idioma.

Entrevistas de trabalho podem ser complicadas no idioma nativo, especialmente quando não há possibilidade de fazê-las presencialmente, que dirá em inglês. Além de dar conta do nervosismo, é preciso se expressar claramente e, ainda por cima, garantir que cobrirá todos os pontos necessários para apresentar uma boa imagem. Analista de Desenvolvimento Humano Organizacional na escola de inglês online EF English Live, Aline Moraes separou algumas dicas para se sair bem na entrevista remota em inglês:

Faça sua pesquisa

É extremamente importante que você se familiarize com o ramo, a empresa e o cargo para o qual está se candidatando. “O site da empresa é um ótimo lugar para começar”, aconselha a analista. Isso irá garantir que você esteja preparado para algumas perguntas comuns. Vá sempre preparado com uma resposta para: “Why do you want to work here?” (Por que você quer trabalhar aqui?)

Prepare-se bem, mas não escreva um roteiro

Segundo Aline, no geral, é fácil adivinhar o tipo de informação que o entrevistador vai querer saber numa entrevista de emprego, mas é impossível saber tudo. “Certifique-se que você sabe todo vocabulário de que precisa para se descrever e falar de sua experiência de trabalho, mas não tente montar um roteiro. O entrevistador pode fazer a mesma pergunta de formas diferentes e se você estiver limitado a um “script” não conseguirá seguir”, aconselhou.

Pratique

A prática leva à perfeição. Fazer uma entrevista de mentira com um amigo, ensaiar respostas em frente ao espelho ou até mesmo gravá-las são alternativas indicadas pela especialista. Também é válido marcar uma aula com seu professor de inglês para preparação. “Isso aumenta a confiança para falar inglês e é uma ótima maneira de falar com tranquilidade sobre suas habilidades mais importantes e suas qualificações”, explica.

Conte ao entrevistador o que ele quer saber

De novo, a ideia é responder as perguntas do entrevistador como numa conversa “Interaja, não dê uma resposta ensaiada, uma listinha de informações. A entrevista serve para ele saber mais do que seu currículo mostra. Se repetir seu currículo em inglês, não tem motivo para fazer a entrevista”, complementa Aline. Se tiver informações extras que o concorrente queira dar ao entrevistador a orientação é inseri-las após responder uma pergunta com expressões como: “This might be a good time to explain…” (Esta pode ser uma boa hora para explicar..), “This is related to…” (Isso tem relação com…) ou “An example of this might be…” (Um exemplo disso pode ser…).

Seja educado e simpático, sem ser informal demais

Evite gírias na entrevista. “No inglês, formas como “Would you tell me…?” (Você me diria…?) ou “Could you tell me…?” (Poderia me dizer…?) soam bem mais educadas. Apesar de muitos escritórios usarem inglês informal no cotidiano, não é uma boa ser informal demais com o entrevistador”, aconselha.

Concentre-se no que está dizendo

É importante falar bem inglês, contudo, o entrevistador está mais interessado no conteúdo do que você está dizendo do que na forma com que diz. “A menos que o entrevistador esteja especificamente testando seu inglês, concentre-se na informação que passa em suas respostas. É melhor ele achar que você entende muito da sua área do que pensar que você fala inglês bem, mas não sabe o suficiente sobre seu ramo”, aconselha Aline.

A consultora ainda reforça a importância de falar a verdade sobre o nível do inglês. “A preparação para uma entrevista começa pelo currículo. Se você disser que é avançado será avaliado como tal. É importante saber em qual fluência você se encontra para ser mais assertivo”, orientou.

Fonte: https://administradores.com.br/

10 pilares do home office no pós-pandemia

Primeiro pilar: controle da jornada de trabalho

Ainda não sabemos todas as mudanças que teremos no mercado de trabalho em decorrência da crise causada pela pandemia do Covid-19, e o cenário é de muitas incertezas e especulações. E uma das questões mais debatidas sobre futuro é o modelo de trabalho: o home office veio para ficar?

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Com as medidas de isolamento social impostas em todo o mundo, as organizações precisaram adotar o home office mesmo desconfiando de sua eficácia. Mas a aceitação do modelo tem aumentado. “Não se pode negar que os empresários tinham um receio em relação ao home office, principalmente em relação a produtividade. O lado positivo é que muitos se surpreenderam e viram a produtividade até aumentar, além de reduzir custos”, explica o diretor executivo da Confirp Consultoria Contábil, Richard Domingos.

Com escritórios vazios ou funcionando apenas com serviços essenciais, empregadores viram diminuir custos de itens como contas de água e energia, suprimentos de escritório, limpeza, segurança. E entre funcionários, que passaram a economizar tempo em deslocamentos, puderam flexibilizar suas rotinas, e se dedicaram com empenho devido ao contexto da crise, a produtividade aumentou.

No entanto, Domingos afirma que o período não é necessariamente uma amostra real de como seriam cenários futuros. “Não há crise que dure para sempre, sendo preciso relativizar esses resultados. Assim, outros pontos também devem ser analisados na implementação do home office pós-pandemia, lembrando que esse modelo de trabalho deve ser uma extensão da empresa e caberá ao empresário entender que nem tudo é como se imagina” ressalta Domingos. O executivo lista alguns pontos que acredita serem essenciais para o home office no pós-pandemia.

1. Controle de jornada de trabalho

Em função da urgência, as empresas que não tinham a tecnologia ao seu favor, não tiveram grande preocupação em relação ao controle de jornadas, mas em uma nova realidade este deve ser um ponto de atenção, utilizando de tecnologia para apoiar a medição.

2. CRM

A gestão de relacionamento com o cliente é um grande desafio, é preciso um atendimento ao cliente integrado nas empresas, para que não haja desencontro de informações e para isso a tecnologia também será necessária .

3. Comunicação

Telefonia, WhatsApp, e-mail ou outras ferramentas? A empresa deve ter uma política de comunicação adequada e definida, e para isso é preciso se ter políticas. Devem ser pensados pontos como: qual é o tipo de telefonia que as empresas deverão disponibilizar para seu empregado? É necessário pensar na integração das tecnologias de telefonia e CRM.

4. Medicina e saúde do trabalho

Implantar esse modelo de trabalho não significa que acabou a responsabilidade empresarial pela saúde do trabalhador. É preciso acompanhamento, adequação às normas e acompanhamento das condições de trabalho do funcionário.

5. Estrutura física

A empresa tem que se preocupar em saber se o local de trabalho está adequado para exercer as funções para a empresa, tais como local destacado na residência para exercer as atividades, mesa, monitores, cadeira ergonômica, iluminação, ventilação, apoio de pés, material de trabalho, internet, computador, impressora, dentre outros.

6. Recursos humanos

O momento é de medo, o que faz com que os colaboradores estejam focados em gerar resultados, porém, isso vai passar, e é fundamental se preocupar com problemas que vão aparecer, como turnover e desmotivação. Será preciso um RH atendo e que saiba se comunicar.

7. Identidade com a marca

Ainda sobre a relação com o funcionário, é preciso fazer com que esse ‘vista a camisa’, investindo na identificação da marca. Imagine a cena :um empregado dando uma consultoria via videoconferência de camiseta regata, cabelo por pentear, cachorro latindo, filhos puxando para brincar e esposa cozinhando no fundo do vídeo. Acredite que isso pode acontecer. Assim, será a necessidade de criar uma imagem homogênea da empresa, bem como no atendimento.

8. Compliance

Como serão tratados os dados confidenciais em um ambiente externo? Muitas posições trabalham com informações que não podem ser partilhadas por ninguém. São fundamentais políticas claras e assinaturas de termos, além da constante conscientização dos funcionários em relação ao tema.

9. Contrato de trabalho

Adaptação do contrato de trabalho é fundamental para essa modalidade. Para tanto se deve buscar profissionais especializados (área trabalhista), para esse trabalho, lembrando que neste contrato deverão estar detalhados todos os pontos de preocupação.

10. Segurança digital

Trabalhando fora das instalações representam riscos, a empresa terá que dar suporte nesse ponto para sua própria proteção. É preciso garantir a segurança no acesso às informações para não serem hackeados ou contaminados por vírus.

“Como pode ver, por mais que seja uma nova realidade, a implementação do home office será diferente para as empresas no pós-pandemia, uma coisa era utilizar esse modelo em uma urgência, outra será no dia a dia sem crise. Os cuidados deverão ser muito maiores”, alerta Richard Domingos. Ou seja, as empresas podem até optar por esse novo modelo, mas os cuidados terão se ser tão grandes como era antigamente.

Fonte: https://administradores.com.br/

Você sabe realmente quem você é?

A jornada do autoconhecimento é o primeiro passo para construir um planejamento de carreira com sucesso

Todos sabemos que não é fácil em nenhum momento da vida fazer questionamentos oriundos do interior da nossa mente.

Em um mundo com uma rotina tão densa e pensada, cheia de tarefas e um tempo determinado para tudo torna essa tarefa quase impossível, mas neste primeiro momento eu quero te convidar a libertar -se dos problemas que te impediram até aqui e fazer esse questionamento:

Quem sou eu?

Saber quem você é realmente envolve o autoconhecimento, descobrir suas características, o seu eu interior, se tornar o gestor da sua própria vida, reconhecer suas forças e fraquezas.

Para que tudo isso aconteça é necessário reconhecer emoções e desenvolver algo que chamamos de inteligência emocional. Mas afinal o que é inteligência emocional ?

“Inteligência Emocional é a capacidade de administrar as próprias emoções e usá-las a seu favor, além de compreender as emoções das outras pessoas, construindo relações saudáveis, fazendo escolhas conscientes e adquirindo uma melhor qualidade de vida.”
SBIE

Peter Salovey e John D. Mayer publicaram um artigo onde caracterizavam a Inteligência Emocional como:

“(…) a capacidade de perceber e exprimir a emoção, assimilá-la ao pensamento, compreender e raciocinar com ela, e saber regulá-la em si próprio e nos outros.”

Eles também a dividiram em quatro pilares: Percepção das emoções, Uso das emoções, Entender as Emoções, Controle e transformação da emoção.

Você deve estar se perguntando:

Mas como eu consigo desenvolver minha inteligência emocional ?

Existem diversos exercícios que podemos praticar para o autoconhecimento e desenvolver sua IE.

  1. Primeiro olhando para um espelho.

Repita “seu nome” e uma palavra (somente 1) que descreva você.

Repita sequencialmente sem parar até esgotarem todas as palavras.

Ex: “(seu nome) corajoso, (seu nome) Inteligente, (seu nome) perfeccionista, (seu nome)Diogo Teimoso…. ”

Ao terminar, reflita o quanto foi difícil descobrir algumas palavras para se auto descrever, ou quais palavras você não conhecia sobre você e descobriu neste momento.

Anote essas palavras e destaque qual seria um defeito e qual seria uma qualidade; lembrando que para cada um defeito e qualidade você deverá justificar.

Ex:

“Teimoso – Sempre insisto para que as pessoas façam aquilo que eu quero até conseguir.”

“Perfeccionista – As coisas precisam sair do jeito que eu planejei do contrário me sinto frustrado.”

Após esse exercício apresente as pessoas que estão ao seu redor e questione em que momento você agiu daquela maneira; pode ser um familiar, amigos, conjugue etc.

Reflita sobre as respostas que você irá obter, lembre-se: procure não reagir negativamente, escute sempre com atenção e pratique a percepção da forma como as pessoas interpretaram suas ações e o quanto aquilo te prejudicou.

Muitas vezes inconscientemente agimos de uma forma negativa sem compreender qual a leitura que o outro fez das nossas atitudes.

A PNL (Programação Neuro Linguistica) diz que “o Mapa não é o Território”

Nossos mapas mentais são as sensações e interpretações que fazemos baseados em nossas vivências passadas, nossas crenças e conjuntos de valores. Absorvemos o mundo através de nossos cinco sentidos: A visão, audição, tato, olfato e paladar. A partir daí, comparamos com nossas vivências passadas, crenças e conjuntos de valores para dar significado a algo.

O primeiro passo para conseguir mudanças é aceitar que não vemos as coisas como elas realmente são, se julgamos que nossa visão do mundo é única ou que sabemos mais do que os outros estaremos mais longe de ampliarmos a “limitação do mapa”.

Faça perguntas como:

  1. Será que o que eu acabei de perceber reflete com certa exatidão a realidade?
  2. Quais são minhas crenças e valores que podem estar interferindo no meu processo de julgamento?
  3. O que mais pode ter ocorrido que me passou desapercebido?
  4. Quais suposições eu posso ter inferido que me fez criar uma realidade que não existiu?

Fonte: https://administradores.com.br/

O trabalho em casa não reduz a importância da pontualidade

Fábio Pajaro, economista e advogado

Com a nova rotina de isolamento as reuniões por telefone, vídeo conferência ou online se tornaram frequentes. Assim como os atrasos. Mas será que eles são realmente aceitáveis?

Em publicações recentes, estudiosos relacionam a falta de pontualidade a traços de personalidade. Uma pesquisa do Departamento de Sociologia da Universidade de San Diego, nos Estados Unidos, por exemplo, indicou que as pessoas que costumam se atrasar são mais otimistas do que as demais em relação ao tempo que dispõem para a realização de uma tarefa. Já o psicólogo e escritor britânico Oliver Burkman classificou as pessoas que costumam se atrasar como controladoras.

Outros pesquisadores classificam os atrasadinhos como “acelerados”, pelo fato de gostarem da adrenalina da pressa – o que costumeiramente os faz deixar tudo para a última hora. E há ainda quem denomine os não pontuais como “produtores”, por serem tão otimistas que creem ser capazes de fazer muito mais em menos tempo.

Mas, deixando de lado o debate psicológico, ninguém ignora que a falta de pontualidade é uma característica malvista, especialmente no ambiente profissional. Ninguém está livre de imprevistos, mas chegar atrasado com frequência compromete a credibilidade. Com menos tempo para a execução de tarefas, cai a produtividade ou, quando isso não acontece, a qualidade do trabalho acaba prejudicada, arranhando a reputação do profissional. E, junto com o descrédito, se esvaem as chances de ascensão na carreira.

Para a empresa, a conduta negativa de um colaborador que não cumpre prazos, chega atrasado ou sempre perde o começo da reunião acaba influenciando outros funcionários. No médio e longo prazo, os resultados deste comportamento são acúmulo de tarefas, queda de produtividade da equipe e, no fim das contas, prejuízos financeiros.

No ambiente dos negócios, a pontualidade é essencial para que haja confiança entre as partes. Atrasos geram desconfiança e incerteza sobre a capacidade do comprador pagar pelo que comprou ou do vendedor entregar os produtos negociados. Em resumo, ninguém quer comprar ou vender para pessoas e empresas que não cumprem prazos de entrega ou pagamento.

Olhando por outro prisma, ser pontual no ambiente profissional traz inúmeros reflexos positivos. Ao revelar comprometimento com o cumprimento de prazos e respeito por colegas, chefes e subordinados, esta postura passa a todos uma imagem de profissionalismo. Demonstra seriedade, disciplina e organização, expressa humildade e reforça os elos de confiança. Ou seja, com a pontualidade, todos – empresa e funcionários – ganham.

A mesma lógica se aplica ao mundo dos negócios. Se vendedor e comprador forem pontuais em reuniões, prazos de entrega e pagamento, sua relação tende a fortalecer-se, ampliando os elos de cooperação e entendimento e trazendo ganhos para ambas as partes no médio e longo prazo.

Por isso, fica a dica: sempre que possível, esteja pronto 15 minutos antes. No balanço final, você vai perceber que esses 15 minutos se converterão em uma boa dose de respeito e reconhecimento.

Nos negócios, organize-se para cumprir os prazos acordados. Pontualidade significa respeito ao tempo de quem está do outro lado do balcão. E, quando não for possível, considerando estes tempos de tantos imprevistos: avise e negocie antecipadamente. Tempo é o ativo mais valioso de todos e respeitá-lo só trará ganhos.

Fonte: https://administradores.com.br/

Empregos em tempos de pandemia: o que esperar do cenário pós coronavírus?

Entendemos que o mundo como um todo mudará drasticamente com o passar da crise.

Uma coisa é certa: a Covid-19 modificou todos os planos para 2020 e vem deixando sequelas nos mais diversos segmentos. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em pesquisa divulgada no mês de março, a taxa de desemprego no Brasil já atinge 11,6%, impactando cerca de 12,3 milhões de pessoas em todo território nacional. Especialistas, porém, se preparam para um futuro ainda mais alarmante, com expectativas de quadruplicação do número de brasileiros sem um emprego.

É natural que, em meio à tanta incerteza, grandes, médios e pequenos empreendedores, bem como os autônomos, olhem para o cenário econômico com preocupação. Afinal, o melhor método de prevenção do coronavírus é o isolamento e, por consequência, o fechamento temporário dos estabelecimentos. Esse cenário aflora a demissão em massa como uma das principais alternativas para tentar manter as contas no azul. Porém, entendemos que o mundo como um todo mudará drasticamente com o passar da crise.

Uma das aliadas dos empreendedores e colaboradores neste momento é a tecnologia. Graças à ela, serviços de delivery, por exemplo, crescem consideravelmente em todo o mundo, apontando novas tendências e maneiras de se olhar o mercado de trabalho a partir de agora. Tudo que era considerado urgente no primeiro bimestre do ano, deu espaço para uma nova visão de valor social e gestos interpessoais. Isso se aplica a todo o cenário, mas, principalmente, ao dos empregos informais e esporádicos, como é o caso das secretárias do lar, pintores, limpadores de piscina, entre outros.

Esse segmento estava, de certa forma, desassistido, fazendo com que menos pessoas tivessem acesso às oportunidades de renda extra e, até mesmo, trabalhos regulares. Criar um local que conecta essas duas pontas contribui para que a economia continue em movimento, possibilita que a falta de empregos formais para os 11,6% de brasileiros não seja tão drástica para a população.

O panorama do desemprego no Brasil não comporta mais o tamanho da população que precisa trabalhar, ou seja, a quantidade de empregos não condiz mais com o volume de trabalhadores. Isso fica ainda mais claro quando se analisa o aumento do trabalho informal e dos casos de empreendedorismo. Assim como acontece com os motoristas e entregadores de aplicativo, que atendem conforme a demanda de serviço e não pelo regime CLT, regularizar os demais cargos cria uma demanda positiva para o mercado de trabalho.

A expectativa do mercado após o Covid-19 é alarmante, espera-se que tenhamos mais de 40 milhões de desempregados em todo o território nacional (Fonte: XP Investimentos). Isso é 4 vezes mais do que temos hoje. Precisamos estar prontos para esse pós, ajudar o maior número de pessoas desempregadas organizando e diversificando as oportunidades para o trabalhador.

*Fábio Ghelfond é graduado em contabilidade pela PUC e pós-graduado em gestão financeira, controladoria e auditoria pela FGV. Possui mais de 10 anos de experiência trabalhando em finanças. Atualmente é co-fundador e CEO da TrampaSampa, plataforma de ofertas de trabalho esporádico.